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terça-feira, 29 de dezembro de 2015

Game of Thrones - Confira a primeira imagem de Bran Stark no sexto ano

Enquanto os fãs continuam sem saber qual o destino do personagem Jon Snow (Kit Harington), outro membro da família Stark definitivamente aparecerá na 6ª temporada de Game of Thrones.
Bran
Bran Stark (Isaac Hempstead-Wright) está de volta à série da HBO, depois que seu núcleo ficou de fora da 5ª temporada. As imagens divulgadas mostram Bran bem mais velho e com os cabelos mais curtos.
Na última vez que vimos Bran, na 4ª temporada, ele estava na caverna do Corvo de Três Olhos (agora vivido por Max von Sydow), tentando controlar seus poderes. Agora é esperar o que vem pela frente do destino do personagem e seus companheiros.
Extraído

Game of Thrones foi a série mais baixada de 2015

Pela 4ª vez consecutiva, Game of Thrones é a série mais pirateada do ano.
Segundo o site Torrent Freak, o season finale da 5ª temporada da série da HBO teve cerca de 14,4 milhões de downloads ao redor do mundo, o que é um número muito maior do que observado para qualquer outro episódio de série de TV. 

Mais da metade desses downloads foram feitos ainda na primeira semana após a exibição do finale e, nas primeiras oito horas, o episódio já contabilizava 1,5 milhão de downloads.
Apesar dos esforços da HBO em combater a pirataria da série (exibição mundial simultânea e streaming pela plataforma HBO Now), a série também foi o programa com mais downloads ilegais ao longo deste ano. Ainda assim, a 5ª temporada de GOT obteve recordes em sua audiência, com cerca de 20 milhões de espectadores por episódio quando incluídos os números de todas as formas legais de exibição.
Ainda segundo o TorrentFreak, as pessoas têm preferido baixar releases de maior qualidade, apesar do formato 480p ainda ser o mais popular.
Entre as séries mais baixadas também estão The Walking Dead (6,9 milhões em um episódio) The Big Bang Theory (4,4 milhões em um episódio), Arrow (3,9 milhões). As novatas Mr. Robot e Supergirl também figuram no Top 10 com 3,5 e 3 milhões respectivamente.

Extraído e editado

quinta-feira, 16 de julho de 2015

Empire - Confira o primeiro poster da nova temporada do hit

Adaptado


Já foi divulgado o primeiro poster da segunda temporada de Empire. O hit da FOX estreia novos episódios em 20 de setembro nos EUA.

Os protagonistas Lucius(Terrence Howard) e Cookie(interpretada pela indicada ao Emmy 2015 de melhor atriz, Taraji P.Henson) estão em evidência na bela arte promocional.

Mesclando ingredientes do típico novelão com o submundo da indústria do hip-hop norte-americano, Empire foi um estouro de audiência em sua temporada de estreia e é produzida por Timbaland.



quarta-feira, 8 de julho de 2015

Game of Thrones | 5ª temporada alcança a maior audiência da história da HBO

Extraído



Game of Thrones quebrou mais um recorde e estabeleceu números cada vez melhores para a HBO.
Depois de semanas da conclusão da 5ª temporada, a série está prestes a ultrapassar os 20 milhões de espectadores semanais, em uma contagem que só foi finalizada agora e inclui as exibições originais, reprodução de  DVR, On Demand, HBO Go e HBO Now. 
Até o momento a média está em 19,8 milhões e já quebrou o próprio recorde alcançado na temporada passada (19,1 milhões). Antes de Game of Thrones, o recorde pertencia a The Sopranos que em 2002 teve uma média de 18,2 milhões de espectadores por semana.

terça-feira, 30 de junho de 2015

Grey's - Jessica Capshaw renova seu contrato por mais três anos

Do Série Maníacos




Pelo jeito a ABC não tem planos de encerrar Grey’s Anatomy tão cedo.
A atriz Jessica Capshaw (Arizona), acaba de assinar um novo contrato de três anos com Grey’s Anatomy, mostrando a intenção da emissora em manter a série médica de Shonda Rhimes até pelo menos uma possível 14ª temporada.
Oficialmente Grey’s está renovado apenas até a 12ª temporada, mas a ABC planeja garantir parte do elenco por mais alguns anos. O contrato de Capshaw havia vencido em maio e agora ela concordou ficar na série até maio de 2018.
A próxima atriz que vai sentar na mesa de negociações é Sara Ramirez(Callie), cujo o contrato vence em maio de 2016.

sábado, 27 de junho de 2015

Produtores prometem importantes revelações na nova temporada de Under The Dome

Adaptado do Série Maníacos



O produtor executivo de Under The Dome, Neal Baer, prometeu que a próxima temporada finalmente trará algumas respostas. Quem ou o quê está por trás da redoma?
A série da CBS retornou para sua 3ª temporada Unidos e Baer tem consciência que o público está cada vez mais impaciente por respostas. Em recente entrevista para o Hollywood Reporter ele afirmou:
A 3ª temporada será mais como a 2ª, pois é mais arrepiante, aterrorizante, assombrosa, assustadora. É também a temporada em que revelaremos a vocês – e eu prometo que revelaremos – porque a redoma caiu e quem ou o quê está por trás disso”
Ele ainda disse que explicar a origem da cúpula não significa que a série esteja com um final à vista, pois a revelação trará novas perguntas e mitologias.
Eu gostaria de continuá-la. Nossa intenção é contar uma grande história todo verão, por tanto tempo que o público queira assistir os moradores de Chester’s Mill”
Ele ainda observa que cada temporada tem uma filosofia predominante que a distingue do que veio antes. No primeiro ano foi a fé, o medo e o fascismo. No segundo ano, a fé versus a ciência. E neste ano eles abordarão o “individual versus o grupo”, com a temática de um inimigo interno.
Esses inimigos aparecerão tão logo a série retorne e Bear adianta que alguns dos personagens preferidos do público podem não durar muito tempo, assim como aconteceu na segunda temporada, que em sua premiere teve a morte de dois dos principais personagens. A 3ª temporada já começará com a morte de um personagem muito querido. Ele ainda completa que outros personagens morrerão em seguida. Por outro lado, novos personagens integrarão a trama, interpretados por um time de atores de alto escalão.
É o caso de Marg Helgenberger (CSI) que interpretará Christina Price, uma mulher que causa estragos pela cidade.
Christina é muito perigosa. Com certeza Marg agitará as coisas este ano e terá um grande impacto em todos os nossos personagens, especialmente nossos personagens masculinos”
Duas estrelas de ER também irão reunir-se a Baer nesta temporada: Eriq La Salle e Paul McCrane. La Salle será Hektor Martin, um papel fundamental na mitologia da série, e aparecerá nos episódios 2 e 10. McCrane interpretará o melhor amigo de La Salle, Danville, um homem parcialmente responsável pelo início da empresa de energia, Aktaion. Bear ainda observa que os novos personagens não serão estranhos quando chegarem a Chester’s Mill e que a 3ª temporada verá menos do mundo externo, acrescentando que os militares terão um papel reduzido.
O produtor executivo também relevou que o antagonista Big Jim (Dean Norris) encontrará um aliado inesperado em sua luta para dominar seu mundo. Mas ele manteve mistério sobre a identidade do parceiro:
Será uma das muitas novas alianças que são completamente inesperadas. Quem você pensava ser ruim pode não ser tão ruim quanto alguém que você pensava ser bom”
Baer está convencido que nenhuma das mudanças desta terceira temporada sejam respostas às críticas e reações dos espectadores aos dois primeiros anos da série.
Eu sempre sinto que os críticos… Se eles podem fazer isso melhor, eles deveriam estar escrevendo a série. É muito fácil criticar e realmente muito difícil desenvolver um programa. Acho que as críticas são importantes, porque trazem contexto aos programas. Dão visão. Mas, por causa da internet, a crítica mudou muito nos últimos anos. Há tantos lugares, tantas vozes. Às vezes parece como um efeito em onda, todos seguem a maioria”
Por fim, ele encerra:
Felizmente, o público tem sido consideravelmente à prova de críticas em vários aspectos”

