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quarta-feira, 25 de março de 2015

Scandal - 3x03 Mrs. Smith Goes To Washington



Scandal não é uma série de finais felizes.

Mas isso não desclassifica a saga de Olivia Pope como nada menos que espetacular. Mais uma vez os caminhos de Olivia e do pai, o terrível Eli se cruzam.

Huck está determinado a se vingar do comandante do B613 e bem que o patife merece exatamente isso. Mas é Scandal e nossos maiores vilões são figurões do cenário político. Não podem ser simplesmente abatidos. Ainda mais com a divisão sendo uma espécie de quarto poder imune a Casa Branca.

Olivia sem seu dia revirado quando Mary, uma mulher desesperada sobre informações verídicas do assassinato de seu filho, que foi morto como um terrorista.

Fazendo Olivia e um senador de reféns, ela pede arquivos do caso e está repleta de explosivos. É nesse ritmo alucinante que se desenha o episódio. De um lado Harrison e Quinn tentam burlar o sistema. Cyrus diz que Fitz tem que ficar fora dessa ou será a terceira semana seguinte que seu nome pode estar ligado a Olivia.













Jake também entra na dança e pede os arquivos a Fitz. Mas não tem êxito em arrancar os arquivos da White House.

Mas nada que um convite para jantar com Abby, não coloque David para incentivar que Cyrus retrate suas palavras e consiga o arquivo.

Eli que cuida de uma possível ameaça ao sistema do B613, é encurralado por Huck ao sair do trailer do sujeito. O que Huck fará?

Fitz avisa Olivia que Chris, o filho de Mary era um agente da CIA que foi infiltrado na Al Qaeda e com sua alta influência colocou mais 57 agentes na organização. Por um erro de lógica do FBI, ele foi assassinado.

Claro que Olivia tem que mentir e dizer que Chris era do time terrorista, afinal a verdade compromete os demais agentes ainda infiltrados de sofrerem represálias enquanto coletam informações.

Aqui gostaria de mencionar o incrível trabalho de Cynthia Stevenson como Mary. Emoção certa. Inconformada com a morte do filho como um monstro, Mary detona os explosivos depois de libertar Olivia e o senador.

Olivia tem pouco tempo para digerir o golpe de não ter salvado a mulher nem poder ter sido honesta com ela. Quinn avisa que Huck se empenhou em rastrear o pai dela. Olivia confronta o amigo que avisa não ter matado Eli, pois a amaeça velada a sua família o faz permanecer como propriedade do cretino. Olivia chora consternada por se enquadrar também na lista de propriedades do pai e por saber que Jake é um peão do mesmo sistema, da mesma falsa liberdade condicionada dela e de Huck.

Outra que surpreende(de novo) é Bellamy Young, em poucos segundos, a atriz faz Mellie externar de fragilidade a fúria extrema. Não, ela não quer que Olivia saia por cima morrendo como mártir, ela quer a rival viva pois como ela define bem é a fraqueza de Fitz quanto viva. Sério, quando vão dar um Emmy para essa mulher?

Inteligente e complexa, Scandal é merecidamente uma das séries mais exibidas na atualidade e merecidamente. O episódio também foi claro em dizer que a equipe vai ser competente em manter a agenda de Olivia Pope ocupada apesar da gravidez não incorporada ao programa de sua maravilhosa intérprete. Uau!

