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terça-feira, 23 de setembro de 2014

10 anos de Lost

Do Omelete
Podia parecer apenas uma ironia visual de pilotos que querem se fazer de espertinhos, mas duas premissas básicas que sustentaram a dramaturgia de Lost  por todos os seus seis anos, apareceram na forma de cenas intermediárias, sem que nesse primeiro episódio, tivéssemos a menor ideia de que o futuro do show seria determinado por elas. É importante começar esse texto dizendo que não, nunca acreditaremos que tudo – absolutamente tudo – estava planejado desde o início, mas a beleza de se aplicar uma ideia num contexto estabelecido, nunca será menos admirável.
No dia 22 de Setembro de 2004, o Oceanic 815 caiu. Depois de todo o caos inicial, o músico Charlie (Dominic Monaghan) reforça as letras gravadas nos esparadrapos que lhe protegem os dedos. F. A. T. E. Destino. Daqueles que estabelecem tudo, daqueles dos quais não há nenhuma chance de escapatória, tais quais aqueles que moviam os personagens das tragédias gregas, que não tinham nenhuma escolha, que eram movidos pelas profecias anunciadas antes mesmo que eles nascessem, e tinham suas vidas movidas pela execução disso. Claro que a essa altura não sabíamos de nada, nem eles. Mas era o destino, a sina, os propulsores daquela reunião de tipos amaldiçoados.
Ninguém tinha muito do que se orgulhar na sua vida fora da ilha e essa era outra liga entre os personagens. Lost foi construída em torno do conceito de anti-heroi que tomou a televisão dessa Terceira Era de Ouro, inaugurada por Tony Soprano, que mostrou ao mundo que éramos capazes de amar gente que podia ser tão destrutiva. Podíamos até ser conduzidos por um médico determinado a salvar, mas mesmo ele, era tomado de egoísmo e ira, sempre disposto a colocar sua razão acima de qualquer coisa, inclusive de vidas que ele deveria querer salvar. A palavra de ordem dos protagonistas de Lost era “EU”. E eles tinham sido levados até ali para priorizar o outro. Cada um na sua jornada pessoal de compreensão sobre si mesmo, para que a partir disso pudesse haver a possibilidade de entendimento do que é altruísmo. No final das contas eles haviam sido levados até ali porque não havia um mundo aprazível para onde pudessem voltar, mas permanecer na ilha e preservá-la era uma questão de chegar a essa consciência. Era uma questão de jogar fora esse “EU”.
Jack (Matthew Fox): Eu sofro porque sou tão bom a ponto de me sacrificar pelos outros. Eu sou mais esperto, eu sou a liderança, eu sou o responsável, eu preciso ser reconhecido por isso.
Kate (Evangeline Lilly): Eu mato pelos que amo e eu não quero pagar por isso.
Sawyer (Josh Holloway): Eu seduzo, eu engano, eu roubo, eu sou assim porque eu sofri quando criança.
Sun e Jin (Yunjin Kim e Daniel Dae Kim): Nós mentimos.
Hurley (Jorge Garcia): Eu sou um incompreendido... Eu só quero amor, não quero dinheiro, mas não vou abrir mão dele, tampouco.
Sayid (Naveen Andrews): Eu torturo, mato e mutilo. Mas, eu também amo.
Locke (Terry O’Quinn): Não me diga o que EU não posso fazer. Mesmo que eu não possa.
Não se tratava apenas de seguir uma fórmula que ficou estabelecida desde The Sopranos: esses protagonistas falhos, sendo conduzidos com personalidades tridimensionadas, para que seus defeitos e qualidades se fundissem num reflexo até brutal de nós mesmos. No caso de Lost essas similaridades tinham um grande propósito. Se um deles precisava ficar na ilha, não poderia haver um mundo possível do outro lado do oceano.
O Mito
Também logo no início da série, Locke fala com Walt sobre um jogo e mostra a ele duas pedras, uma branca e a outra preta. Dois lados: um claro e o outro escuro. A base maior para tudo que nos permeia desde o início das civilizações. O claro e o escuro que aparecerão em vários outros momentos, tanto de formas práticas quanto metafóricas, como pombas num sonho de Charlie ou como os olhos de Locke num sonho de Claire. Mas já está estabelecido aqui que John é o personagem que está diretamente ligado a essa base narrativa. Sendo ele, também, o primeiro a ver o Monstro de Fumaça, sem que fosse atacado por ele. Locke era o único que sempre quis acreditar e se tornara por isso, o fantoche mais acessível.
Chocado, Jack, logo no episódio piloto, vê o pai que deveria estar morto, espreitando nos arbustos. Esse momento, junto com o monstro andando na selva, foi o que mais ampliou o universo do show para fronteiras mitológicas. No fim de tudo, estavam interligados por uma das maiores ousadias da dramaturgia de Lost. Aquela que dividiu esse destino dos personagens em dois sentidos específicos, liderados pelos dois representantes do claro e do escuro.