sábado, 25 de abril de 2015

Grey’s Anatomy - Importante personagem deixa a série depois de 11 temporadas

Do Série Maníacos
ESTA NOTÍCIA CONTÉM SPOILERS
Os corredores de Seattle Grace ficarão órfãos de um de seus médicos.
O ator Patrick Dempsey, que interpreta Dr. Derek Shepherd, um dos protagonistas de Grey’s Anatomy, não fará mais parte do elenco da série após o episódio exibido na noite de ontem 23, nos Estados Unidos.
O personagem interpretado por Dempsey se envolveu num acidente de carro, deixando sua esposa Meredith (Ellen Pompeo) sem opção a não ser desligar os aparelhos que o deixava vivo, o que marcou mais um trágico fim a um dos principais personagens de Greys, em um capítulo escrito pela própria criadora da série, Shonda Rhimes.
A morte de Derek pegou muitos fãs de surpresa, uma vez que tanto Patrick Dempsey como Ellen Pompeo, já estavam com supostos contratos assinados até uma possível 12ª temporada.
Derek Shepard é sempre será um imporante personagem – para Meredith, para mim e para os fãs”
Disse Rhimes em uma declaração oficial. Ela ainda completou:
Nunca imaginei que me despediria do nosso queridinho. A atuação de Patrick Dempsey no papel de Derek mostrou importantes exemplos de felicidade, tristeza, romance, dor e lealdade que toda mulher deve procurar em um relacionamento moderno. Sentiremos sua falta. Agora Meredith e toda a família de Grey’s Anatomy entrarão em um território desconhecido nesse novo capítulo de suas vidas”
Rumores da saída de Dempsey começaram a ser espalhados recentemente. Nesta temporada, em sua narrativa, o personagem foi enviado para trabalhar em Washington, diminuindo seu tempo de tela significativamente. O ator também disse em entrevista ao Portland Press Herald em novembro de 2014 que seu personagem deixaria a série em breve.
Depois de 11 temporadas em Grey’s, Patrick Dempsey decidiu procurar novos trabalhos”
Disse a ABC em pronunciamento oficial.
Dr. Shepherd é um personagem icônico e estamos muitos felizes por ter sido o lar do nosso queridinho e por contar sua história com Meredith. A devoção dos fãs ao longo desses anos tem sido a prova da criatividade de Shonda e o talento de Patrick

terça-feira, 21 de abril de 2015

Empire - Atrizes entram para elenco fixo da segunda temporada

Do Série Maníacos
Empire Season 2
As personagens de Ta’Rhonda Jones (Porsha Taylor) e Gabourey Sidibe (Becky Williams) acabam de ser anunciadas como parte do elenco de regulares para a 2ª temporada do mega hit da Fox, Empire.
Porscha é a assistente de Cookie Lyon, vivida por Taraji P. Henson, enquanto que Becky trabalha com o ex-marido de Cookie e CEO da Empire Entertainment, Lucious Lyon, interpretado por Terence Howard.
A promoção de ambas vai ter efeitos na trama da próxima temporada, que encerrou agora em março a sua temporada inaugural, com registro de audiência surpreendente.
"Nós amamos ambas as personagens e queremos que elas permaneçam na série”
Disse showrunner da série, Ilene Chaiken, em entrevista.

sábado, 21 de março de 2015

Glee - 5x20 The Untitled Rachel Berry Project(Season Finale)

