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sábado, 26 de julho de 2014

Scandal - 2x06 Spies Likes Us



Scandal provando que com política ou não, também é um drama de relacionamentos de Tia Shonda.

Olivia tem encontros rápidos com seu ex e ouve com pesar por escuta que David e Abby formaram uma aliança que pode enrascá-la. Huck entra numa noia com a nova namorada e resolve fazer diversos exames para conhecer mais do passado da garota. Olha Olivia ensinando ao latino sobre namoro. Fitz está em algum lugar na Inglaterra fazendo um social com a rainha.

No começo do episódio, um senhor se suicida logo após endereçar uma carta a Olivia Pope e Associados. Cyrus discute com James por revelar informações comprometedoras sobre Hollis. O assessor de Fitz se irrita oelo furo ter ligação indireta com ele que é funcionário da Casa Branca.

Abby e os colegas disputam a sala de Stephen, mas Olivia não quer deixar ninguém no ex-escritório do melhor amigo. Eles recebem o misterioso embrulho com um cheque de 100 mil dólares e uma mensagem codificada como uma partitura, uma linguagem similar ao Morse dizendo para proteger. Proteger espiões e Huck está entre os nomes.

O suicidiário era amigo de Huck e se chamava Crosby, logo o agente entende que vai começar uma queima de arquivo para os que trabalharam num projeto clandestino do governo. Ele tenta deixar tudo para trás, mas Olivia convence seu mais novo cliente a sossegar no lobby e comer umas torradas.











Hollis é pejorativo com Cyrus sobre James que avisa que o perfil retratado por seu marido foi fiel ao que Hollis é de verdade. Anda como se fosse dono da Casa Branca e tem um presente tão sujo como o passado. Hollis manda Cyrus colocar uma coleira na 'esposa'. Que cara mais chato.

O programa chefiado por um tal de Sarnoff pode enrascar Huck bonito e Olivia vai numa negociação às cegas com o bandido que manda um capanga e fala com a protagonista pelo Skype embaçado. Huck revela que há mais cinco nomes no documento recebido e que os espiões se comunicam pelo rádio.

Harrison intima Olivia a contar com ele, foi a primeira cena(pelo menos para mim)destacável do ator na série, lembrando o público que a equipe de Olivia é formada por pessoas brilhantes que foram ajudadas por ela. Harrison ganha a missão de separar Abby e David, usando a informação de que o ex-marido batia nela. É uma pena, gostei muito do casal, mas é ainda mais arriscado se Abby entrar na equação da conspiração.

Cyrus fala do risco que James está correndo ao investigar Hollis. Olivia também pensa como o amigo. Os outros colegas de Huck chegam, entre eles uma exímia atiradora, mãe de três filhas. Um dos cinco colegas de Huck é o informante de Sarnoff, ou seja, a equipe tem que desvendar o X9 enquanto protege os demais.

Harrison induz Abby a desconfiar de David e os dois juntam-se a Quinn para observar os seis espiões apontando armas para uns aos outros. Cyrus agradece a James por lhe dar munição para tirar Hollis da Casa Branca.

O informante é morto pela espiã mãe e os demais começam a fazer a 'limpeza'. Abby indaga David, já que foi levada a pensar que a esposa que ele teve foi agredida pelo próprio. David tenta explicar que Teresa se machucou ao cair de uma escada, mas para Abby que sofreu com um marido agressor, a dúvida supera tudo. Olivia sofre ao ver a derrocada da amiga, pois é responsável pelo término de seu namoro com David, mesmo que estivesse visando protegê-la, é melhor que Abby esteja de coração partido que morta.

True Blood - Primeiras Impressões




Na febre de vampiros do meio da década de 2000, o cinema tinha a franquia açucarada Crepúsculo. A CW tinha o triângulo amoroso de Diários do Vampiro e a HBO, bom a HBO tinha True Blood.

Baseado numa série de livros de Charlaine Harris, o seriado é escrito e desenvolvido pelo roteirista Alan Ball, autor de Six Feet Under e vencedor do Oscar por Beleza Americana. A série foi sucesso de crítica e entre alguns prêmios, faturou um Emmy de melhor elenco.

Os protagonistas da história são Sookie Stackhouse(Anna Paquin) uma garçonete com a incômoda habilidade de ouvir pensamentos alheios(uma habilidade que evolui para os poderes de uma fada gradualmente) e Bill(Stephen Moyer) um vampiro arredio de 173 anos de existência que chega a Bon Temps. Sookie salva a vida do vampiro que quase é drenado por um casal de mercenários após ser envolto numa corrente de prata maciça(aqui a prata afeta tanto a vampiros como os lobisomens), em represália, eles a espancam e Bill que se torna o herói impedindo a morte da loirinha.