Jacob, o lado claro, reuniu na ilha todo aquele grupo de pessoas que nada tinha a perder, os fez conhecer e descobrir a ilha lentamente, porque simplesmente dizer a eles o que eles precisavam fazer não os  convenceria a ficar. E o lado claro, vejam só, dá ao outro a liberdade de dizer não. Já o Homem de Preto, o lado escuro, não acredita em renúncia pessoal e sim em objetivo definido. Ele reforça o “eu” e norteia sua existência para conseguir o que quer. Com sua forma alterada pelo contato com a energia eletromagnética da ilha, ele fica preso nela e passa a desejar ardentemente a vingança e a liberdade. Mas, não pode fazê-lo sozinho e assim que o avião cai, começa seus planos de manipulação através das relações humanas.
Na maioria das vezes, o que a ilha queria era o que o Monstro queria. Visões de mortos com recomendações específicas e julgamentos de sobreviventes eram só alguns exemplos. Na forma do pai de Jack, o Monstro não conseguiria o acesso necessário, mas conseguiria, talvez, manipular alguém muito ávido por sentir-se especial. Então Locke vira a ferramenta perfeita. Ele precisa primeiro ser convencido de que tem um papel na ilha, depois ser convencido de que precisa fazer qualquer coisa para mantê-lo e por fim, virar a capa perfeita, cheia de ligações emocionais com todos os outros sobreviventes. O Homem de Preto era o jogador mais agressivo, que saía para o tabuleiro movimentando as peças, o que acabou resultando no sucesso de seus planos de execução.
A Ciência
Não se pode julgar um espectador que não consegue absorver a proposta de Lost... Mas, não se pode dizer também que não havia um pensamento que tivesse amarrado toda essa junção ousada de ciência e mitologia que constituíram a atmosfera da série. Ao inserir, no ano 2, o plot da escotilha, o roteiro tinha descoberto uma base narrativa que foi a condução mais viável para tudo que pudesse ser encarado como inexplicável, partindo sempre do princípio dramatúrgico básico de que a ficção permite o ato da fé naquilo que seja – à primeira vista – imponderável.
Na segunda temporada ouvimos sobre energia eletromagnética... Ela estava ali, presente na escotilha, atraindo a chave pendurada no cordão de Jack, por exemplo. Nesse primeiro momento, achamos que a história toda do botão que precisa ser apertado a cada 108 minutos é uma grande loucura. Mas, vamos entender mais tarde que toda a ilha está situada acima de um imenso bolsão de energia eletromagnética, energia essa que é, cientificamente falando, imprevisível se vier em condições maciças.
Toda a matéria existente no universo é constituída por átomos (…) A instabilidade dos átomos está associada a um excesso de energia acumulada, que tende a ser liberada sob a forma de radiações (…) Células vivas expostas a essa radiação, por exemplo, podem ser destruídas ou alteradas” (Fonte: Biodieselbr.com)
No trecho acima, está, por exemplo, um possível embasamento de muito do que vimos no decorrer daqueles seis anos. O corpo humano também irradia energia eletromagnética e pode ser alterado ou transformado se entrar em contato com formas brutas dessa liberação energética. A ilha, carregada em altos níveis por essa energia, acabava alterando o funcionamento do corpo, curando doenças, impedindo gestações, interferindo no curso normal da ação do tempo e da natureza.
No famigerado episódio Across the Sea, do sexto ano, o que vimos foi um tempo de incompreensão acerca desses aspectos científicos da “tal luz”. A ilha, como um todo, era como um isolante dessa energia, que escapava, eventualmente, por frestas geradas pela ação do tempo ou do homem. A escotilha e o botão, a roda congelada... por vários momentos nós estivemos diante de escapes dessa energia ou de descarregamentos dela. Da explosão do segundo até os saltos no tempo do quinto, era sempre a mesma luz que era gerada do centro da ilha para fora, e esse era sempre um sinal de que a liberação dessa força é que terminava sendo responsável pelo desequilíbrio das circunstâncias e do tempo. Eletromagnetismo e radiação são velhos conhecidos nossos em qualquer trama de ficção científica que lide com questões desse tipo.