Review de Camila Barbieri
Uma temporada que não vai deixar saudade.
Esgotaram-se as desculpas.  Por muito tempo, fui tolerante com Glee e com os percalços pelos quais a série vem passando. Foram duros golpes que deixaram sua marca na produção, mas o tempo deveria curar as feridas e não deixá-las ainda mais expostas. Essa temporada foi exatamente assim. 
Uma ferida aberta sem chance de cicatrização. Uma temporada onde os erros se acumularam e na qual tivemos apenas episódios medianos ou ruins.
Nunca, em cinco anos de série eu me despedi de uma temporada com comentários assim. E eu sofro fazendo isso, podem acreditar, porque quem acompanha as reviews sabe que sou uma fã bastante orgulhosa de Glee e eu sempre tento consigo ver algo de bom nos episódios, mesmo quando a opinião geral é negativa. Desde a semana passada, no entanto, não consigo mais emanar essa positividade. 
Chego ao ponto de, pela primeira vez, admitir que Glee precisa acabar. Justo eu, que ficava dizendo que veria mais 10 anos da série numa boa. Eu veria sim, a Glee das quatro temporadas iniciais, mesmo sabendo que muita gente já odeia a Season 4.  Mas a Glee dessa Season 5? SOCORRO. Espero não ter que passar por isso nunca mais. Temporada sem brilho, sem graça, sem rumo.
É impressionante, aliás, como essa Season Finale é exatamente cabível na descrição acima, embora eu deva acrescentar também o termo “sem noção”. Sei por que fizeram o que fizeram. 
Na temporada final, que será exibida só na Mid-Season 2015 (sintam a decadência) os roteiristas pretender dar um salto temporal, zerar o placar e reiniciar o jogo, criando novos rumos para a despedida de cada personagem. É compreensível e espero que funcione, pois do jeito que está não pode ficar.
Talvez a única história que ainda faça sentido seja a de Rachel. A trajetória e as atitudes dela, mesmo questionáveis, são o que se espera dela. Como sabemos, o objetivo da série é nos levar nessa jornada dela, rumo ao estrelato e até aí temos coerência. Inclusive, a única coisa que faz sentido nessa finale é Rachel e sua tentativa de ir para a TV.
A roteirista maluca é o perfeito retrato da equipe de Glee, que cria um monte de plots aleatórios usando os atores como inspiração, mas a boa ideia termina aí. Acho que meu único momento de “leve sorriso” foi quando a moça roteirista enfia um donnut no sutiã e a reação de Artie é super pontual. Fora isso nada mais se salva no quesito humor.
No quesito musical, as escolhas continuam impressionantemente chatas. Mal lembro de “Glitter in The Air” e “Shakin’ My Head”, com Mercedes e Brittanny foi uma das coisas mais avulsas, o que corrobora a aparição da própria Brittany. De boa, o que é que ela estava fazendo nessa Finale? Onde estava Santana? É inaceitável, embora eu adore Brittany. Ela não teve qualquer função no episódio, apenas surge e fica lá, soltando frases sem a menor graça.
E por falar em sem graça, sei que a coisa está grave quando nem Sam está funcionando como alívio cômico. “Girls on Film” foi um péssimo clipe e o plot com Mercedes é de fazer revirar os olhos. Os dois não funcionam como casal e depois de toda a patacoada que nos obrigaram a ver, decidem que vão ficar separados. 
Mercedes vai ter uma longa carreira de apresentações em shoppings e Sam vai voltar para Lima, porque já alcançou seu objetivo de estar estampado na lateral de um ônibus com as “partes” destacadas. Quanta idiotice.
Artie, depois de ser amigo de metrô da Rachel não fez mais nada. Só passeia de cadeira de rodas pelos corredores da faculdade de cinema, enquanto Kurt e Blaine não saem do tema “casal de meia idade em crise”. Essa trama de Blaine sendo protegido por velhas senhoras se tornou bem patético. Adorei que o lançamento de sua carreira é estrondoso e cabe numa sala com 50 pessoas anônimas. Nessa toada, melhor cantar com Mercedes em shoppings ou virar cantor de churrascaria.
Também não entendi o lance de June querer destruir Kurt e de uma hora para outra sorrir feito anjo e dizer que o acha maravilhoso. DAI-ME PACIÊNCIA.“ American Boy” não foi tão boa assim pra convencê-la a mudar de opinião. E só para constar, as músicas idosas com June e Blaine são soníferas, a exemplo de “No Time at All”.
Para finalizar, decidem que todos precisam voltar para NY seis meses a partir daquela data e vemos mais um número musical pessimamente inserido com “Pompeii”. O objetivo seria nos emocionar e nos fazer voltar pra última temporada, mas o episódio falha nisso miseravelmente. É claro que, a essa altura, vamos ver Glee até o final, mas sem qualquer expectativa.
Confesso que achei que Glee escaparia da tradição que acomete todas as produções de Ryan Murphy, mas já vi que me enganei. Se vocês, assim como eu, já viram tudo feito por ele, sabem que não há sequer UMA série dele que termine de maneira satisfatória. Que esse longo tempo fora do ar opere em nosso favor.
Músicas no episódio:
Shakin’ My Head – Glee: Mercedes Jones & Brittany Pierce
All of Me - John Legend: Blaine Anderson
Girls on Film - Duran Duran: Sam Evans
Glitter in the Air - P!nk: Rachel Berry
No Time at All - Elenco de Pippin: June Dolloway & Blaine Anderson
American Boy - Estelle feat. Kanye West: Blaine Anderson & Kurt Hummel
Pompeii – Bastille: Artie Abrams, Blaine Anderson, Brittany Pierce, Kurt Hummel, Mercedes Jones, Rachel Berry & Sam Evans