domingo, 22 de março de 2015

Especial: Os melhores episódios de Glee

Extraído
20 de março de 2015. Esse dia ficará marcado como o final de uma série que, de forma ou de outra, ficará na memória de muitas pessoas. Glee foi um sucesso logo de cara, com sua narrativa que envolvia desde problemas corriqueiros da adolescência até temas mais complexos como religião, sexualidade, gravidez e até suicídio. Não foram poucos os momentos tensos da série, alguns que nos aproximaram ainda mais desse “espírito” de Glee e outros que, pelo contrário, quase nos fizeram correr. Ao longo das seis temporadas, muitos foram deixando a série de lado, mas não há como apagar as boas lembranças e os momentos mais emocionantes pelos quais os personagens passaram. Pensando nisso, listamos 15 dos episódios favoritos da equipe dos Apaixonados por séries. Vamos conferir?
Sectionals (1×13)
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A primeira competição oficial a gente nunca esquece. Aliás, as competições em Gleesempre foram um dos melhores pontos da série (tanto que vocês verão outras tantas abaixo). Sectionals tem o primeiro grande momento de Rachel, que interpreta Don’t Rain On My Parade de sua amada Barbra Streisand. Além disso, ainda tivemos os primeiros indícios de que Brittana viria acontecer, revelações sobre a gravidez de Quinn e o primeiro beijo entre Will e Emma.
Hell-O (1×14)
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Já perdi as contas de quantas vezes já vi esse episódio, tamanho é meu amor por ele.Hell-O tem o melhor de Glee: picuinhas entre os personagens (Brittana tentando separarFinchel), músicas incríveis, quotes sensacionais (a famosa frase da Brittany sobre os golfinhos serem tubarões gays) e o rei dessa série, Jesse St James. Sem falar da presença da linda Idina Menzel como Shelby, senhora mãe da Rachel. Enfim, ainda não encontrei uma falha nesse 1×14.
Journey To Regionals (1×22)
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Junto com Hell-O, esse é meu episódio preferido da primeira temporada. Tem fortes emoções de todas as maneiras possíveis, desde o nascimento do neném de Quinn (que pesado, né gente?) até as performances incríveis das Regionals. Nessa época, o Vocal Adrenaline ainda representava uma ameaça de qualidade, com Jesse arrasando emBohemian Rhapsody. Mas o New Directions não ficou muito para trás, com a consagradaDon’t Stop Believin principalmente.
Furt (2×08)
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Quando Glee ainda fazia episódios bons e minimamente coerentes, tivemos um dos momentos mais bacanas da série: o casamento de Burt (pai do Kurt) e Carole (mãe deFinn). A festividade uniu todo o glee club cantando duas músicas de Bruno Mars (“Marry You” e “Just the Way You Are”)que combinam perfeitamente com o clima feliz. Além disso, a trama do bullying homofóbico de Karofsky contra Kurt chega ao fim.
Blame It On The Alcohol (2×14)
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Os temas polêmicos da adolescência sempre foram uma “paixão” enlouquecida dos roteiristas. E como toda história juvenil, não poderia faltar discussões sobre álcool. Mas certamente nenhuma delas abordou esse tema com tanto jogo de cintura e humor. Foi um dos episódios mais divertidos da série, com a apresentação de Tik Tok (hilária!) e a festa no porão da casa de Rachel. Quem teve seu momento “shame on you” foi o Mr Schuester. Bons tempos.
Prom Queen (2×20)
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Esse episódio foi tão lindo e emocionante, que fica até difícil falar dele em um só parágrafo, dá vontade de escrever uma review inteira! Alguns destaques: o Blaine se declarando ao Kurt e fazendo companhia no baile, a Rachel cantando “Jars of Hearts” lindamente para o Finn e, é claro, o Kurt eleito Rainha do Baile. Apesar da humilhação, ele teve coragem de enfrentar os preconceituosos do colégio, subir no palco, ser coroado e ainda soltar um: “Eat your heart out, Kate Middleton!”. Foi de tirar o fôlego!
Funeral (2X21)
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Numa época em que o fim do triângulo amoroso Quinn-Rachel-Finn e o retorno de Jesse agitavam os corações dos shippers da série, foi a perda da irmã de Sue que tornouFuneral um episódio inesquecível. Ali descobrimos muito mais da história de Sue, especialmente que ela tinha um coração capaz de ser compreensível, de amar, de cuidar. O episódio teve uma delicadeza enorme em tratar a dor de Sue, uma sensibilidade capaz de me fazer chorar apenas com as lembranças do episódio.