Mas então imaginemos que civilizações muito antigas tenham estado em contato com a ilha. Os egípcios parecem ter estado por lá e é claro que assim como nos estudos de Erich Von Daniken, manifestações científicas que não podiam ser traduzidas ou compreendidas, eram confundidas com mito, com divindade. Assim, estátuas de adoração, templos de contemplação, escrituras e profecias eram parte de um tempo da ilha onde não havia uma Iniciativa Dharma, a primeira a correlacionar os eventos inexplicáveis da ilha a sua natureza eletromagnética.
A Fé
Por mais que em qualquer boa trama de ficção haja muito embasamento científico, não se pode esquecer jamais que estamos diante de uma história inventada e que o prazer de fingir que acreditamos nela está em conceder e permitir. Há aspectos de Lost que não podem ser explicados com pesquisa prática, mas não se pode maldizê-los por isso. Alguma coisa no meio do percurso é regra estabelecida pela vontade ou é manifestação emocional bruta, sem medo de não ser verdade.
Mesmo que tenha sido a energia eletromagnética a transformar o Homem de Preto no Monstro de Fumaça (tanto que ao descarregar ilha, ele volta ao normal), não temos uma explicação prática para a imortalidade e os poderes de Jacob. Não sabemos como o cargo de guardião da ilha passa de uma pessoa pra outra. Mas, ao mesmo tempo, numa trama tão tomada de embasamento teórico, seria mesmo tão pecaminoso assim que houvesse um aspecto fantástico da história que tivesse surgido como surgem tantas boas histórias da humanidade? Vontade, apenas.
Mulder e Scully tinham milhões de referências científicas para embasar seus casos, mas nada podiam fazer pra explicar a vida após a morte, que era tão presente em Arquivo X. O universo alternativo de Fringe foi descoberto e explorado de muitas formas cientificamente prováveis, mas a consciência de Bell ir parar no cérebro de Olívia mesmo com ele morto é algo que se aceita mais por vontade do que por teoria. Bons roteiristas sabem conduzir esses experimentos narrativos de forma a torná-los viáveis e cheios da atmosfera do show, mas o papel de Jacob na ilha ou o fato do Monstro tomar a forma de quem já estava morto, são aspectos inverossímeis naturais ao exercício da fé cênica. Se o entorno estiver sendo bem cuidado, podemos nos permitir acreditar em um ou outro detalhe que tivesse precisado existir por vontade, muito menos que por verdade.
É aí que se situa, também, a decisão de sobrenaturalizar os flashes do sexto ano. Se a série começou falando de destino, fez sentido para os roteiristas que essa noção de predestinação os perseguisse até mesmo no pós-vida. Todos nós conhecemos um pouco dessa sensação de “evento compartilhado”. Toda vez que encontramos com uma turma de escola, de faculdade, de viagem, de infância, de trabalho, que tenha sido transformadora na nossa  vida, que tenha sido uma parte descolada da nossa rotina, sempre temos a sensação de que naquele período, com aquelas pessoas, aquele tempo, nos define em alguma instância. Nesses reencontros nós acabamos entendendo que vivemos algo especial, compartilhado com aquele grupo de pessoas que será o único que compreenderá aquela sensação. Participantes de uma mesma edição de um reality show devem sentir isso o tempo todo. E foi aí, nessa direção, que caminharam os eventos da última temporada de Lost. Claro que todo mundo tem o direito de não aceitar essa explicação lúdica, mas aí não reside um julgamento de valor e sim uma diferença de impactos. O que não afeta uns, afeta outros, e o mundo continua girando.
Ao final do último episódio, a mitologia da série estava bastante esclarecida. Existe um eco indelicado a respeito de Lost, que confunde rejeição a resposta com falta de resposta. Que confunde não querer um sentido emocional e lírico com não poder haver lirismo. Existem algumas das maiores histórias de ficção científica da humanidade que dependem apenas e exclusivamente da nossa fé. Talvez o problema tenha partido da maior qualidade de Lost:: chegar perto, muito perto, de se fazer real. Assim, por amor mesmo. A questão é que havia uma fumaça preta rondando a ilha desde o primeiro ano e esse já era um indicativo claro de que no meio das buscas por referência e ciência, haveria a fé e o mito, que dependem exclusivamente da nossa permissão para existir. O que acontece é que alguns de nós nos deleitamos, nos refestelamos, fomos ao apogeu da permissividade, e em dado momento, depois do êxtase, quando a série pediu por nossa aprovação, nós dissemos “NÃO!”.
A toda inteligência, esperteza, sagacidade e catarse que Lost me proporcionou, eu agradeci dizendo sim... Eu podia acreditar nela, principalmente porque por seis anos, ela sempre acreditou em mim.

