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sábado, 23 de julho de 2016

Pet Place: Porque cachorros reviram o lixo

cão que revirou lixo


O costume de revirar o lixo, é muito antigo entre os cães, que quando selvagens vivem de restos de caça de outros animais, então é mais uma questão de instinto dos mesmos.


Causas

Portanto, isso quer dizer que, dentro cabeça de um cão, ele precisa fazer isso para sua sobrevivência, ele precisa ingerir alimentos em decomposição, e o lixo, fezes, e carniça fazem parte desse cardápio.
O que chama a atenção dos cães no lixo, são os vários aromas e temperos que utilizamos na comida doméstica, e isso para eles, é como estar no paraíso, pois eles possuem um olfato muito mais aguçado do que o nosso, enquanto nós possuímos 5 milhões de células olfativas, os cães possuem 220 milhões.
Já para o ato de comer as fezes, preciso mais atenção, pois é um problema chamado coprofagia, e isso pode significar que seu cão está com vermes ou giárdia, pelo fato de não estar absorvendo os nutrientes necessários de sua refeição, e para isso ele os procura em suas próprias fezes. Para que isso não ocorra, é preciso que seu cão esteja sempre bem vermifugado.

Como evitar

Revirar o lixo, é uma prática que pode ser muito prejudicial para os nossos cães, que podem causar sérios riscos à sua saúde, pois dentro do lixo, existem alimentos que podem ser tóxicos, como cebola e ossos de frango, que podem lesionar suas gargantas.
O ideal para que isso não ocorra, é arrumando uma tampa para o cesto de lixo, que seja bem reforçada, ou colocar o lixo em locais de difícil acesso, ou até mesmo escondidos.
A alimentação do cão, tanto a quantidade, quanto a frequência, também devem ser levados em consideração e avaliados neste momento, para verificar se o seu animal não possui algum tipo de verminose, neste momento será determinado se, o que seu cão sente fome, ou se está sendo apenas extintivo, se estiver tudo em ordem, o médico determinará, que tal problema é exclusivamente comportamental.
Cães que não comem comida caseira, também tendem a não ter muito esse costume, porém é importante lembrar, que, esse é um extinto natural de qualquer cachorro, e qualquer tentativa de afastá-lo dele pode resultar em fracasso.
cão sapeca
Uma das táticas de adestramento para seu cão não mexer no lixo, é utilizar uma lata ou uma garrafa pet com moedas ou pedras, encima da tampa do lixo, pois quando ele for mexer, fará muito barulho, que amedrontará o cão. A utilização do ¨não¨, também é necessário, com muita ênfase, e recompensa no fim.
Existe também, um produto que inibe lambeduras e mordeduras, é um spray que aplica-se em móveis, objetos, ou em qualquer lugar que você não quer que o cão morda, ele deixa um gosto horrível, que ele detestará, e aprenderá que ali ele não deve fuçar.
Então a melhor medida é, vedar o seu lixo, ser firme com o cão, e adestra-lo quanto as suas ordens, são medidas muito eficazes em casos onde o costume de fuçar o lixo é um problema apenas comportamental.
Extraído do Portal Pets

sábado, 21 de maio de 2016

Pet Place: Depressão em cães e gatos

Embora seja uma doença aparentemente só de humanos, a depressão também afeta os animais, e em especial os cães e os gatos, e os fatores podem ser variados, e na maioria das vezes ocorre mais em animais domésticos.
Os motivos podem ser: Abandono, traumas, perdas por morte, a chegada de um amigo da mesma espécie, mudança de casa ou de ambiente, solidão, fome, frio, sede, entre outros, são muitos os motivos que podem resultar na depressão de seu animal.

Como Se Manifesta

Cada animal manifesta a doença de maneira diferente, independentemente de sua raça, espécie ou sexo, e embora os felinos sejam mais independentes e vivam mais tempo sem a presença de seu dono, os seus sinais de depressão são semelhantes aos dos cães, que por sinal é a espécie que tem mais propensão a desenvolver depressões, principalmente aqueles que viviam em locais maiores e se mudaram para ambientes pequenos.
No caso dos felinos, as causas são muito parecidas com as dos casos dos cães, que incluem perda de uma pessoa muito querida, abandono ou mudança de moradia ou ambiente.