Logo cria-se uma conexão entre os dois, mas Sookie precisa avaliar se vale a pena correr o risco de se envolver com um chupador de sangue. Mas o desejo vai falar mais alto. Sookie fica pessoalmente interessada por Bill ser o único a qual ela não consegue ler os pensamentos.

No mundo da série, japoneses formularam um sangue sintético(o tal True Blood do título) que permite aos mesmos alimentarem-se sem ser dos humanos. E dessa forma, os vampiros estão em todos os eixos da sociedade atual. Em bares, ao lado da sua casa como vizinhos e relacionando-se com humanos de todas as formas. Mais para o mal, que pro bem. Logo há telepatas, metamorfos e outras criaturas sobrenaturais dando as caras.









Em True Blood, não espere vampirinhos assexuados que brilham ao sol. Eles são cruéis, egoístas e dão mordida na primeira oportunidade. A série que atualmente caminha para a sétima e final temporada apresenta um leque variado de personagens que cativou o público.

Ryan Kwanten interpreta Jason Stackhouse, irmão de Sookie e o maior pegador de Bon Temps. Só tem uma coisinha: Jason só entende de rabo de saia mesmo, é um burrinho com músculos e cérebro de minhoca. Logo nos primeiros episódios, ele se envolve em uma enrascada quando uma peguete é encontrada morta. Genial é a resposta que ele dá ao delegado: eu não teria inteligência para fazer isso.

Sam Trammell é Sam, o dono do bar da cidade, Merlotte's é apaixonado por Sookie e com seu próprio segredo sobrenatural. E parece que todos caras se apaixonam por Sookie, é uma coisa incrível. Acrescente a lista o milenar Eric(Alexander Skargard) um vampiro lendário e insaciável(preferido dos fãs e de Sookie depois de um tempo) e Joe Manganiello como o bombado lobo Alcide.

Os irmãos Stackhouse








Jason numa enrascada






O vampirão Eric que divide o coração da mocinha
Sookie tem como melhor amiga, a reclamona de boca suja Tara(Rutina Wesley), que é cheia de problemas sentimentais e familiares com o vício da mãe em alcoolismo. Com sentimentos adormecidos por Jason. Prima do divertido Lafayette, um muambeiro de mão cheia e mais do que tudo...interessado em dinheiro.

Há ainda outros moradores de Bon Temps como a curiosa Arlene e a sedutora Dawn, ambas colegas garçonetes do Merlotte's junto a Sookie, o mau-humorado René e a avó da mocinha, a boa-praça Adele Stackhouse.

Intensa e despida como manda o manual das séries da HBO, True Blood fez barulho por ser uma série inovadora, ora engraçada, ora desbocada. Mas crível ao mostrar vampiros com o perigo que eles representam para humanos e não como personagens de contos de fada. A química de Anna e Stephen foi tanta que eles viraram um casal na vida real.







One Tree Hill - 1x07 Life in a Glass House


O jogo de Brooke.

Os sentimentos de todos estão na mesa. Brooke é sincera de revelar a Peyton que está interessada mesmo em Lucas. Haley confidencia a Lucas e a Peyton que pensa em dar uma chance a Nathan.

Malvadinha e intriguenta, Brooke roubou a cena destilando veneno em todas as direções. Até charme para uma bargirl ela solta para conseguir birita. Ela que faz o possível para um revival entre Peyton e Nathan, fica furiosa ao ver que a amiga pensa em ficar com Lucas.

Dan tenta se redimir e oferece uma festa para o time e as cheerleaders. Karen e Keith relutam em comparecer, mas Deb faz a política da boa vizinhança e convida os 'pais' de Lucas. E até que Dan se comporta direitinho, com o menos de deboche possível.









Brooke começa um jogo da verdade e consequência que desafia de cara Peyton a revelar seus sentimentos por Lucas o beijando. Peyton o beija, mas sai insegura.

Haley é a próxima vítima ao ter um recado que fez para Nathan o encorajando, divulgado para toda festa. Brooke não mediu consequências com seu vestido e batom vermelhos: momento bitch. Resultado: Ela se decepciona com o amigo colorido.