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

20 curiosidades perdidas sobre Lost

Do Box
Demorou, mas chegou. De todas as séries do mundo, talvez essa seja a que tem mais curiosidades e segredos. Por isso, hoje a Caixa Preta é especial e vai trazer algumas curiosidades sobre Lost(se eu fosse trazer todas, ia ter post pra mais de um mês e todo mundo ia ficar cansado de ler isso aqui).
Lost teve seis temporadas e foi criada por Jeffrey Lieber, Damon Lindelof e pelo brilhante JJ Abrams. A série mostra a luta dos 48 sobreviventes do desastre aéreo da Oceanic Airlines por meio de uma narrativa entrecortada por flashbacks e flashforwards, mostrando a vida dos personagens antes e depois do acidente de avião.  O sucesso de Lost é um fato e nem preciso entrar nesses detalhes.
Então, vamos entrar nos detalhes que interessam?
# Lost é uma das séries mais caras da história da TV. Tudo por causa de seu grande elenco e de suas gravações acontecerem no Havaí. Isso era dispendioso tanto para a produção como para o elenco. Jorge Garcia, o Hurley, perdeu o casamento da própria  irmã por conta das gravações longe de casa.
# A ABC optou por não mandar o avião usado no piloto inteiro para o Havaí. Ao invés disso, o canal despachou 40 produtores para Mojave, onde desmontaram o avião em muitas peças separadas. Esse processo durou 5 dias.
# A tatuagem do Charlie é uma letra de música dos Beatles chamada Strawberry Fields Forever. Na tatuagem, podemos ler “Living is easy with eyes closed”, ou em bom português, “viver é fácil com os olhos fechados.”
# As pedras usadas em cenas na caverna da cachoeira eram feitas de borracha para que o som dos atores e da produção andando sobre essas pedras não fossem detectados pela câmera.
# O personagem Charlie foi pensado originalmente para um ator bem mais velho. Mas o teste de Dominic Monaghan surpreendeu tanto os produtores de Lost que eles o escolheram e reescreveram o personagem para se adaptar ao ator.
# Vincent, o cachorro, na verdade, é uma cadelinha. O nome dela é Madison.
# O símbolo que Claire usa no pescoço é o kanji japonês que corresponde à palavra amor.
# A ABC confirmou a produção de Lostmesmo antes da série ter um roteiro pronto. JJ Abrams e Damon Lindelof tinham apenas as tramas iniciais na cabeça, mas isso já foi suficiente para a ABC colocar o show em sua programação.
# Originalmente, Michael Emerson foi escalado para participar de alguns poucos episódios da segunda temporada. Mas os produtores ficaram tão impressionados por sua performance na telinha que o contrataram como regular e reescreveram a parte de Henry Gale/Ben para que ele pudesse ter mais cenas.
# A primeira cena de Lost que foi gravada foi aquela do piloto na qual Charlie é confrontado pela comissária de bordo, segundos antes do acidente do avião.
# A ideia original para Kate, na verdade, foi usada na personagem Rose. Inicialmente, Kate seria uma mulher mais velha, separada do marido, que foi ao banheiro na cauda do avião no acidente.
# Eko era para se chamar Emeka.
# Sawyer é outro personagem que seria mais velho e que vestiria ternos. Mas no teste de Josh Holloway, ele esqueceu uma fala, chutou uma cadeira próxima de frustração e ainda soltou um palavrão. Os produtores gostaram da atitude dele e viram nele um novo Sawyer. Ele ganhou o papel e os produtores reescreveram o Sawyer para ser interpretado por Josh.
# As tatuagens de Jack são reais do próprio ator que o interpreta, Matthew Fox.
# Yunjim Kim fez testes para ser a Kate. Os produtores decidiram que ela não era o que procuravam para viver a personagem, mas gostaram tanto do teste que criaram um personagem para ela e um outro, que seria o marido dela na trama.
# Jorge Garcia foi o primeiro a entrar para o elenco de Lost. JJ Abrams o convidou para participar da série após vê-lo em Curb Your Enthusiasm.
# Jorge Garcia, Matthew Fox e Dominic Monaghan fizeram testes inicialmente para ser o Sawyer, porque os outros personagens não haviam sido criados ainda.
# Na série, há lugares e objetos que fazem referência às Sete Maravilhas do Mundo Antigo.  Temos a Grande Pirâmide de Giza (a construção dentro do Templo dos Outros é uma pirâmide), os Jardins Suspensos da Babilônia (os jardins na Estação Orchid), Colosso de Rhodes (a grande estátua na ilha), Templo de Artemis (o Templo dos Outros), Mausoléu de Halicanassus (o lugar de descanso de Adão e Eva), Estátua de Zeus (a estátua de Tawaret) e o farol de Alexandria (o farol de Jacob).
# Danielle Rousseau tem seu nome baseado em Jean Jacques Rousseau, filósofo do século XVIII que criou a teoria do bom selvagem, uma visão que defende que o homem nasce livre e puro, mas é subsequentemente corrompido pela sociedade e pela civilização.
# Naveen Andrews que teve a ideia do romance entre Sayid e Shannon, não um produtor.
Bom, que Lost tem mais curiosidades, já sabemos disso. Então compartilhe as que você achar mais importante aí nos comentários conosco. Semana que vem tem mais Caixa Preta.
Até semana que vem.
Originalmente publicada no dia 18 de julho de 2011.

sexta-feira, 12 de abril de 2013

Top 5 "Quero ser Lost"


Que Lost foi um marco essencial na TV mundial não há dúvidas! Detém o piloto de série mais caro da história! Nenhuma outra série foi tão feliz na junção de referências filosóficas e cultura pop! Suas seis temporadas arrebataram fãs no mundo inteiro, instigados para desvendarem todos os seus mistérios e questionamentos. Sua narrativa fragmentada, singular, encontrou lugar cativo no imaginário popular.
O buraco deixado por Lost precisava necessáriamente (seguindo a lógica televisiva) ser preenchida. E rápido.
E foi.
Algumas não conseguiram superar o imenso vazio e foram rapidamente canceladas. Outras até que atingiram o ponto, mas como ninguém entendeu direito, também receberam o corte. E apenas poucas conseguiram atingir o oásis da audiência. E por isso que o seu, o meu, o nosso Top5elenca as cinco séries que, quando perguntadas o que queriam ser quando crescessem, respondiam de imediato: “Quero ser Lost!”
Com vocês, cinco Lost wannabe.