terça-feira, 17 de março de 2015

Empire - 1x05/06 Dangerous Bonds/Out Damned Spot



Reviews do Série Maníacos e do Box de Séries


A essência do sucesso.
Pra entender como Empire tem feito sucesso, é bem simples. Olhem para o Piloto e olhem para este quinto episódio. Olhem também para a recapitulação que tem toda semana. É só analisar devidamente estes dois pontos e ver como muito aconteceu desde a première, sem parecer corrido. A série não veio pra brincar, e “Dangerous Bonds” muito menos.
Um episódio em que a dose de Cookie é alta não tinha como ser nada menos que brilhante. Okay, é bater na mesma tecla falar bem da Taraji P. Henson. Mas, cá entre nós, ela merece. A responsável por grande parte dos momentos hilários da série também consegue segurar muito bem o drama. O foco da semana foi majoritariamente dela. E ao fim do episódio, foi delicioso constatar que era necessário. Não apenas por se tratar da melhor personagem, mas porque nós precisávamos de respostas. E elas vieram.
Enfim, foi revelado sobre o que a Cookie precisava dar um testemunho. De fato, não era relacionado à fundação da Empire, mas ao motivo da prisão da mesma (e loira, minha gente) há 17 anos. O caso era tão perigoso que deixou a mulher paranoica. Na verdade, não havia risco algum para Cookie, mas graças ao Lucious (custava deixar um bilhetinho junto com a rosa, homem?), tudo foi mal compreendido e Cookie passa a correr real perigo por apenas tentar se defender. Ela sabe no que se meteu e sabe que vai ficar complicado.
Felizmente, Empire foi feliz muito mais além do que com sua protagonista e rainha. Todos os outros núcleos que foram trabalhados estavam interessantes. Deu até pra aturar um pouco o Hakeem (continua um chato, não minto). De verdade, apesar de toda cara de chorão, mimado e thug-wannabe que o garoto faz constantemente, ele teve um plot bem curioso. Sua vontade de se desvincular da imagem do pai foi bem agradável e se os roteiristas optarem por seguir esse caminho, talvez ele tenha salvação.
Por outro lado, não dá pra ignorar o fato de que a trama de Hakeem também foi mais atrativa por conta de Tiana. Essa moça já surpreendeu semana passada ao relevar o caso dele com a Naomi Campbell (tão irrelevante que ainda não sei o nome da personagem) e, então, tudo faz sentido: Tiana beija moças. Um belo twist e que renderam diálogos muito enriquecedores para a personagem. Talvez a repercussão desse affair da Tiana possa ser um gatilho pra que Jamal se assuma publicamente também. E se essa for a intenção, palmas e mais palmas pros roteiristas.
E se os roteiristas tão fazendo um bom trabalho com Tiana, estão fazendo um ótimo com Lucious, Andre e Jamal, certo? CERTO! O desenvolvimento individual de Lucious ficou um pouco de lado. Houve um espaço para ele e Anika serem fofos. Também teve espaço para ele mostrar suas garras, ainda que seja para o benefício de sua futura mulher. Mas, isso fala muito do personagem, que está sendo bem coerente. Tudo isso pra que não esqueçamos de quem ele é quando voltarem a falar na morte de Bunkie.
E pra falarmos um pouco de algo inédito na série: Andre. Digo, o personagem finalmente teve um tempo de tela considerável e fez algo por ele mesmo. Mesmo com toda a vilania novelesca cercando ele e a mulher dele, tenho que dizer que adorei tudo. Toda trama precisa de personagens que tragam conflitos. E esses dois tão fazendo o dever de casa direitinho. Certo, ele não conseguiu exatamente o que queria quando expôs a sexualidade de Tiana na mídia. Mas, nem tudo podia ser perfeito pra ele. Falhou aqui, mas obteve sucesso em colocar Jamal contra Hakeem, o que era mais importante até para o desenrolar da série.
Até o momento em que Jamal e Hakeem mantivessem seus laços de irmão fortes, nada poderia acontecer. Mas, já que esse laço foi quebrado. A guerra pelo império vai esquentar. Já havia um pouco de faísca desde que Jamal abandonou a vida fácil à custa do pai. O talento de Jamal sempre foi uma ameaça a não deixar Hakeem ir ao topo. A batalha do garoto no estúdio mostra que ele consegue se manter sozinho, enquanto o irmão sempre precisou de outros artistas para ter destaque no cenário musical (Tiana e Jamal já o ajudaram e quase que o Kidd Fo-Fo também). Jamal não precisa de colaborações, só que o caminho dele será certamente mais duro.
Além disso, o underdog da Família Lyon mostrou como se faz um hit. Mesmo num lugar sem muitos recursos e sem o apoio do pai, aquela música que ele começou a criar em “False Imposition” mostrou potencial para ser um pote de ouro quando deixou a imaginação dele para tomar conta da voz e dos instrumentos. E com o toque da Cookie no meio, pronto: a fórmula para a música fazer sucesso.
Centrar-se no desenvolvimento das personagens, dar algumas respostas e mostrar o quanto a trama está andando fez desse o melhor episódio até agora de Empire. Se semana passada ainda não havia certeza do porquê da série estar bombando em audiência nos EUA, “Dangerous Bonds” eliminou todas as dúvidas. Mais sete episódios por vir e tanto já foi resolvido. Melhor ainda é ver que, ainda assim, há muito para se resolver. É torcer para que tudo seja tratado como foi neste quinto episódio e para que tenhamos mais quarenta e dois minutos como os desta semana.
Empire segue batendo recordes de audiência, disparado o maior sucesso da FOX nos últimos anos. E não é por menos, a história vem sendo bem desenvolvida, boas atuações e a parte musical tá impecável, a série está no caminho certo para o sucesso.
Logo no começo do episódio, tivemos a melhor cena da série até agora. Após Lucious anunciar para a família toda que pediu a mão de Anika em casamento, a bitch Lyon dá piti, e mostra que mesmo quarentona ainda é estilo MILF. Sem dúvidas, o destaque da série é Taraji P. Henson, dando aulas de atuação a cada episódio. Estou prevendo prêmios vindo por aí.
Lucious cada vez mais está sentindo os sintomas da doença, e agora surge a esperança de uma droga experimental russa. Ao confessar para Vernom que matou Bunkie, Lucious pede ao amigo para livrá-lo dessa, que o faz prontamente, contratando um cara para ser preso no lugar do ex-rapper. Mas isso ainda vai dar pano pra manga, já que Bunkie além de ser amigo de infância de Lucious, também era de Vernom, que deixou claro que não vai deixar isso pra lá. Cuidado Lucious!
EMPIRE: Cookie (Taraji P. Henson) holds a secret in the "Out Damned Spot" episode of EMPIRE airing Wednesday, Feb. 11 (9:01-10:00 PM ET/PT) on FOX. ©2015 Fox Broadcasting Co. CR: Chuck Hodes/FOX
Os cortes na Empire Entertainment já viraram frequentes, inclusive dispensando Elle Dallas, interpretada pela Courtney Love. A artista pioneira na gravadora, com mais de 100 milhões de discos vendidos, está ultrapassada, e agora dispensada. Rejeita ser gerenciada por Cookie, mas acaba aceitando. Carreira de empresária de Cookie volta aos trilhos, agora tendo três artistas nas suas mãos. A ex-mulher de Kurt Cobain e ex-vocalista de Hole será regular na série. Com cinquenta anos e cara de oitenta, Love que inclusive já ganhou prêmios por suas atuações, não atuou bem, faltou dramatização, principalmente na cena de choro. Vamos ver como ela se sairá nos próximos episódios.
Enquanto o clipe de Drip Drop vai sendo reproduzido, Hakeem continua trabalhando na construção de seu novo CD. Mesmo com o vídeo de Tiana de pegação com India o abalando, resultando em várias bongadas, ele se inspira e cria uma música sobre a traição da namorada. E além disso, sua relação com Jamal fica mais danificada ainda. Finalmente um filho de Cookie realmente a defende.
Pouco explorado nesse episódio, Andre novamente mostra que sem tomar os remédios, sua bipolaridade voltou a atacá-lo, e só tende a piorar. Já Anika está disposta a contratar Porsha, a assistente de Cookie. Esperando ansiosamente as duas se quebrarem no pau.
Após ser divulgado por Vince Boyd, jogador de futebol americano, a música Keep Your Money explode na rede, trazendo bons frutos a Jamal, finalmente vendo sua carreira decolar. A preocupação de Michael vira problema. A bitch Lyon estava certa, a fama realmente muda as pessoas e mesmo ainda não tendo muita fama, já é notável a mudança em Jamal, deixando Michael profundamente triste.
E foi no finalzinho do episódio, que tivemos a participação de Raven-Symoné, a eterna vidente Raven. Vivendo Olivia, ex-namorada de Jamal que solta a bomba. BUMMMMM! A garotinha Lola, é filha dela com Jamal. Será mesmo verdade? Parece que o talentoso Lyon não é tão homossexual assim hein? Vamos ver no que isso vai dar.
Em relação as apresentações musicais, gostei de Can’t Truss ‘Em de Hakeem, principalmente a batida, bem executada. I Wanna Love You de Jamal foi apresentada com uma batida mais R&B, realmente ficou ótima. Timbaland, que aliás foi citado no episódio por Elle, com a parceria de Jim Beanz, continuam fazendo um excelente trabalho na parte musical. Com o roteiro, a atuação e a trilha sonora funcionando na mesma sincronia, a qualidade do show fica num nível altíssimo, o quê está sendo feito em Empire. E para terminar, Take Me To the River, de Elle Dallas, com direita a performance ruim e a performance boa. Sinceramente achei as duas versões fraquinhas. Para ser sincero, não acho Courtney Love uma boa cantora, pronto, falei.