Peyton e Lucas começam a ficar num cômodo da casa de Dan, mas não é desse jeito que o loirinho quer ficar com ela, ele quer algo sério com Peyton e esse cuidado ainda a apavora. Os dois não passam de alguns beijos, Dan que estava na sua, não perde a chance de dar uma alfinetada.

Jake que chega atrasado em todos os treinos e eventos e sempre sai antes do tempo, com a cobertura de Whitey, tem mais responsabilidade do que se imagina, ele é pai solteiro.

Lucas e Haley tem um ao outro para dar suporte pelo fracasso de suas noites. Nem tudo acontece como a gente quer, não é verdade?

quinta-feira, 24 de julho de 2014

One Tree Hill - 1x06 Every Night Is Another Story



Parcerias inusitadas que se formam.

Lucas e Nathan juntos num lugar ermo? Haley no mesmo carro que Brooke e Peyton? Doze horas voltam para mostrar a confusão da vez.

Como o próprio Lucas disse alguns episódios atrás, chega uma hora em que se tem que revidar. Pelo sim ou pelo não, Lucas e Nathan chegam às vias de fato num jogo intermunicipal. A coisa é tão feia pro time que quase arrisca a campanha invicta até ali.

Whitey pune os dois meio-irmãos com uma parada no meio da estrada. Que se resolvam voltando a pé para casa.

Dan com muita indisposição acompanha Deb a um jantar de negócios com uma estadia em uma pousada. É claro que o empresário sai distribuindo patada para o irmão, a esposa e para Karen. É mais forte do que Dan às vezes simplesmente ser do jeito que é. Paul Johansson consegue dar um charme a canastrice do vilão que tem seus momentos de carisma, foi isso que as mulheres de Dan viram nele.

Craig Shieffer, Moira Kelly e a recém-chegada Barbara Alyn Woods também se destacam. É claro que a história e os talentos se concentram na galera mais jovem, mas mesmos os pais sendo veteranos coadjuvantes dão conta do recado e bem demais.















Brooke é afetada pela briga de Lucas e Nathan. A cheerleader machuca o tornozelo e consegue umas pílulas para dor que a deixam alegrinha demais e a fazem roubar a cena com tanta doidice. Brooke nomeia Haley com seu próprio nome e faz uma gracinha atrás da outra em estilo bebu, pareceu que as três foram amigas a vida toda.

Lucas e Nathan ficam em maus-lençóis ao serem capturados por jogadores do time rival, eles pegam suas roupas e começam uma espécie de trote que faz até a polícia ser acionada. Sem escolha, os dois brigam e contornam os agressores roubando a chave do carro deles.

Brooke que não encheu o tanque do carro, fica no carro enquanto Haley e Peyton procuram gasolina. As duas tem a chance de se aproximar e falar sobre os rapazes da sua vida. Peyton aconselha a tutora a mais uma vez tomar cuidado com Nathan. Já Haley indaga se Peyton sabe dos sentimentos de Lucas por ela.

Os cinco jovens acabam se encontrando na estrada e rumam para Tree Hill após essa aventura inesperada. Mais no dia seguinte, cada um está em seu devido lugar, em sua devida tribo. Melhor ficar com o que se conhece, mesmo sendo nem sempre o recomendado. O episódio teve uma narrativa fora do normal e mostrou mais uma vez a habilidade dos roteiristas de OTH em expandir os acontecimentos em um determinado local ou situação, como a festa de Nathan no 1x04. Isso é criatividade.

quarta-feira, 23 de julho de 2014

One Tree Hill - 1x05 All That You Can't Leave Behind



Uma das séries mais bem escritas dos últimos anos.

A confusão está formada: Lucas encontrou o chapéu de Haley dentro do carro de Peyton e achou que a amiga foi desleal com ele. Haley confessa que começou a tutelar Nathan para que ele aliviasse a barra de Lucas.

Os amigos se resolvem, mas Lucas tem dificuldades para aceitar que Nathan tenha passado a fazer parte da vida da sua melhor amiga.














Chega o jogo de pais versus filhos e Lucas se empolga com a disputa ao formar uma dupla com Keith. Whitey foi sucinto em lembrar que pai é quem cria. A imprensa da cidade vende jornais com manchetes sobre os talentosos filhos de Dan Scott como se fossem uma grande família feliz.

Peyton tem uma crise existencial intensa e sobra até para Brooke e alguns pompons de plantão. É uma época difícil para a loirinha que lembra com pesar da morte da sua mãe. Nathan tenta a redenção, mas o relacionamento dos dois já era.