5º The Event

De um lado, um presidente americano deseja saber mais sobre as operações da CIA ao passo que o diretor da mesma instituição preocupa-se em manter certos segredos longe dos olhos do público, particularmente uma prisão escondida no meio do Alasca que abriga prisioneiros com poderes sobre-humanos. Do outro, um casal de noivos é separado bruscamente com o desaparecimento da garota durante uma viagem de férias e o rapaz é acusado de terrorismo. O que essas duas histórias tem em comum?
Múltiplas narrativas que se interligam por meio de situações aparentemente inexplicáveis? Um mistério a respeito do que envolve essas pessoas? Lost? Não, The Event. Muitas perguntas foram feitas em seus 22 episódios. Infelizmente, boa parte delas não foram respondidas e, talvez, jamais o serão, uma vez que foi cancelada em sua primeira temporada.

4º Flash Foward

Pessoas no mundo inteiro experimentam, por exatos dois minutos e dezessete segundos, o que ocorrerá com suas vidas seis meses no futuro. Ao terminar esses curto tempo, muitos morreram em acidentes provocados por tudo o que há envolvimento humano. Um agente da FBI, chamado Mark Benford, juntamente com sua equipe, tenta descobrir as razões do acontecimento.
Visões do futuro? Investigação sobre o que pode ter acontecido? Sim, meu caro, você já viu esse filme antes, quer dizer, essa série antes e se chamava Lost. E foi exatamente esse o grande problema de Flash Foward: ter sido vendida como a nova Lost. Havia semelhanças, sim! Mas também possuía suas qualidades próprias. Geral nem quis saber: 22 episódios, ganchos fortes para uma segunda temporada e cancelamento na primeira.

3º Alcatraz

J. J. Abrams é a aplicação máxima do “nada se cria, tudo se copia”. Criador de Lost, ele investiu no mistério e nos acontecimentos inusitados para emplacar essa sua cria. Mais de 300 prisioneiro desapareceram da prisão mais segura de todos os tempos nos anos 70. No entanto, essesdesaparecidos voltaram a ativa na atualidade com um detalhe: sem ter envelhecido um dia.
Os mesmos mistérios e questionamentos, característicos de J. J. Abrams, estão de volta, mas não da mesma maneira satisfatória que Lost. Os desaparecidos, o sangue com prata coloidal, os experimentos médicos com os prisioneiros. Quem realmente se importou com tudo isso?
Em 13 episódios, muito bem produzidos, o roteiro não foi capaz de prender a atenção de ninguém por mais de uma temporada. Aliás, mal conseguiu prender a atenção de alguém por uma única temporada. Não tinha outro destino a não ser o cancelamento.

2º Once Upon a Time

Essa pode ser considerada a mais Lost wannabe  de todas. Mas o que uma série que dá uma nova visão aos velhos contos clássicos tem em comum com um avião que cai em uma misteriosa ilha? A explicação está além do que se vê na telinha.
Era uma vez (2004, pra ser mais exato), dois roteiristas chamados Adam Horowitz e Edward Kitsis que queriam fazer uma série sobre contos de fadas, mas não sabiam exatamente que dom dar à trama. Nesse meio tempo, integraram a equipe de roteiristas de Lost. Os seis anos que passaram, ensinaram a eles valiosas lições. E não é que os dois aprenderam direitinho a lição e criaram a deliciosa Once Upon a Time?
A estrutura dos episódios é bastante semelhante com Lost. A narrativa fragmentada em dois espaços (e agora, na segunda temporada, em três!), as realidades alternativas, o mistério envolvendo a cidade Storybrooke, remetem imediatamente à ilha. Contudo, OUaT não é uma mera cópia. Manteve o formata, mas conseguiu ser absolutamente original. É o tipo de ideia que todo mundo pensa: porque não pensei nisso antes?
Extremamente bem sucedida, essa série tinha tudo para ser o primeiro lugar nesse Top5. Mas por que não está se é a que mais se aproxima de Lost? Justamente porque ‘no meio do caminho tinha uma pedra’. Uma pedra chamada…