New York (2×22)
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Ainda enxugando as lágrimas de Funeral, viajamos para a colorida e bem representada NYC. Como não lembrar de uma participação de Patti Lupone? Tirando a decepção pela perda das Nationals, tudo me agradou. O clima gostoso entre os personagens, o flerte de Finn e Rachel, um pouco mais do começo de BrittanaVocal Adrenaline ganhando segundo lugar. A primeira de NY em Glee foi inesquecível.
Nationals (3×21)
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Foram três ótimas temporadas até o momento mais esperado por aquela geração doGlee club. Finalmente foram contemplados com o troféu de campeões das Nacionais. Como um bônus bastante agradável, tivemos a participação mais que especial de Jesse St James e Lindsay Lohan!. O episódio ainda tem uma das melhores cenas de toda a série, se não for a melhor. Nada vai apagar o pessoal sendo recebido com festa na escola, depois de tanta incompreensão e bullying.
Goodbye (3×22)
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A emoção não parou na comemoração das Nationals. Era mais que compreensível, vindo de um episódio chamado Goodbye. Ele consegue ser ainda mais comovente, com homenagem de Mr Schue a seus alunos, Burt mostrando mais uma vez o ótimo pai que é e todos decidindo a próprio futuro. Cada um tenta lidar com suas inseguranças e deixar o passado para trás. Mas nenhum adeus doeu mais que o de Finchel. E reassistir a cena final tornou-se ainda mais doloroso.
The New Rachel (4×01)
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O episódio promete muito, pena que as temporadas seguintes não cumprem. VimosRachel chegando à Nova York e a NYADA e enfrentando a realidade. Ela não é a estrela da escola, mas somente mais uma entre tantos talentos e precisa ralar muito se quiser alcançar seus sonhos. É aqui que percebemos que as tramas de Ohio já não nos fazem tão feliz quanto antigamente. Temos também as ótimas participações especiais de Kate Hudson (que não dá trégua para Rachel) e Whoopi Goldberg.
 The Quarterback (5×03)
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Acho que não preciso dizer nada, né? Nó na garganta só de lembrar desse episódio.
100 (5×12)
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Chegar aos 100 episódios não é fácil. Ainda mais quando a série tentava voltar ao sucesso que era antes. Na época, juntar a velha guarda do New Directions e os novatos parecia sempre um tanto forçado. Mas esse episódio conseguiu reunir a essência deGlee com a volta de ótimas músicas como Raise Your Glass, Defying Gravity e Toxic, além de novidades como Happy. 100 também marcou o breve retorno de April e Holly.
Opening Night (5×17)
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Rachel Berry esperou a vida inteira por sua chance na Broadway. Na noite em que finalmente seu sonho se tornaria uma realidade, ela quase se deixou derrubar pela insegurança. A ajuda dos amigos foi fundamental, provando mais uma vez que essa série é fundamentada na amizade. No fim, ela nos emocionou com sua realização e talento, sendo uma rainha em Funny Girl. Infelizmente a sequência de episódios foi uma decepção imensa, mas essa conversa a gente deixa pra outra ocasião.
We Built This Glee Club (6×11)
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A sexta temporada tinha a grande responsabilidade de fechar esse ciclo, contornando os problemas deixados pelas duas temporadas anteriores e dando o adeus com dignidade para os fãs. Em geral, podemos dizer que foi melhor do que o esperado, e esse episódio demonstra muito bem isso. Os novatos da vez são brilhantes, talentosos e teriam um belo futuro se tivessem chegado antes. Com sua primeira seletiva, enfrentaram o Vocal Adrenaline e venceram com maestria e justiça. Além disso, ainda foi um aquecimento para a series finale.
Menção honrosa: os episódios tributo foram quase todos marcantes e trouxeram versões de artistas consagrados e queridos pelo público. Destaque para Britney (2.02) eBritney 2.0 (4×02), Michael (3×11) e The Power Of Madonna (1×15). Não poderíamos esquecer o Piloto (1×01) também.