segunda-feira, 16 de março de 2015

Empire - 1x03/04 The Devil Quotes Scripture/False Imposition

Reviews do Série Maníacos

Um império de leões orgulhosos e cheios de segredos.
O sobrenome Lyon não poderia ser melhor para a família que levantou a Empire Enterprises. Todos estão ali para satisfazer seus egos e mantê-los lá no alto, orgulhosos e exuberantes como leões mesmo. Nenhum membro dessa família mede esforços para ficar no topo. Cada um tem medo de ser visto como inferior diante de qualquer outro. E então a batalha de egos começa. Algumas divertidas e venenosas, outras sérias e emocionais.
É ou não é pra amar todas as tiradas e as faíscas entre Cookie e Anika? De Cookie já era esperado todo o veneno. Mas, Anika foi surpreendente. Até o último episódio, só parecia uma invejosa. Aqui, ela mostra que consegue bater de frente com a ex-mulher do marido. E já que é um novelão mesmo, pode pedir um catfight pra já? Cada cena em que essas duas se estranham é espetacular. Uma pena que no fundo essa rixa aparenta ser mais pelo Lucious do que por um estranhamento natural.
Mesmo com todas as brigas e disputas, é óbvio que ainda há sentimento entre Cookie e Lucious. A música que Puma, o antigo amigo de Cookie, deu para ela usar com Jamal e os flashbacks (sim, eles voltaram oportunamente) foram uma maneira de ilustrar isso.
Os flashbacks nem só para o relacionamento dos Lyons foi usado. Aliás, o que engatou essas memórias foi o funeral de Bunkie, que estava nos esquemas do casal sempre. Para Lucious, este funeral deveria significar o fim da história com Bunkie, mas o investigador encontrou uma testemunha e já está desconfiado da identidade do assassino. Quero ver, por outro lado, como o investigador vai arranjar provas uma vez que a palavra do sem-teto desorientado não vai valer muita coisa. Mas, que o segredo de Lucious não vai demorar por muito mais tempo, isso é certo.
Antes de falar do outro grande embate do episódio, Andre e Hakeem precisam de um espaçozinho para que suas tramas sejam discutidas. O mais velho dos irmãos está surpreendendo. Mais do que isso, o casamento dele está sendo uma surpresa. Andre conseguir por meio sexuais informação da investigação da polícia foi inesperado e, então, a mulher dele chega querendo reproduzir, em detalhes, o feito dele com a delegada. Ok, confesso estar bem curioso em relação a esse relacionamento dos dois.
Com o irmão caçula, também se trata dos seus relacionamentos. Nada demais além de que Tiana agora é oficialmente sua namorada e que a Empire quer usar isso para lançar a carreira de ambos artistas. Isso é, seria nada demais se não tivessem colocado uma amante quarentona para Hakeem. É pra torcer que a personagem de Naomi Campbell traga algo bom e novo para a trama do garoto, porque até então ele continua desinteressante.
E agora, sim. O ápice do episódio. Lucious vs. Jamal. Que momento, que tensão! Foi preciso que Lucious humilhasse o filho até o limite para que ele se desse conta de que tem capacidade de conquistar a empresa. Jamal ainda aturou a audácia do pai em dizer que daria a música que ele transformou em um potencial hit para o John Legend. Mas, só bastou os dois ficarem cara a cara no apartamento do garoto que começou a lavação de roupa suja. Resultado melhor impossível, Jamal vai atrás do império do pai. Depois de tanto engolir o orgulho, ele resolveu mostrar as garras e entrar na briga de leões.
A série já é comprovadamente um hit, a audiência aumenta toda semana. E não é por menos. Que trama deliciosa e personagens fortes. E depois desse episódio, o melhor até agora, só resta esperar por mais surpresas. Muito a ser resolvido nos próximos episódios. O assassinato de Bunkie, o testemunho de Cookie (que deu a entender não ter a ver com a Empire) e a jornada de menino Jamal são as tramas que devem repercutir nas próximas semanas. E se tudo ir bem, uma delas deve começar a se resolver logo para esquentar a história.
“A manchete deveria dizer ‘A Cookie Contra-ataca’”
Depois de quatro episódios, Empire já está estabelecida como um hit da mid-season 2015. Por outro lado, não dá pra definir exatamente o que a levou a este sucesso todo. Até onde uma personagem pode carregar uma série nas costas? Sim, porque é isso que Cookie fez neste episódio.
Toda história de recomeço/superação parece ser atraente quando se trata dessas séries sobre “estilo de vida”. Cookie saiu da prisão e tem que construir tudo a sua volta.  E está conseguindo um pouco a cada episódio. Ela agora tem um escritório na Empire e seu nome como produtora tá começando a chamar atenção. A primeira vitória real neste campo foi garantir a presença de Tiana na sua equipe. No entanto, Cookie ainda precisa reconquistar um dos filhos.
E aí, começa um problema. Ao menos, quando a trama deixa um pouco Cookie de lado e traz Hakeem para a cena, as coisas ficam preocupantes. Falta carisma ao mais novo dos Lyons. E a função dele parece ser unicamente reclamar e ter problema com namorada e amante. Assim, não dá pra te defender, Hakeem. O que há de interessante na personagem era sua relação com a mãe. Mas, não dá pra ver interesse dos roteiristas em solucionarem isso tão cedo.
Então, mais algo para incomodar. Além da relação entre Cookie e Keem, outras histórias e personagens estão sendo subaproveitados. Impossível deixar de perceber um certo descaso com Andre, o filho mais velho. Pouquíssimo tempo de tela e um flashback. E detalhe: foram informações bastante importantes para a trama. Aliás, tá na cara que ele vai se aproveitar por ter limpado a barra do pai por agora (baba ovo desde criança esse aí). Enquanto isso, pouco sabemos sobre quem é ele. Quarto episódio e mal conhecemos um dos concorrentes ao comando da Empire Enterprises.
Quando em “The Devil Quotes Scripture” os holofotes foram para Jamal, aqui em “False Imposition” ele ficou um pouco de lado como Andre. Foi um crescimento para a personagem e a cena em que ele inicia um processo criativo musical no seu novo bairro foi instigante. Mas, sua participação no episódio se resumiu a isso.
É preciso esclarecer que deixar alguns personagens (e até mesmo alguns plots) um pouco fora de foco e dar uma pinceladas em outras é de extrema importância para o bom desenvolvimento da série. Mas, quando vemos tramas de “um episódio só” como a de Kidd Fo-Fo na semana anterior e a de Titan nessa, fica difícil não ficar triste com o tempo de tela deixando de explorar mais aqueles que realmente são o interesse de quem vê a série.
Pra não dizer que Cookie foi só o que teve de interessante, Anika veio novamente pra conquistar a gente. Como comentei na review anterior, ela e sua rixa com Cookie são hilárias e assim continuam. Mas a reação dela com a descoberta da doença de Lucious e sua tentativa de se sobressair nos negócios foram admiráveis.
Por falar em Lucious, a agravação da doença dele pode indicar que as coisas não vão ser tão tranquilas e ele talvez não tenha tempo de escolher seu sucessor. É delicado como estão tratando a doença na série e chega a ser comovente ver o ALS (ELA pros brasileiros) “atacando” o Lucious.
Como o bom novelão (acostumem-se, colocarei esta palavra em todas as reviews) que Empire é, é comum que o drama e a comédia se misturem. A família Lyon pode carregar o drama numa boa que Cookie traz a leveza da comédia de forma brilhante. Aliás, não só ela, mas as tiradas de Porsha e as cenas com Becky são divertidíssimas. Se os destaques e o tempo de tela para os personagens se acertarem nas próximas semanas, não haverá nada para falar mal da série (exceto por Hakeem, esse parece não ter jeito). Mais Jamal, mais Porsha, menos Hakeem, por favor.