Whitey que passa por processo semelhante pela morte de sua esposa, dá apoio a nervosinha. Aos poucos, graças ao talento de Hilarie Burton, Peyton fica menos sisuda e mais vulnerável. Mais sensível aos olhos do público.

Dan aflora seu pior lado e ataca pessoalmente o próprio filho, em várias situações na quadra e fora dela. Nathan mostra sua superioridade ao deixar o pai vencer sem honra marcando a última cesta. Lucas que sugeriu uma união entre os dois minutos antes, continua como um párea para o meio-irmão, mas orgulhoso pela dobradinha com Keith.

Deb percebe que as coisas em casa saíram do controle e avisa Dan que veio para ficar. O casal que tem uma química muito boa, apesar dos segredos que os permeiam, logicamente vão entrar em conflito. A trilha sonora foi menos intensa que nos episódios anteriores, mas as emoções afloraram sem a necessidade de um musicão.

One Tree Hill é uma série plural por vários motivos: elenco afiado, texto bom demais e trilha sonora de arrebentar. Vale a pena conferir esse programa do começo ao fim.

Curiosidades

A equipe de roteiristas conta com Mike Kelley, que quase uma década mais tarde criaria o hit Revenge.

É possível ver James Lafferty, um dos mais novos do elenco na primeira temporada com espinhas visíveis. Com o tempo, a pele do rapaz melhora.

Nos primeiros episódios, Hilarie Burton dividia a atuação em One Tree Hill com sua função de VJ que a revelou como perfeita para interpretar a complexa Peyton.