terça-feira, 17 de março de 2015

Empire - 1x05/06 Dangerous Bonds/Out Damned Spot



Reviews do Série Maníacos e do Box de Séries


A essência do sucesso.
Pra entender como Empire tem feito sucesso, é bem simples. Olhem para o Piloto e olhem para este quinto episódio. Olhem também para a recapitulação que tem toda semana. É só analisar devidamente estes dois pontos e ver como muito aconteceu desde a première, sem parecer corrido. A série não veio pra brincar, e “Dangerous Bonds” muito menos.
Um episódio em que a dose de Cookie é alta não tinha como ser nada menos que brilhante. Okay, é bater na mesma tecla falar bem da Taraji P. Henson. Mas, cá entre nós, ela merece. A responsável por grande parte dos momentos hilários da série também consegue segurar muito bem o drama. O foco da semana foi majoritariamente dela. E ao fim do episódio, foi delicioso constatar que era necessário. Não apenas por se tratar da melhor personagem, mas porque nós precisávamos de respostas. E elas vieram.
Enfim, foi revelado sobre o que a Cookie precisava dar um testemunho. De fato, não era relacionado à fundação da Empire, mas ao motivo da prisão da mesma (e loira, minha gente) há 17 anos. O caso era tão perigoso que deixou a mulher paranoica. Na verdade, não havia risco algum para Cookie, mas graças ao Lucious (custava deixar um bilhetinho junto com a rosa, homem?), tudo foi mal compreendido e Cookie passa a correr real perigo por apenas tentar se defender. Ela sabe no que se meteu e sabe que vai ficar complicado.
Felizmente, Empire foi feliz muito mais além do que com sua protagonista e rainha. Todos os outros núcleos que foram trabalhados estavam interessantes. Deu até pra aturar um pouco o Hakeem (continua um chato, não minto). De verdade, apesar de toda cara de chorão, mimado e thug-wannabe que o garoto faz constantemente, ele teve um plot bem curioso. Sua vontade de se desvincular da imagem do pai foi bem agradável e se os roteiristas optarem por seguir esse caminho, talvez ele tenha salvação.
Por outro lado, não dá pra ignorar o fato de que a trama de Hakeem também foi mais atrativa por conta de Tiana. Essa moça já surpreendeu semana passada ao relevar o caso dele com a Naomi Campbell (tão irrelevante que ainda não sei o nome da personagem) e, então, tudo faz sentido: Tiana beija moças. Um belo twist e que renderam diálogos muito enriquecedores para a personagem. Talvez a repercussão desse affair da Tiana possa ser um gatilho pra que Jamal se assuma publicamente também. E se essa for a intenção, palmas e mais palmas pros roteiristas.
E se os roteiristas tão fazendo um bom trabalho com Tiana, estão fazendo um ótimo com Lucious, Andre e Jamal, certo? CERTO! O desenvolvimento individual de Lucious ficou um pouco de lado. Houve um espaço para ele e Anika serem fofos. Também teve espaço para ele mostrar suas garras, ainda que seja para o benefício de sua futura mulher. Mas, isso fala muito do personagem, que está sendo bem coerente. Tudo isso pra que não esqueçamos de quem ele é quando voltarem a falar na morte de Bunkie.
E pra falarmos um pouco de algo inédito na série: Andre. Digo, o personagem finalmente teve um tempo de tela considerável e fez algo por ele mesmo. Mesmo com toda a vilania novelesca cercando ele e a mulher dele, tenho que dizer que adorei tudo. Toda trama precisa de personagens que tragam conflitos. E esses dois tão fazendo o dever de casa direitinho. Certo, ele não conseguiu exatamente o que queria quando expôs a sexualidade de Tiana na mídia. Mas, nem tudo podia ser perfeito pra ele. Falhou aqui, mas obteve sucesso em colocar Jamal contra Hakeem, o que era mais importante até para o desenrolar da série.
Até o momento em que Jamal e Hakeem mantivessem seus laços de irmão fortes, nada poderia acontecer. Mas, já que esse laço foi quebrado. A guerra pelo império vai esquentar. Já havia um pouco de faísca desde que Jamal abandonou a vida fácil à custa do pai. O talento de Jamal sempre foi uma ameaça a não deixar Hakeem ir ao topo. A batalha do garoto no estúdio mostra que ele consegue se manter sozinho, enquanto o irmão sempre precisou de outros artistas para ter destaque no cenário musical (Tiana e Jamal já o ajudaram e quase que o Kidd Fo-Fo também). Jamal não precisa de colaborações, só que o caminho dele será certamente mais duro.
Além disso, o underdog da Família Lyon mostrou como se faz um hit. Mesmo num lugar sem muitos recursos e sem o apoio do pai, aquela música que ele começou a criar em “False Imposition” mostrou potencial para ser um pote de ouro quando deixou a imaginação dele para tomar conta da voz e dos instrumentos. E com o toque da Cookie no meio, pronto: a fórmula para a música fazer sucesso.