1º Fringe

Mais uma que possui o selo criativo de J. J. Abrams. Contudo, diferente de AlcatrazFringe tem dado certo. E muito certo.
Os agentes do FBI Olivia Dunham e John Scott são chamados para investigar o caso de um avião que pousou no aeroporto de Boston com todos os seus passageiros e tripulação mortos de forma terrível. John quase morre durante a investigação e Olivia, desesperada, procura alguém que possa ajudá-la a resolver o caso. Ao que parece o Dr. Walter Bishop seria a pessoa certa para recorrer. Mas ele esteve numa instituição psiquiátrica durante as últimas décadas e a única maneira de interrogá-lo é através do seu filho, Peter Bishop, quem ele não vê há muito tempo.
Fringe é uma das séries que possui uma base de fãs extremamente dedicada e leal. Apesar deles não gostarem muito, a série é uma espécie de The X File meets Lost. Sua mistura única de ficção científica com elementos da realidade. Criou uma mitologia toda particular, foi aclamada pelo público e crítica. Apesar de um pequeno declínio da audiência nas últimas temporadas, manteve a boa qualidade e consagração.
Por ser a mais bem sucedida de todas, pode-se dizer que Fringe conseguiu e superou o estigma deLost wannabe.
Post feito por José Francisco.

quinta-feira, 14 de março de 2013

Top 15 Mortes Tristes das Séries


O top de hoje está em luto(os personagens não estão presos a uma ordem de relevância na tristeza, já que todas foram super relevantes e sentidas):

Michael Scofield, Prison Break

Após tantos episódios tentando ver Michael sair vivo da prisão, ele faz um último sacrifício! No caso, ele mesmo. Isso tudo para que Sara pudesse escapar da prisão. Depois descobrimos que seu câncer havia voltado, e que ele morreria em breve por conta do tumor.

Robert, Brothers and Sisters

Depois do Senador Robert McCallister e Kitty se afastarem de seus compromissos para cuidar de um linfoma em terceiro estágio, ambos renovaram os votos de casamento. Tudo parecia se acertar. É tão ruim quando você achava que tudo estava resolvido, e o personagem acaba se envolvendo em um acidente de carro, né?

Prue, Charmed

Apesar da personagem tecnicamente já ter morrido antes, Prue finalmente abraçou a morte após ser assassinada por Shax. Todo mundo sabia que Shannen Doherty não tinha boa reputação com a equipe técnica do programa, pelo que se conta dos bastidores da série. Mas o jeito com o qual os roteiristas decidiram matá-la, foi devastador.

Pai do Marshal, How I Met Your Mother

Depois de finalmente conseguir boas notícias sobre todo o esquema de fertilização e gravidez com Lilly, Marshal acaba descobrindo que seu pai morreu por conta de um ataque cardíado. Imagine que triste você ligar para seu pai para dar uma boa notícia e descobrir que ele já não existe mais…

Eddard Stark, Game Of Thrones

Ned admite traição para salvar a cabeça de sua família, mas acaba perdendo a sua, em um golpe que deixou todos os fãs da série loucos de raiva com o prepotente e jovem novo Rei. O cara foi degolado em frente a suas duas filhas, sem contar que ele era o personagem principal da série. Além de triste, chocante!

Delores Landingham, The West Wing

Imagine só, já com idade avançada, Delores tomou coragem para finalmente comprar seu carro. Com poucos dias dirigindo, ela acaba morta em um acidente envolvendo um motorista bêbado. No funeral, um discurso inesquecível feito por um Presidente dos Estados Unidos, mesmo que apenas fictício.

Mike Delfino, Desperate Housewifes

Mike tinha acabado de contar o Susan o motivo de ser tão emocionalmente fechado, como seu pai espancava sua mãe, e o quanto ele a amava. Coisas íntimas, sabe? Do coração, pô! E daí, minutos depois, um carro preto ao estilo A Próxima Vítima para em frente a casa de Susan e ele é baleado. Triste mesmo é ver Susan com seu amor, morto em seus braços.

Jen, Dawson’s Creek

Não importa que Jen teve uma morte tranquila, com sua avó junto a ela no hospital. A verdade é que ela não resistiu a sua doença de coração e deixou uma criança de um aninho para trás. Só não chora quem não tem coração!!!

Rita, Dexter

Dexter volta para a casa e descobre seu filho chorando, em uma poça de sangue formada com a água da banheira, que transbordou. Dentro dela, sua esposa assassinada. Para alguns fãs da série, a morte foi ótima, afinal Rita já estava enchendo o saco. Para outros, a perda foi sentida, já que a personagem estava ganhando simpatia novamente.

Dr. Mark Green, ER

Dr. Greene era a alma da sala de emergência. Ver ele morrendo é a mesma coisa que ver ERmorrendo. Foi sofrido demais!

Marissa Cooper, The OC

Todo mundo já sabia que Marissa não estaria de volta no quarto ano de The OC, mas quem imaginou que os roteiristas da série a matariam nos instantes finais da terceira temporada? Para muitos, a morte foi um alívio, afinal a personagem estava RBD demais. Para outros, vê-la morrer nos braços de Ryan foi uma tristeza sem precedentes. Ali morria também The OC.

Jin e Sun, Lost

Muitos fãs de Lost queriam ver Jin e Sun saírem daquela ilha, cuidando de sua filha, e sendo felizes de uma vez por todas. Os roteiristas quiseram o contrário… Nos episódios finais da série, vimos o casal preso em um submarino naufragado, apoiando um ao outro em seus momentos derradeiros. Deu vontade de chorar sim!