Sintomas

Não é muito fácil identificar a depressão em animais, por se tratar de uma doença muito particular, onde os sintomas são muito individuais, por isso é preciso ficar atento a algumas mudanças no comportamento como quando um cão começa a destruir objetos, ou urinar e defecar em locais diferentes sem ser o de costume, e também ele pode se mostrar mais agressivo, ou sensível ao toque, além de poder apresentar alguns sintomas clínicos, como anorexia, apatia, vômitos, febre e diarreia, podendo levar o animal a complicações maiores se não for tratado a tempo.
Muitas vezes o filhote chega e absorve uma atenção que quando depois de adulto começa a se diferenciar, muitas vezes por seu tamanho ter aumentado muito, então os donos ficam meio sem jeito para brincar com o grandão, ou pelo motivo de um nascimento de um bebe na família, o que pode deixa-lo um pouco de lado, então o seu cão ou o seu gatinho deixa de ser o centro das atenções, o que pode desenvolver um tipo de depressão que pode acarretar em sérias doenças para o seu animal, por isso é preciso procurar um veterinário rapidamente na presença de alguns desses sintomas que podem ser ou não sintomas relacionados à depressão.

Como Tratar

A prevenção é o melhor caminho para evitar depressões, porém se for tarde demais, um veterinário deve ser avisado imediatamente. O tratamento para depressões em cães e gatos é através de medicações homeopáticas, que são os florais de Bach, que é o que tem funcionado muito ultimamente, porém em alguns casos, a introdução de remédios alopáticos é necessária, como o uso de fluoxetina e buspirona.
Ao escolher um animal de estimação, se certifique de que você terá tempo disponível para ficar com ele, ou para oferecer alguns passeios diários, e também garanta que ele não ficará muito tempo sozinho.
Na maioria das vezes os gatos se adaptam melhor em ambientes mais solitários por ser um animal mais independente, o que nos cães é muito diferente, pois eles sofrem muito se ficarem muito tempo sozinhos ou em ambientes muito pequenos em um período muito longo, por isso, reserve um tempo do seu dia para passeios mesmo que sejam rápidos, assim também como alguns exercícios físicos são muito importante para a saúde mental deles.
Extraído do Portal dos Pets

Pet Place: Como fazer o desmame do filhote corretamente

filhotinhos
Logo que nascem, os filhotinhos de cães encontram as tetas das mães sozinhos, então assim eles ingerem os primeiros leites que são chamados de colostro, e são ricos em anticorpos que é o que a mãe transmite para o filhote neste momento.
Esse leite será o principal e único alimento para os primeiros dias de vida do animal, pois além de nutrir bem o filhote, ele também hidrata, excluindo assim a necessidade de incluir água em sua alimentação.
A hora do desmame é um período muito importante, pois é quando é introduzido o alimento diferenciado para o filhote, que deve ser de qualidade, pois ele definirá a saúde do seu cão e também ajudará no desenvolvimento do filhote para sua vida adulta.

Quando Deve Ser Feito

O desmame deve ocorrer logo depois do 25° ou 30° dia de vida do filhote, que é quando eles já andam sozinhos e já estão nascendo os dentinhos, e por isso a mãe sente desconforto na hora de amamentar, o que resulta em um afastamento natural dela em relação à sua cria.
Neste momento, procure ir introduzir algum tipo de alimento para o filhotinho aos poucos até que ele se acostume e passe a preferir, e enfim esquecer o leite da mãe, e passar a adaptar seu organismo com novos tipos de alimentos.

Qual Alimentação Oferecer

A alimentação inicial do seu filhote deve ser delicadamente preparada, por isso utilize uma papinha de desmame, que pode ser um mingau lácteo ou até mesmo uma ração para filhotes, que deve ser amolecida com leite morno.
Para evitar a bagunça do filhote com a comida, molhe o dedo com a papa inicialmente e coloque para ele lamber e reconhecer que se trata de um alimento e não é para brincar, depois procure oferecer de 2 a 4 vezes ao dia até que os filhotes completem 45 dias de vida, antes disso, os filhotes devem mamar na mãe nos intervalos, uma frequência que tende a diminuir com o tempo, à medida que o filhote vai se adequando as comidas mais sólidas.

Cuidados Com a Mãe

Tanto a cadela como a gata, precisam de um tempo para se desapegar dos filhotes e para deixar a fase de desmame, por isso nunca tire seus filhotes der repente, pois se ela não tiver sus cria para mamar em plena fase de amamentação, o seu leite pode acumular e ficar empedrado, o que pode causar dores e inflamações, causando febres e perda de apetite, causando mastites ou mamites.
cães mamando
Podemos ajudar na secagem do leite da mãe diminuindo a quantidade de comida e água por pelo menos 3 ou 4 dias, o que deve ser feito por aconselhamento e supervisão de um veterinário, assim também como existem medicamentos apropriados para isso.
Procure saber mais sobre o assunto, e não deixe seu animal sofrer neste período tão difícil de sua vida, que deve ser agradável e o mais natural possível, tanto para a mãe, quanto para os filhotinhos, que só querem viver felizes e saudáveis.
Extraído do Portal dos Pets

quarta-feira, 18 de maio de 2016

Pet Place: Porque as Aves arrancam as penas

O estresse, é um dos fatores mais comuns em aves que arrancam as penas. Isso ocorre quando elas ficam muito tempo sem fazer atividades diferenciadas, ou vivem muito tempo sozinhas, quando também são retiradas de seu habitat natural para conviver em ambiente humano ou em gaiolas.

calopsita

Qual seria o melhor tratamento?