Centrar-se no desenvolvimento das personagens, dar algumas respostas e mostrar o quanto a trama está andando fez desse o melhor episódio até agora de Empire. Se semana passada ainda não havia certeza do porquê da série estar bombando em audiência nos EUA, “Dangerous Bonds” eliminou todas as dúvidas. Mais sete episódios por vir e tanto já foi resolvido. Melhor ainda é ver que, ainda assim, há muito para se resolver. É torcer para que tudo seja tratado como foi neste quinto episódio e para que tenhamos mais quarenta e dois minutos como os desta semana.
Empire segue batendo recordes de audiência, disparado o maior sucesso da FOX nos últimos anos. E não é por menos, a história vem sendo bem desenvolvida, boas atuações e a parte musical tá impecável, a série está no caminho certo para o sucesso.
Logo no começo do episódio, tivemos a melhor cena da série até agora. Após Lucious anunciar para a família toda que pediu a mão de Anika em casamento, a bitch Lyon dá piti, e mostra que mesmo quarentona ainda é estilo MILF. Sem dúvidas, o destaque da série é Taraji P. Henson, dando aulas de atuação a cada episódio. Estou prevendo prêmios vindo por aí.
Lucious cada vez mais está sentindo os sintomas da doença, e agora surge a esperança de uma droga experimental russa. Ao confessar para Vernom que matou Bunkie, Lucious pede ao amigo para livrá-lo dessa, que o faz prontamente, contratando um cara para ser preso no lugar do ex-rapper. Mas isso ainda vai dar pano pra manga, já que Bunkie além de ser amigo de infância de Lucious, também era de Vernom, que deixou claro que não vai deixar isso pra lá. Cuidado Lucious!
EMPIRE: Cookie (Taraji P. Henson) holds a secret in the "Out Damned Spot" episode of EMPIRE airing Wednesday, Feb. 11 (9:01-10:00 PM ET/PT) on FOX. ©2015 Fox Broadcasting Co. CR: Chuck Hodes/FOX
Os cortes na Empire Entertainment já viraram frequentes, inclusive dispensando Elle Dallas, interpretada pela Courtney Love. A artista pioneira na gravadora, com mais de 100 milhões de discos vendidos, está ultrapassada, e agora dispensada. Rejeita ser gerenciada por Cookie, mas acaba aceitando. Carreira de empresária de Cookie volta aos trilhos, agora tendo três artistas nas suas mãos. A ex-mulher de Kurt Cobain e ex-vocalista de Hole será regular na série. Com cinquenta anos e cara de oitenta, Love que inclusive já ganhou prêmios por suas atuações, não atuou bem, faltou dramatização, principalmente na cena de choro. Vamos ver como ela se sairá nos próximos episódios.
Enquanto o clipe de Drip Drop vai sendo reproduzido, Hakeem continua trabalhando na construção de seu novo CD. Mesmo com o vídeo de Tiana de pegação com India o abalando, resultando em várias bongadas, ele se inspira e cria uma música sobre a traição da namorada. E além disso, sua relação com Jamal fica mais danificada ainda. Finalmente um filho de Cookie realmente a defende.
Pouco explorado nesse episódio, Andre novamente mostra que sem tomar os remédios, sua bipolaridade voltou a atacá-lo, e só tende a piorar. Já Anika está disposta a contratar Porsha, a assistente de Cookie. Esperando ansiosamente as duas se quebrarem no pau.
Após ser divulgado por Vince Boyd, jogador de futebol americano, a música Keep Your Money explode na rede, trazendo bons frutos a Jamal, finalmente vendo sua carreira decolar. A preocupação de Michael vira problema. A bitch Lyon estava certa, a fama realmente muda as pessoas e mesmo ainda não tendo muita fama, já é notável a mudança em Jamal, deixando Michael profundamente triste.
E foi no finalzinho do episódio, que tivemos a participação de Raven-Symoné, a eterna vidente Raven. Vivendo Olivia, ex-namorada de Jamal que solta a bomba. BUMMMMM! A garotinha Lola, é filha dela com Jamal. Será mesmo verdade? Parece que o talentoso Lyon não é tão homossexual assim hein? Vamos ver no que isso vai dar.
Em relação as apresentações musicais, gostei de Can’t Truss ‘Em de Hakeem, principalmente a batida, bem executada. I Wanna Love You de Jamal foi apresentada com uma batida mais R&B, realmente ficou ótima. Timbaland, que aliás foi citado no episódio por Elle, com a parceria de Jim Beanz, continuam fazendo um excelente trabalho na parte musical. Com o roteiro, a atuação e a trilha sonora funcionando na mesma sincronia, a qualidade do show fica num nível altíssimo, o quê está sendo feito em Empire. E para terminar, Take Me To the River, de Elle Dallas, com direita a performance ruim e a performance boa. Sinceramente achei as duas versões fraquinhas. Para ser sincero, não acho Courtney Love uma boa cantora, pronto, falei.