sábado, 25 de outubro de 2014

Once Upon a Time - Oitavo episódio da quarta temporada terá duas horas de duração

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Segundo Adam Horowitz, co-criador de Once Upon a Time, o oitavo episódio da 4ª temporada da série terá uma hora extra.
Horowitz usou seu Twitter para confirmar que “Smash the Mirror”, esperado para o dia 16 de novembro nos Estados Unidos, teve sua duração expandida para 2 horas.

Além desse episódio duplo, a ABC acaba de encomendar um capítulo extra para a temporada, que no total terá 23 episódios.

quinta-feira, 9 de outubro de 2014

Under The Dome e Extant são renovadas pela CBS


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O canal CBS anunciou hoje que garantiu novas temporadas para duas suas principais produções da summer-season: Under the Dome e Extant.
Dome retorna para sua 3ª temporada no ano que vem, mesmo depois da criticada 2ª temporada. A produção que adapta a obra de Stephen King teve um primeiro ano muito bem sucedido e atraiu 13,5 milhões de telespectadores para seu episódio piloto. 
Porém, a 2ª temporada que foi exibida esse ano registrou uma grande queda e o season finale fez 9,4 milhões e 2,1 na demo.
Mesmo com essa queda, depois de somado todas as plataformas em que Under the Dome é exibido, a média sobe para 11 milhões e 2,7 na demo, fazendo da série a mais assistida da TV aberta americana durante a summer-season.
Extant, que também é produzida por Steven Spielberg e estrelada por Halle Berry, começou com números médios e caiu bastante durante a exibição dos seus 13 episódios. O primeiro marcou 9,6 milhões e 1,6 na demo e a seson finale fez 5,4 milhões e 1,0 na demo.
Um fator que ajudou muito na renovação das duas séries foi o acordo que a CBS fechou com a Amazon Prime, que pagou U$ 900 mil dólares por cada episódio de cada série para os direitos exclusivos de streaming.
O canal aproveitou também para confirmar o cancelamento de Reckless.
Under the Dome e Extant retornam com 13 novos episódios cada por meados de julho de 2015.

terça-feira, 30 de setembro de 2014

Mistresses é renovada para terceira temporada


Extraído
A ABC já garantiu Mistresses para sua grade de programação da Summer-Season 2015.
Mesmo não sendo nenhum sucesso de audiência, Mistresses conseguiu manter a mesma audiência do ano passado durante sua exibição da 2ª temporada em meados de junho (algo por volta de 3 milhões e 1.0 na demo).
13 novos episódios foram encomendados para a 3ª temporada da série estrelada por Alyssa MilanoJes MacallanRochelle Aytes e Yunjin Kim. Estreia em junho de 2015.

terça-feira, 26 de agosto de 2014

Grey's - Veja as primeiras imagens de Geena Davis junto ao elenco

Extraído e adaptado do Série Maníacos
Conforme já havia sido informado, Geena Davis é parte do elenco na 11ª temporada de Grey’s Anatomy. 
Ela vai aparecer pela primeira vez logo no season premiere da próxima temporada, intitulado “I Must Have Lost It On the Wind”. Ontem foram liberadas as primeiras imagens de Davis junto com outros integrantes do elenco:

Audiencia em alta no último episódio de True Blood

True Blood se despediu da televisão em alta, pelo menos nos seus números.
Depois de somado as reprises e todas as plataformas em que a série é exibida, o episódio final de True Blood alcançou 4,5 milhões de telespectadores, tornando-se o mais assistido de toda a temporada.
No Twitter muito se falou da produção vampiresca, resultando mais de 99 mil menções ao último capítulo.
Os bons números de True Blood ajudaram também The Leftovers, que foi ao ar em seguida e marcou a melhor audiência da temporada até agora com uma média 2,1 milhões, somando a reprise.
Extraído