Denny Duquette, Grey’s Anatomy

Se a morte de Denny Duquete não te deu vontade de chorar, pelo menos, deu um Emmy para Katherine Heigl. Quando Izzie se apaixonou pelo paciente que sofria de problemas cardíacos, sabíamos que a coisa não ia acabar bem. Mas nem de longe imaginamos que ia acabar como acabou. Você chora tanto vendo essas cenas que até emagrece.

Nate Fisher, Six Feet Under

Nunca é fácil dizer adeus ao personagem principal de uma série. Com Nate Fisher então foi horrível. O personagem tinha um aneurisma desde os episódios iniciais. Mas nós achávamos que estava tudo bem. O cara descobre que a doença voltou, faz uma cirurgia, e morre ao lado de seu irmão. Pior que isso, só o final da série mesmo. É tão triste que deixa a audiência em estado de luto. Impressionante.
Fonte: Box de Séries.

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Grey's Anatomy - 3x09 From Whisper to a Scream


"Como médicos sabemos tudo da vida dos outros, seu histórico médico, experiências sexuais, informações confidenciais que são essenciais para um cirurgião como uma lâmina de bisturi" - Cristina Yang.

Derek faz palavras cruzadas já que Meredith lhe nega fogo pela manhã, os dois lembram seriamente um casal na meia-idade. O episódio começa em flashforward com uma narração de Cristina, mostrando a mesma ensanguentada correndo pelos corredores paralelo a flashes de cenas de amor com Burke. Para qualquer leigo, flashforwards são pulos temporais. Para qualquer um que embarcou na jornada de Lost, sabe que junto com as mexidas no tempo vem aqueles momentos imprevisíveis que podem levar a série em qualquer direção. Algo está errado com Cristina, digo, mesmo para atrapalhar as gracinhas de Derek e Meredith, cada oportunidade de ver Cristina sendo humana vale o episódio. Por mais que a tensão da cena se quebre com Derek intimando que quando o momento desabafo terminar, quer sexo.

Cristina se preocupa com Burke ficar com tremores durante a cirurgia do pai de George, Richard dá um de Gossip Girl e os observa. Izzie se estressa por ter estar na condicional de cirurgias. Bailey convoca seus internos para atenderem vítimas de um acidente coletivo em um mercado de peixe, contudo aloca Izzie para cuidar do pai de George, o Sr. O'Mailey. Fraturas múltiplas, raios-X e muita tensão. Bailey se solidariza com a esposa do motorista que causou o acidente, já que segundo a senhora, o carro ficou desgovernado.
Addison ampara uma jovem desfigurada devido os ferimentos. Karev a examina e Mark pede que a ruiva não amole o seu interno, já que isso é função dele.


Porém, Mark e Addison trabalham em conjunto já que a moça para completar está grávida. E é claro que o galudo mandaria uma cantada daquelas. McSteamy diz que gosta quando ela dá ordens, para ela mandar mais. Só esse Mark. A mãe de George conhece Izzie e pergunta meio sem jeito se eles não tem nenhum envolvimento sexual. Tipo, só umas três vezes. Cristina fica mais apreensiva já que a Dra.Hahn, a que rivalizou com Burke pelo coração no finale passado, dá as caras para realizar uma consulta no SGH ou seja operar o Sr.O'Mailey. Callie diz se importar com George e ele ironiza que por isso ela dormiu com Sloan. A ortopedista procura Grey para saber se ela contou a George de sua aventura com Mark.


A moça grávida além de ser mãe solteira mesmo(já que o pai provavelmente é um ficante que a desconhece) ainda está com um pedaço de vidro prestes a penetrar em seu coração. 14 entradas de pacientes, 2 mortes e são só dez minutos de episódio. Derek pergunta a Burke onde está Cristina já que ela interrompeu o caça-palavras de manhã e estava supostamente como sua interna no caso do motorista. Meredith pega o gancho e salva a pele da amiga. Izzie acaba falando demais e agora os pais de George querem saber por que ele substituiu Burke. Callie parte para bater em Meredith o que seria ótimo no início da temporada em meio a sua indecisão, Izzie impede que a amiga seja esfolada e o mal-entendido é esclarecido quando fica evidente que outra pessoa contou a George. A durona conta que dormiu com Sloan, porém ela e George haviam terminado. George alfineta Cristina para contar a Izzie porque será a Dra. Hahn que vai operar seu pai. E não será a única cirurgia pela frente.


Burke conta a Cristina que o plano do chefe é se aposentar e passar o bastão de cirurgião-chefe para ele. Portanto, a Dra.Hahn o substituiria na cirurgia cardio torácica. Mas aí a fícha cai. Os dois não chegam a um consenso e começam a brigar. Contudo eles chegam às vias de fato e outra fícha cai, que talvez o relacionamento dos dois não sobreviva a essa tsunami de acontecimentos. Os pais de George mudam o cronograma da operação e ele raivoso por achar que Izzie tem algo a ver com a alteração, conta que ela foi suspensa por ter sido responsável pela morte de um paciente. A loirinha não precisava disso. Por que George não conta logo de uma vez que Burke está com tremores? Sinto cheiro de sangue.