segunda-feira, 16 de março de 2015

Glee - 5x15 Bash


Quando o episódio até que tem potencial, mas deslancha pra ruim.

É ruim tornar a falar mal da série, que fez um número de três episódios bons e coerentes para seu desenvolvimento. Sendo assim mais uma vez as decisões criativa ruins criam tramas sem fundamento e sem solidez.

Rachel mais uma vez é demonizada a ponto de ser engolida pelo seu enorme ego. Gnete, no episódio anterior colocaram Artie de vítima desse super ego. Agora é Kurt, o escolhido da vez para estar num conflito com Rachel. Sem deixar de lado, a picuinha com Santana que rendeu váriso episódios do mesmo.

Entendi que Tibideaux gostou da apresentação, até Rachel e Blaine transformarem num dueto. Mas cadê uma escolha melhor sobre a Broadway do que uma música desnecessária e absurda que apenas fala disso? Da Broadway.





O dilema de Rachel em trancar a faculdade para se dedicar aos ensaios e a futura turmê é compreensível, mas não precisa insistir em exagerar numa soberba deslavada que sabemos que Rachel nem tem no fim das contas. Mas volta e meia, estão lá os roteiristas insistindo nessa bagaça.

Outro problema foram as escolhas musicais, ainda estou visualizando Glee como um clipe e isso incomoda em diversas cenas.

Mercedes e Sam estão de rolo de novo, a trama podia ser até bonitinha se Amber Riley não esgotasse qualquer tentativa de sua personagem entregar carisma ao público. Mercedes pode fazer back para o Kanye West, ganhar amigas descoladas, participar e ganhar um reality de dança que aí está a mesma personagem insossa de sempre.

Nesse episódio muito se girou em volta das complicações de um namoro entre raças distintas, um embate que foi frívolo e usado na ponte a agressão a Kurt. Mesmo uma questão importante como a intolerância sexual foi feita de maneira torpe e sem emocionar. Foi como o último episódio da temporada passada onde nenhuma trama parecia ter ligação.

As pessoas é claro, aproveitam para criar razões cabíveis para o episódio não ter funcionado. Shippers maníacos vão dizer porque não teve Britanna. Mas não foi por comta disso, foi porque o texto não foi muito bom e as músicas também não. Anseio por mais episódios em que Rachel não seja empurrada em nossas goelas como a diva megera que eles acham que ela é.

Músicas no episódio:
"No One Is Alone" - Into the Woods: Rachel (Lea Michele), Kurt (Chris Colfer), Blaine (Darren Criss) e Sam (Chord Overstreet)
"(You Make Me Feel Like) A Natural Woman" - Aretha Franklin: Mercedes (Amber Riley)            
"Broadway Baby" – Follies: Blaine (Darren Criss) e Rachel (Lea Michele)            
"Not While I'm Around" - Sweeney Todd: Blaine (Darren Criss)             
"Colour Blind" - Amber Riley: Mercedes (Amber Riley)              
"I'm Still Here" – Follies: Kurt (Chris Colfer)

Revenge - 3x12 Endurance




Touché.

Como nomear um episódio interessante como esse de Revenge? Prova de que a terceira temporada já é de longe melhor que as anteriores.

Emily está na mansão Grayson, o covil mais perigoso para se estar com Victoria a tratando como uma ameaça(ok, ela está certa) maior do que nunca. Os tiros ainda tem marcas profundas em Emily, mas ela não está disposta a fazer Daniel seguir em frente facinho. Não, não.

Ser desmascarada nesse ponto mesmo que não totalmente, entrega a filha de David Clarke sua melhor faceta: a vilania. Emily confirma a história que Lydia lhe alvejou. Ganhando o respeito de Victoria e Conrad. Ou pelo menos dando neles um cala boca.













Daniel tiou dela a capacidade de ter filhos e isso a faz não abandonar sua meta. Uma reviravolta que cabe na prposta do roteiro, mas não tem como pensar que quanto mais a série se estender, mas sua dinâmica abraça o cansativo. Revenge tem que ter vida curta para continuar empolgando o público e coerente a si mesma.

A filha de Takeda descobre que Aiden foi o responsável pela morte do pai e dizem que ela vai fazê-lo empacotar. Jack dá um soco em Daniel, que vai ser bananar fora dali.