Once - 3x17 The Jolly Roger


A maldição de um coração apaixonado.
(Review extraída do Série Maníacos).
Uma pausa nas loucuras e armações da bruxa má e um momento todo especial para finalmente tirar a dúvida do coração de todos nós. Fazia um bom tempo que um fantasma rondava nossas vidas. Um fantasma que não é verde e muito menos fã de chapéus pontudos e dança da vassoura. Esse fantasma se chamava medo da possível traição do Hook.
Não me canso de falar e não vou me cansar tão cedo, Hook tem química com qualquer coisa. Quer seja Emma, Tinker Bell, Regina, Ariel, os Uncharmings, até um navio ou um pedaço de corda, o cara domina a cena em qualquer aparição que ele faça. Acho que só esse fato já deve ser suficiente para explicar a quantidade de pessoas (incluindo eu) que torcem para que ele e Emma terminem juntos. 
Agora que a Zelena abusou do recalque e jogou a maldição do beijo proibido, podemos esperar situações de tensão mais fortes ainda entre esses dois. Uma pergunta: É só beijo na boca que tá proibido? Não querendo ser mente suja e tals, mas beliscão e apalpada tá liberado, né? De sede eles não morrem.
De qualquer forma, parece que nossa pergunta foi finalmente respondida, com alguns detalhes escondidos, mas respondida. Hook não está traindo Emma, ele realmente a ama e depois de ser amaldiçoado pela Zelena já podemos deduzir que ele não estava de conchavo com a bruxa. Algumas coisas ainda não ficaram claras. Do que Zelena estava se referindo quando disse da escolha do pirata? Tem alguma peça faltando. 
E tudo o que posso tirar desse episódio é que transformar o Hook, um personagem que originalmente nada mais era do que o vilão de Peter Pan, em alguém relacionável, um anti-herói, um irmão e em seguida um futuro par romântico para a protagonista, foi o maior e melhor acerto da série. E o resultado final desse episódio foi muito positivo, de deixar qualquer coração pelo menos mais morninho.
Sim, pensem o que quiserem, mas esse episódio acalentou meu coração negro e peludo. Once Upon a Time é uma série que gira ao redor dos contos de fadas e outras fábulas diversas, porém, quase nunca temos um verdadeiro final feliz. Ver que Ariel encontrou Eric e que os dois vivem felizes em uma ilha foi bom, mesmo. Me fazendo concordar com a Snow, as vezes é bom ter um pouco de felicidade. 
O clima pesado e sombrio da série permeou durante toda a metade da terceira temporada (e ainda está aqui), esse pequeno agrado aos fãs da belíssima Ariel e da talentosa Joanna Garcia foi de abrir um grande sorriso. A verdade é que a atriz está atualmente filmando a série Astronaut Wives Club da ABC e obviamente não teria tempo para maiores participações na série, nada mais justo do que esse desfecho.
Mesmo sem a aparição constante da bruxa, o fantasma da sua presença ainda estava lá. Seria irreal a série nos enfiar um filler faltando apenas 5 episódios para o season finale, logo, transformar tudo aquilo que vimos em mais um ardil da Zelena não foi só inteligente,  foi uma boa forma de exemplificar como deve ser feito o aproveitamento de personagens e tramas. Sério, nem parece a mesma OUAT que nos enrolou por não sei quantos episódios com aquela ilha escura, com um monte de menino batucando e cheia de samambaias do começo da temporada.
E por falar em gestão de tempo, a série mais uma vez fez bem ao colocar Regina e Emma para passarem um tempo juntas. Uma bruxa só não vai ser capaz de vencer Zelena, logo, aproveitar o poder da salvadora é sim a maneira mais rápida e eficiente de lidar com o problema. Gosto quando a série cumpre seu papel de dividir os núcleos e contar boas histórias. Até mesmo os Uncharmings (o apelido pegou, desculpa) tiveram uma participação justa. 
Só fiquei com uma pequena dúvida, por que a Regina colocou um feitiço todo poderoso no puxadinho da Snow e do David se os dois iam em menos de minutos passear pela praia? Só por que a Zelena se fingiu de parteira não significa que ela só faça ataques a domicílio, certo?
Entretanto, Emma perder sua magia a altura do campeonato não faria muita diferença. Tanto que a pressa para fazer com que ela se torne relevante magicamente foi gritante. Se Zelena tirar seus poderes agora, ninguém, eu digo e repito, ninguém iria realmente sentir algum impacto. 
Logo, imagino que os treinamentos dela e da Regina continuarão pelo menos nos próximos episódios, preciso ver a Emma como alguém realmente relevante na arte da magia. Até curti o momento com o espelho, mostrando que mesmo com pouco treinamento ela já é capaz de fazer algo a mais que a Regina, mas não se enganem, já que isso só aconteceu para nos mostrar quão forte ela é. 
O problema é que se não tomarem cuidado as coisas vão ficar muito apressadas e sem sentido. Ou seja, aparentemente foi para isso que serviu o começo da terceira temporada. Certo? Dar um pouco de embasamento nessa magia nova e diferente da salvadora e seu treinamento com a mestra Regina. Bom, eu quero acreditar que sim.
É pessoal, vamos agradecer de pé, mesmo quando o foco do episódio sai de cima da Emma e da Regina e centraliza em dois personagens secundários o ritmo permanece. Assim que assisti aos promos fiquei com medo, muito medo mesmo por que da última vez que a Ariel tinha recebido destaque a carga foi dividida com a Regina, que consegue fazer qualquer Snow sonhadora ficar mais interessante. 
Mesmo Hook tendo seu charme, um episódio inteiro dedicado a ele e Ariel foi a princípio meio preocupante, mas foi tudo indevido. The Jolly Roger não só foi bom, como foi emocional ao extremo e serviu para mostrar que a identidade do pirata permanece, um misto de Killian com Hook, aquilo que nos fez amar o personagem. Será que ‘The Tower’ vai se tornar o único episódio mais ou menos dessa 3B? Espero que sim.
Ps. Agora que todo mundo já sabe que a Zelena é a Wicked Witch, podiam parar de repetir tanto Wicked por episódio, né? Que tal Zezê? Ou Leninha?
Ps². Zelena, a senhora é recalcada mesmo, viu.
Ps³. “Enquanto estamos aqui, quem está cuidando do Henry, os UNCHARMINGS?”. Regina, não existem palavras pra descrever meu amor por você.
Ps4. Quando Regina convidou a Emma para “praticar magia” no meio do mato, quantos fandons de SwannQueen entraram em combustão?
Ps5. Por que ainda estão listando o ator que interpretou o Neal nos créditos? Parem com isso, morreu acabou, tira dos créditos, tira da minha vida.
Ps6. Eu sou o xerife, vem cá, pode dirigir um carro no meio da cidade enquanto as pessoas andam pela calçada e outros carros pelas ruas. David, até tentando ser legal você é burro. Custava levar o neto para um campo aberto?
Ps7. Henry não me fez reclamar de Henry nesse episódio. Is this real life?
Ps8. “Nós somos divertidos”. Não Snow, vocês não são. Menos divertidos que vocês foi a luta entre o Hook e Barba Negra. Miraram na “cena legal” com sombras lutando na vela do navio e acertaram no ridículo.
Ps9. Ariel era a Zelena #BOOOM. Zelena, mais um ponto e você já vai poder pedir música no Fantástico. Parabéns!