segunda-feira, 11 de agosto de 2014

Top Protagonistas que Protagonizam e Protagonistas que Coadjuvam

Extraído do Série Maníacos(Por Henrique Haddefinir)
Os protagonistas que nasceram para brilhar à frente de suas séries e aqueles que não tiveram envergadura para se destacar com a faixa de capitão.
Na hora de escrever uma ficção a primeira coisa que você precisa decidir é como será a sua história e quem vai existir para vivê-la. Daí vem o tal protagonista (palavra grega que se dividida significa “primeiro”, “ator” e “competição”), que pode ser o grande trunfo ou o grande fracasso dessa trama.
No mundo das séries não poderia ser diferente. Há os protagonistas que se registram para a eternidade, há aqueles que são as maiores malas de uma série, há os que acabam coadjuvando e há os coadjuvantes que protagonizam. Essa dinâmica de inversão é o ponto mais interessante desse tópico e prova que nem sempre os planos de um showrunner saem como o esperado.
Top Maníacos vai mostrar uma lista com alguns desses tipos. Começando pelos protagonistas, que deveriam ser os alicerces de uma dramaturgia, mas nem sempre conseguem cumprir essa missão.
As listas têm ordem aleatória e não privilegiam todos.
Protagonistas que realmente Protagonizam
Essa categoria é a básica. Reúne uma galeria de personagens que realmente cumprem o seu papel e lideram a estrutura de sua série. Até porque, não basta ser eleito o protagonista e ter todas as tramas centradas em você. O público tem que te aceitar como figura primordial e você tem que ser querido. Ou isso, ou o protagonismo passa sem querer pro personagem paralelo e a ordem das coisas é invertida.
Mas vamos a eles.
Eric Taylor – Friday Night Lights
Kyle Chandler vai aparecer nessa lista duas vezes numa mesma menção, porque ao passo que raramente um mesmo ator consegue segurar tão bem a liderança de duas séries distintas, ele veio e fez isso com imensa competência. Eric reunia uma série de qualidades, uma contida sensibilidade nada comum a um texano que treina futebol, e tinha uma esposa que era sua metade absoluta. Foi conduzido pelas quatro temporadas da série com coerência, e essa é uma grande razão para aparecer por aqui. Seu outro ótimo momento foi com Early Edition, quando ele ainda era quase um desconhecido e vivia um loser que recebia o jornal do dia seguinte e precisava tentar resolver as coisas. A série era tímida e despercebida, mas tinha uma mitologia interessante que se encerrou de maneira comovente e muito coesa.
Jack Bauer – 24 horas
Na maioria das vezes 24 horas era ruim por conta das decisões dramatúrgicas. A recorrência absurda de tramas, que foram cansando e transformando as últimas temporadas em uma grande piada. Mesmo assim, o personagem permanecia intacto e acabávamos vendo só pra saber como Jack ia sair das enrascadas em que se metia. Seu final foi completamente desmerecedor de sua importância, mas o agente continua sendo um ícone e um grande exemplo de personagem que catalisa tudo dentro de uma série.
Alicia Florrick – The Good Wife
A boa esposa é uma referência de superação, tema sempre eficiente dentro da ficção. Suprimida pelas circunstâncias que a colocaram na roda de fogo, Alicia vai atrás de sua independência e ficamos hipnotizados pela expectativa de suas vitórias. Juliana Margulies, que já foi uma louca suicida em ER, ganha o proscênio com essa grande personagem.
Lorelai Gilmore – Gilmore Girls
Ela teve uma filha aos 16 anos, fugiu da casa dos pais ricos e criou sua rebenta numa cidadezinha cheia de tipos estranhos e festas temáticas. Lauren Graham nunca foi uma atriz complexa, e mesmo com Lorelai tinha lá seus momentos péssimos, mas a personagem era tão divertida e carismática que era impossível não cair de amores por ela. Seu jeito absurdamente rápido de falar, seu vício por café e suas referências pop afiadas, tornaram sua passagem de sete temporadas pela televisão numa experiência inesquecível.
Tony Soprano – The Sopranos
Se você tem crises de ansiedade e depressão crônica, poderia ser um mafioso em ascensão?  Tony Soprano era, e junto com a interpretação brilhante deJames Gandolfini, fez nascer para o mundo um dos – senão o maior – personagem da televisão mundial. O texto de David Chase e a estética original (verdadeira vanguarda do que se vê hoje em dia), também enriqueciam muito as coisas, e construíam uma narrativa cheia de uma tensão velada que encerrou-se depois de seis anos com um final com tantas camadas e nuances como tinha seu protagonista.
Don Draper – Mad Men
Ninguém sabe de verdade quem é esse homem, que junto com o charme de seu intérprete, constroem uma aura de suspense constante em relação a ele.Draper é sedutor, tem uma moral flexível, uma inteligência soturna e transmite uma sensação de incômodo constante aos espectadores. Seu papel na série é o da representação filosófica da ação do homem perante o mundo e do quanto há de profundidade na maneira como isso nos afeta. Um personagem notável.
Dr. House – House
Hugh Laurie já foi o pai do Pequeno Stuart Little antes de começar a mancar pelos corredores do hospital da Dr. Cuddy.  A série de David Shore tornou-se um verdadeiro fenômeno ao apresentar ao mundo um médico ranzinza, cínico, mal-humorado, cheio de uma franqueza grosseira que ao mesmo tempo, era o maior gênio na área da medicina diagnóstica. Laurie ganhou uma quantidade absurda de prêmios por conta desse icônico personagem que ao longo de sete temporadas deixou de ser uma unanimidade, mas ainda permanece único.
Carrie Bradshaw – Sex and the City
Na hora de falar de ícones, não tem como deixar ela de fora. Durante seis anos, Sex and the City reformulou o universo feminino e lançou moda. Apesar das outras três também serem protagonistas, Carrie é soberana. Até hoje Sarah Jessica Parker  - que antes de Carrie não era nada além de uma atriz de terceiro escalão – é referência dentro do universo feminino, gay e serialesco.
Olivia Dunham – Fringe
No início de Fringe, parecia que ela seria só mais uma agente do FBI com cara de estátua de cera, mas logo o destino de Olivia foi se revelando primordial para a trama e Anna Torv foi tendo mais oportunidades de brilhar. O universo paralelo trouxe uma outra Olivia, e ela foi precisando criar outras camadas da mesma pessoa. A Olívia da primeira realidade, a Olívia da segunda realidade, a Olívia 1 fingindo ser a 2 e a 2 fingindo ser a 1. Mas o melhor momento da atriz foi sua interpretação de Bellívia, a versão Olívia possuída por BellAnna pegou todos os maneirismos de fala de Leonard Nimoy e deu um show de interpretação.