Lamentei pelo destino ingrato do romance de Aiden e Emily, mas já era esperado. Emily não aceitaria um divórcio agora, Daniel tem que engoli-la como golpista e doentia, mas não pode se livrar dela para ter um replay com Sara. Não, Bananiel. Esta é a sua vida de agora em diante.

Nolan e Patrick chegam ao que parece ser o fim de sua relação depois que o amigo de Emily arma para que Patrick entregue a Victoria a caixa de revenge de Emily com provas que a incriminem somente como uma stalker socialite. E verdade seja dita, é melhor assim. Cada um no seu respectivo time. Time Emily e Time Victoria. E salve-se quem puder.

P.S: Charlotte de volta ao acessório de cena que sempre foi.

Empire - 1x03/04 The Devil Quotes Scripture/False Imposition

Reviews do Série Maníacos

Um império de leões orgulhosos e cheios de segredos.
O sobrenome Lyon não poderia ser melhor para a família que levantou a Empire Enterprises. Todos estão ali para satisfazer seus egos e mantê-los lá no alto, orgulhosos e exuberantes como leões mesmo. Nenhum membro dessa família mede esforços para ficar no topo. Cada um tem medo de ser visto como inferior diante de qualquer outro. E então a batalha de egos começa. Algumas divertidas e venenosas, outras sérias e emocionais.
É ou não é pra amar todas as tiradas e as faíscas entre Cookie e Anika? De Cookie já era esperado todo o veneno. Mas, Anika foi surpreendente. Até o último episódio, só parecia uma invejosa. Aqui, ela mostra que consegue bater de frente com a ex-mulher do marido. E já que é um novelão mesmo, pode pedir um catfight pra já? Cada cena em que essas duas se estranham é espetacular. Uma pena que no fundo essa rixa aparenta ser mais pelo Lucious do que por um estranhamento natural.
Mesmo com todas as brigas e disputas, é óbvio que ainda há sentimento entre Cookie e Lucious. A música que Puma, o antigo amigo de Cookie, deu para ela usar com Jamal e os flashbacks (sim, eles voltaram oportunamente) foram uma maneira de ilustrar isso.
Os flashbacks nem só para o relacionamento dos Lyons foi usado. Aliás, o que engatou essas memórias foi o funeral de Bunkie, que estava nos esquemas do casal sempre. Para Lucious, este funeral deveria significar o fim da história com Bunkie, mas o investigador encontrou uma testemunha e já está desconfiado da identidade do assassino. Quero ver, por outro lado, como o investigador vai arranjar provas uma vez que a palavra do sem-teto desorientado não vai valer muita coisa. Mas, que o segredo de Lucious não vai demorar por muito mais tempo, isso é certo.
Antes de falar do outro grande embate do episódio, Andre e Hakeem precisam de um espaçozinho para que suas tramas sejam discutidas. O mais velho dos irmãos está surpreendendo. Mais do que isso, o casamento dele está sendo uma surpresa. Andre conseguir por meio sexuais informação da investigação da polícia foi inesperado e, então, a mulher dele chega querendo reproduzir, em detalhes, o feito dele com a delegada. Ok, confesso estar bem curioso em relação a esse relacionamento dos dois.
Com o irmão caçula, também se trata dos seus relacionamentos. Nada demais além de que Tiana agora é oficialmente sua namorada e que a Empire quer usar isso para lançar a carreira de ambos artistas. Isso é, seria nada demais se não tivessem colocado uma amante quarentona para Hakeem. É pra torcer que a personagem de Naomi Campbell traga algo bom e novo para a trama do garoto, porque até então ele continua desinteressante.
E agora, sim. O ápice do episódio. Lucious vs. Jamal. Que momento, que tensão! Foi preciso que Lucious humilhasse o filho até o limite para que ele se desse conta de que tem capacidade de conquistar a empresa. Jamal ainda aturou a audácia do pai em dizer que daria a música que ele transformou em um potencial hit para o John Legend. Mas, só bastou os dois ficarem cara a cara no apartamento do garoto que começou a lavação de roupa suja. Resultado melhor impossível, Jamal vai atrás do império do pai. Depois de tanto engolir o orgulho, ele resolveu mostrar as garras e entrar na briga de leões.