O que evitaria tal automutilação, seria evitar que a ave conviva em espaços muito pequenos, com área para pequenos voos, e brincadeiras, com algumas atividades que ela possa estar fazendo para se movimentar durante o dia. Nada de barulhos excessivos que possam assustar a ave, o ideal é afasta-la.
Sempre que adquirir uma ave, o importante é estar pesquisando sobre a espécie, para saber sobre seus hábitos, o que geralmente um médico veterinário também poderá estar lhe informando, para que todas as suas necessidades sejam supridas, para que ela conviva feliz e saudável.
Além de todas essas medidas, é válido lembrar que existem também os adestramentos para pássaros, onde se utiliza o método de recompensas alimentares, em que o dono poderá estar ensinando truques diferenciados, como subir e descer da mão, entrar e sair da gaiola, pegar pequenos objetos com o bico, tudo isso ajuda a melhorar o relacionamento com as pessoas, a acaba se tornando uma atividade agradável para essas aves.
O importante é que ao primeiro sinal de automutilação e compulsão, a ave seja leveda o quanto antes ao seu veterinário, para que seja analisada, e consequentemente seja descoberta a sua causa. Quanto mais rápido é iniciado o tratamento, mais chances de sucesso de cura.

Doenças associadas

Outros fatores que podem causar este mesmo problema, são alguns problemas na saúde, como parasitas, alergias, infestações fúngicas na pele ou no trato respiratório, disfunções nutricionais ou hormonais.
periquito
Nesses casos, quando se é descoberta a doença, fica mais fácil, pois com seu tratamento adequado, a automutilação poderá parar. Sendo que se demorado o tratamento, este problema pode até começar por motivos de saúde, mas logo depois pode se tornar hábito, que é muito mais difícil de ser tratado.
Quando a infestação é feita por ectoparasitas, é preciso eliminá-los para que o animal pare de se mutilar, pois nesses casos, produtos inibidores como protetores de bico, não são eficazes, pois a causa ainda estará presente. Por isso que entre os produtos de tratamento, se pode citar os antiparasitários e os suplementos alimentares.
Nas calopsitas por exemplo, é muito comum o arrancamento das penas por conta de giardíase, porém nas aves maiores, é mais comum a infestação de vermes chatos e redondos. Em outros casos, pode-se haver infestação de ectoparasitas, que provocam coceira, que resulta em um comportamento destrutivo das penas, e os mais comuns são, ácaro vermelho ou o piolho de aves.
As deficiências nutricionais também, podem resultar em complicações e lesões hepáticas, causando o mal funcionamento do órgãos e em consequência a diminuição ou ausência de aminoácidos nas penas e de vitaminas na pele, o que pode causar coceira e irritabilidade.
Além desses problemas, outros inúmeras causas podem acarretar em auto mutilação, como a foliculite ou dermatite, entre outras alergias, ou até o excesso ou falta de luz do sol, são causas muito comuns de tal problema.
Extraído do Portal dos Pets

Pet Place: O lindo Akita

cachorro akita

O país de origem do Akita é o Japão, os primeiros registros da raça são milenares, mas ela, da forma como é conhecida hoje, surgiu no século XVII. Acredita-se que ele seja uma mistura de raças feita na cidade de Akita, Ilha de Honshu. Um nobre que estava no local havia pedido aos moradores locais um cão de caça que fosse resistente ao frio. 

O Akita era usado na caça de ursos, veados e javalis, ajudando os caçadores. Na época, eram chamados de matagi-inu ou “cão de caça”. O Akita possui duas variações, o Akita Inu e o Akita Americano. Após a Segunda Guerra Mundial, a raça esteve à beira da extinção, foi quando os japoneses se empenharam em restaurar o cão, e alguns exemplares foram levados para a América.

Nesta época, os Estados Unidos e Japão estavam de relações cortadas, por isso o Akita foi desenvolvido de formas diferentes nos dois países. O Akita passou a ser venerado no Japão depois da história de Haichiko, nome que levava um cão dessa raça. Haichiko esperava seu dono todas as noites na estação de trem de Shibuya, Tóquio, para acompanhá-lo até em casa, assim como também o acompanhava todas as manhãs até a estação. Um dia, o dono de Haichiko faleceu no trabalho, e o cão continuou esperando por ele todos os dias até sua morte nove anos depois, em 8 de março de 1934. A história comoveu todos os moradores da cidade, na estação há uma estátua em sua homenagem, e todo ano é feita uma cerimônia por sua lealdade.