Vic Mackey – The Shield
Um bom exemplo de vilão protagonista. Torcer pelo herói é comum na ficção, mas acompanhar o vilão como protagonista é bem incomum. Torcer por ele era complicado. A gente até torcia, mas pra ele se ferrar. Vic mentia como respirava, roubava, manipulava e até matava em nome de seus interesses. Inspiradíssimo, Michael Chiklis comandou sete temporadas de tensão do início ao fim (ok, a sexta temporada foi meio irregular, mas ainda assim, boa) e encerrou a série com um final dos mais brilhantes que já existiu.
Menções honrosas: Fox Mulder (que não entrou porque dividia a cena e a importância com Dana Scully), Nucky Thompson (que não entrou pelo mesmo motivo que Mulder: divide a cena com Jimmy), Rachel Berry (que não entrou porque Ryan Murphy nunca decide que tipo de personagem ela é),Patty Hewes (que divide as atenções com Ellen), Homer Simpson (que não entrou porque é um desenho) e muitos outros que mereciam, mas ficaram de fora porque enfim, lista é lista e não estatística.
Protagonistas que Coadjuvam
Em contrapartida a todos os bons protagonistas que tomam posse realmente de sua série, há aqueles que não conseguem conquistar o público e acabam sendo apenas suportados em nome do bem maior (a coerência de manter o protagonista sempre em foco). Para esses o destino cruel de serem preteridos é uma realidade. E volta e meia são obrigados a aturar todo o público adorando tudo na série, menos o que acontece com eles. Acabam coadjuvando dentro do próprio reino e viram plebeus perante o sucesso dos outros.
Rory Gilmore – Gilmore Girls
Ela aparece em todos os episódios, em todo o material promocional, lá, ao lado da mãe, tem uma série de conflitos e tal… Mas durante todas as sete temporadas, a interpretação apática de Alexis Bledel para a herdeira dosGilmore foi grande parte da responsabilidade pela sensação de coadjuvância dela.
Jack Shephard – Lost
O nome mais perigoso dessa lista. Jack tem imensa importância dentro da mitologia de Lost e suas péssimas participações na quarta e quinta temporadas foram totalmente redimidas no finale. No entanto, Jack, o protagonista eleito da série, foi engolido pelo carisma de SawyerKate, Sayd, LockeHurley e até Ben. Episódios com Jack começavam e encerravam temporadas, tinham grande valor, mas os fãs, em sua maioria, acabavam mesmo aceitando-o como parte necessária de um jogo, o que nunca significou gostar realmente dele.
Meredith Grey – Grey’s Anatony
A série tem o nome dela, mas mesmo assim ela aparece nessa lista. A razão é simples: o pouco talento de Ellen Pompeo no início tirava qualquer um do sério. A própria personagem era enfadonha e só foi começando a encontrar seu caminho no futuro. Hoje ela já é querida e indispensável, mas durante muito tempo foi engolida pelos colegas.
Sookie Stackhouse – True Blood
Ok, ela é forte dentro da série. Muito forte. Tudo gira em torno dela… Mas será mesmo que isso é o suficiente? Tirando a capacidade absurda da moça de conquistar exemplares masculinos que muitas mulheres matariam pra conquistar (uma apostila escrita por ela faria muito sucesso), Sookie é chata na maioria do tempo. Gostamos dela por dois minutos e logo depois ela volta a nos irritar com sua cara de menina assustada e sua vozinha aguda. É bem verdade que a culpa não é só da Anna Paquin (que já estragou a Vampira), mas da loucura que virou o programa. Porém ignorar que às vezes assistimos um episódio inteiro só pra ver dois minutos de Pam ou Eric, seria um erro.
Will Schuester – Glee
Em quase três temporadas eu devo ter gostado dele umas três vezes. Sua inconstância também é culpa da incoerência de alguns roteiros, mas de fato o pobre regente do coral perde de longe no quesito empatia. Ele é o fio condutor de tudo, mas suas cenas são sempre a hora de beber água ou fazer xixi.
Vivien Harmon – American Horror Story
Junto com Dylan McDermott, Connie Britton estrela essa outra série de Ryan Murphy e apesar de ótima atriz, ficou na lanterninha no quesito relevância para o público. Ela carrega lá a tal gravidez misteriosa, mas não transita em absolutamente nenhuma outra possibilidade dentro da trama. É suprimida por todos os coadjuvantes e até por seu parceiro de protagonização. Um desperdício de talento e um equívoco de criação.
Will & Grace – Will & Grace
Eles aparecem como um só porque no fim das contas, são um só. Demorou bastante para que Debra Messing Eric McCormack conseguissem chamar a atenção do público e da crítica em suas direções, uma vez que Jack & Karenlogo se tornaram ícones. Mesmo depois de aceitos e respeitados, Will & Gracesempre ficaram pra trás, renegados à posição de coadjuvantes forçados. Os melhores momentos dos dois eram quando misturados aos colegas de elenco.
Ryan Atwood – The OC
A série era sobre ele, um jovem encrenqueiro de uma região pobre daCalifórnia, que de supetão, ia morar com os ricaços de Orange County. Mas o jeitão sério com que Benjamin McKenzie interpretou o moço não o ajudou a ser o mais queridinho da série. Ninguém queria que ele fosse embora, mas todos gostavam mesmo era do Seth, da Summer e até da Julie. Somente na ótima quarta temporada é que ele começou a se soltar, mas aí… Já era tarde demais.
Dawson Leery – Dawson’s Creek
Mais um caso de personagem que dá nome a série e é engolido pelos coadjuvantes. No caso da Dawson a coisa ainda é mais impressionante, porque a quinta e a sexta temporadas foram basicamente sobre a Joey e mesmo assim, o nome do programa ainda era Dawson’s Creek. Ele continuava aparecendo, mas em plots pequenos e com muitas ausências.Kevin Willianson teria feito maravilhas pela série se não tivesse abandonado o barco nas mãos de Tom Kapinos (que hoje é dono de Californication e diz pra quem quiser ouvir o quanto achava tenebroso escrever pra DC), mas alguma coisa aconteceu no meio do caminho e Joey roubou a cena. A maldição de Dawson foi tão poderosa que seu intérprete, James Van Der Beek,foi o único que nunca conseguiu emplacar. Katie Holmes virou mito bizarro e ainda faz filmes, Joshua Jackson tem um bom personagem em Fringe e é muito respeitado por ele, e Michelle Willians foi indicada a dois Oscars e com grandes chances de uma terceira indicação por My Week With MarilynLoser dos pés à cabeça.
No próximo post vamos desvendar alguns dos coadjuvantes que nasceram pra coadjuvar mesmo e alguns outros que acabaram protagonizando o jogo. E vocês? Quais seriam os melhores e piores protagonistas do mundos das séries?