A série já é comprovadamente um hit, a audiência aumenta toda semana. E não é por menos. Que trama deliciosa e personagens fortes. E depois desse episódio, o melhor até agora, só resta esperar por mais surpresas. Muito a ser resolvido nos próximos episódios. O assassinato de Bunkie, o testemunho de Cookie (que deu a entender não ter a ver com a Empire) e a jornada de menino Jamal são as tramas que devem repercutir nas próximas semanas. E se tudo ir bem, uma delas deve começar a se resolver logo para esquentar a história.
“A manchete deveria dizer ‘A Cookie Contra-ataca’”
Depois de quatro episódios, Empire já está estabelecida como um hit da mid-season 2015. Por outro lado, não dá pra definir exatamente o que a levou a este sucesso todo. Até onde uma personagem pode carregar uma série nas costas? Sim, porque é isso que Cookie fez neste episódio.
Toda história de recomeço/superação parece ser atraente quando se trata dessas séries sobre “estilo de vida”. Cookie saiu da prisão e tem que construir tudo a sua volta.  E está conseguindo um pouco a cada episódio. Ela agora tem um escritório na Empire e seu nome como produtora tá começando a chamar atenção. A primeira vitória real neste campo foi garantir a presença de Tiana na sua equipe. No entanto, Cookie ainda precisa reconquistar um dos filhos.
E aí, começa um problema. Ao menos, quando a trama deixa um pouco Cookie de lado e traz Hakeem para a cena, as coisas ficam preocupantes. Falta carisma ao mais novo dos Lyons. E a função dele parece ser unicamente reclamar e ter problema com namorada e amante. Assim, não dá pra te defender, Hakeem. O que há de interessante na personagem era sua relação com a mãe. Mas, não dá pra ver interesse dos roteiristas em solucionarem isso tão cedo.
Então, mais algo para incomodar. Além da relação entre Cookie e Keem, outras histórias e personagens estão sendo subaproveitados. Impossível deixar de perceber um certo descaso com Andre, o filho mais velho. Pouquíssimo tempo de tela e um flashback. E detalhe: foram informações bastante importantes para a trama. Aliás, tá na cara que ele vai se aproveitar por ter limpado a barra do pai por agora (baba ovo desde criança esse aí). Enquanto isso, pouco sabemos sobre quem é ele. Quarto episódio e mal conhecemos um dos concorrentes ao comando da Empire Enterprises.
Quando em “The Devil Quotes Scripture” os holofotes foram para Jamal, aqui em “False Imposition” ele ficou um pouco de lado como Andre. Foi um crescimento para a personagem e a cena em que ele inicia um processo criativo musical no seu novo bairro foi instigante. Mas, sua participação no episódio se resumiu a isso.
É preciso esclarecer que deixar alguns personagens (e até mesmo alguns plots) um pouco fora de foco e dar uma pinceladas em outras é de extrema importância para o bom desenvolvimento da série. Mas, quando vemos tramas de “um episódio só” como a de Kidd Fo-Fo na semana anterior e a de Titan nessa, fica difícil não ficar triste com o tempo de tela deixando de explorar mais aqueles que realmente são o interesse de quem vê a série.
Pra não dizer que Cookie foi só o que teve de interessante, Anika veio novamente pra conquistar a gente. Como comentei na review anterior, ela e sua rixa com Cookie são hilárias e assim continuam. Mas a reação dela com a descoberta da doença de Lucious e sua tentativa de se sobressair nos negócios foram admiráveis.
Por falar em Lucious, a agravação da doença dele pode indicar que as coisas não vão ser tão tranquilas e ele talvez não tenha tempo de escolher seu sucessor. É delicado como estão tratando a doença na série e chega a ser comovente ver o ALS (ELA pros brasileiros) “atacando” o Lucious.
Como o bom novelão (acostumem-se, colocarei esta palavra em todas as reviews) que Empire é, é comum que o drama e a comédia se misturem. A família Lyon pode carregar o drama numa boa que Cookie traz a leveza da comédia de forma brilhante. Aliás, não só ela, mas as tiradas de Porsha e as cenas com Becky são divertidíssimas. Se os destaques e o tempo de tela para os personagens se acertarem nas próximas semanas, não haverá nada para falar mal da série (exceto por Hakeem, esse parece não ter jeito). Mais Jamal, mais Porsha, menos Hakeem, por favor.