Hahn ajuda Derek a operar o motorista enquanto que Burke conduz a cirurgia da chingling com o barra de vidro incrustada. Callie esclarece que o que houve entre ela e Mark foi quando os dois haviam terminado. Ela vai atrás dele e George banca a menina mimada que fere os outros como forma de lidar com a tensão da vida. Yang fica ao lado de Burke na cirurgia. Complicações levam Hahn a recrutar Burke, Cristina se apavora. Meredith entende que ele precisa dela para efetuar os procedimentos. Um furo é feito no coração acidentalmente e Burke mais uma vez é rude com Yang que o delata para o chefe. Rola um clima daqueles entre Addison e Alex e já considero questão de tempo até os dois se envolverem. Mas..vem cá quem chamava alguém de interna safada? Cristina tem o apoio de Meredith para dar o passo adiante. Derek se incomoda com o fato de Meredith saber e não contar para ele, ela justifica que protegeu sua amiga. Izzie e George também não se estranham, já que ela pega carona e uma garfada gigantesca de macarrão no prato do amigo. Escolhas. Não podemos voltar atrás depois de apertar enter.



segunda-feira, 8 de outubro de 2012

V - 1x09 Heretic's Fork


Como visto anteriormente, Erica tenta descobrir o que levou o humano, ajudar os Visitantes, ele fala que fez o que fez para salvar sua família, deixando claro que Alex, foi o último,que ele tinha que matar, para eles.

Val pede explicações a Ryan, sobre o que esta havendo, e ele diz, tudo,( sim ele disse que é um Visitante), ela não acredita de cara, Ryan diz que tudo que ele falou foi mentira, e que eles tem que ir, pois estão atrás, do bebê deles.( Não!!!!, deixem a Val e o bebê em paz).

Anna inaugura o programa "Viver a bordo", e no momento em que dar boas vindas aos humanos, novos membros da nave,  Marcus, lhe fala que foi registrado em um centro médico V, a ultrassom, de um bebê metade humano e metade v, Anna mandar que ele prepare tropas de guardas das 29 naves,e os encontre.


Erica volta para casa, para falar com o filho, Tyler, porém não lhe dar atenção,pois estava vendo notícias , de seguidores dos V´s, tendo como uma das notícias principais a criação de uma igreja pros Visitantes, tendo como Anna seu deus (horrível!!!)

Marcus comunica a Anna, que os guardas enviados, para a captura dos pais do híbrido( Ryan e Val), foram mortos, revoltada, ordena que enviem um soldado, Marcus diz:" Nenhum soldado nunca pisou na terra, se os humanos souberem, do nível de destruição que, eles podem causar,"; ela o interrompe, e fala:" Não vão saber, você o seguirá o tempo todo, e limpará as pistas" ( já deu para imaginar do que esses soldados, são capazes, devem ser super V´s,meda).

Kyle continua a tentar torturar o humano traidor, mas Jack não permite, que ele o torture, Erica descobre que ele, é um assassino treinado, ou seja esta mentindo para eles, ela continuar a perguntar por quer, ele ajudou os V`s e ele fala que foi porque, eles salvaram sua filha,por isso era leal a eles.

Val, Leah e Ryan são atacados pelo soldado, depois de matar dois amigos deles,ele vai atrás deles, porém é surpreendido por Erica e Jack, que atiram nele mais não adiante ele parti para sima de Erica, mas leva uma machadada de Kyle, no entanto continua vivo, eles vão embora, deixando o soldado ferido para trás( bicho ruim de morrer). Apesar de tudo Val manda Ryan, ir embora, ela não confia mais nele, e vai embora com Leah,( coitadinho)

Chad, depois de ser curado pelos V´s, decide ajudar Anna, na busca pela 5° Coluna, e depois vai até Jack, falar que não confiar, em Anna e acredita que ela esteja, querendo fazer alguma coisa,e diz a ele para lhe dizer algo se souber, Padre Jack, fica em dúvida se o que ele disse, foi verdade( Afinal, de que lado você está Chad?)

Lisa vai na casa de Erica, comunica-la, que Tyler foi aceito, no programa de "Viver a bordo", Erica, fica mal por saber, que o filho quer parti, Lisa se senti horrível, por ter falado a ela, Tyler chega, e ela diz para ele ficar em casa com sua mãe, que ela precisa dele, e vai embora( Lisa, ta ficando muito humana), ele revoltado pergunta a mãe o que ela disse, Erica responde que não falou nada, e Tyler diz" Eu vou me mudar para nave, e você não vai poder fazer nada",( revoltado o menino).

De volta a nave Lisa vai encontrar a mãe,e diz sobre seu plano de fazer com que Tyler vá para nave, mas que ela precisa que isso aconteça, através de sua mãe, Anna fala , que confia na filha.

Mais a pergunta é, sera mesmo que confia?

Review por Jhenny Duarte