Nas características físicas do Akita está inicialmente seu tamanho, que chega até os 70cm nos machos, e 36cm nas fêmeas. Seu peso chega a ser de 33Kg a 50Kg. Suas orelhas são retas e empinadas. Nas características do Akita quanto a seus pelos podem ser descritos como dupla, sendo o primeiro pelo mais duro e reto, e o segundo macio e denso, ambos lisos. O Akita é encontrado nas cores branca, avermelhado, e tigrado.

O temperamento do Akita é considerado sério, carinhoso e calmo. Os Akitas são corajosos e muito fieis a seus donos, se mostrando um companheiro totalmente devotado. São ativos e precisam praticar atividades físicas diariamente para extravasar sua energia.

Cães de raça podem desenvolver algumas doenças hereditárias, ou características da espécie, além das enfermidades que acometem os cães normalmente. 

As principais doenças do Akita são: atrofia progressiva da retina, displasia coxo-femural, torção gástrica. A atrofia da retina é uma doença que leva à perda progressiva da visão, podendo acarretar, inclusive, cegueira. A displasia coxo-femural é hereditária, e acontece principalmente com cães de grande porte como o Akita. Ela é caracterizada por uma alteração na articulação entre o fêmur e a bacia do cão. Os sinais clínicos desta doença podem ser percebidos pelo dono, ela causa dificuldade de locomoção, dores e incomodo. A torção gástrica, é uma torção do estômago que causa compressão da circulação na região abdominal. Os diagnósticos destas e outras doenças devem ser feitos rapidamente, os tratamentos preventivos consistem na visita regular ao médico veterinário. Outras doenças podem ser evitadas com a vacinação, que deve estar sempre em dia.

O preço do Akita varia, o que determina o valor é sua linhagem, pedigree, sexo, histórico de doença familiar, entre outros. A adoção deve ser feita no canil ou pet shop, a compra pela internet não é a mais indicada. Os preços dos filhotes de Akita vão de R$ 600 a R$ 1.800 reais.

Os cuidados especiais do Akita envolvem principalmente as atividades físicas. O Akita gosta e precisa de exercícios físicos e mentais diariamente. Correr, fazer longas caminhadas, e exercícios em casa são necessários para que ele extravase sua energia e se mantenha saudável. Dessa forma ele pode se tornar um cão tranquilo e educado em casa. Um cachorro que gosta e precisa do convívio com a família, não gostam de ficar sozinhos. Seu pelo precisa ser escovado ao menos uma vez por semana.

sábado, 26 de março de 2016

Pet Place: Enforcador, usar ou não?

bulldog com enforcador


O enforcador é um tipo de coleira considerada como coleira de treinamento, usado para treinar cães agressivos ou com algum outro problema. Este tipo de coleira é usado há muito tempo, mas a versão atual dela foi supostamente desenvolvida por um veterinário.
O princípio do enforcador é bem simples, esta coleira causa uma sensação dolorosa no cão toda vez que ele puxar a coleira. Então, com o tempo o cão aprende a parar de puxar a coleira para evitar esta sensação. Mas assim como ocorre com a maioria das ferramentas de treinamento para cães, existe o lado bom e o ruim de usar o enforcador.

Vantagens do enforcador

Os benefícios que o uso adequado do enforcador pode trazer são:
  • Capacidade de resposta imediata do cão a ser treinado.
  • A quantidade e o nível de pressão no pescoço do cão são drasticamente menores do que com algumas outras ferramentas.
  • Ela tende a criar pouco ou nenhum dano físico se for usada do modo adequado.

Desvantagens do enforcador

coleira enforcador

O lado ruim do enforcador, além de parecer uma ferramenta de tortura, pode ser bem expressivo, principalmente se usado de maneira abusiva.
  • Em certas situações, o nível de desconforto pode aumentar a resposta agressiva de um cão.
  • O enforcador pode fazer com que o cão ataque quem o estiver segurando.
  • Se não for utilizado corretamente, o enforcador pode causar danos psicológicos e físicos graves.
  • Ele cria um dos mais altos níveis de estresse em cães, considerando várias ferramentas de treinamento para cães (o nível de estresse foi medido pelos níveis de cortisona do cão em um estudo).
Um dos motivos para a maioria dos donos de cães escolherem usar um enforcador é para evitar que o cão fique puxando a coleira durante os passeios. E este é um motivo errado. Usar um enforcador podem fixar temporariamente o problema, ou pode apenas resolver o problema enquanto a coleira estiver sendo usada.

Como usar um enforcador

Caso você queira usar um enforcador, há uma série de requisitos que precisam ser seguidos para usá-lo de forma correta. Para começar você deve levar em conta o algumas características de seu cão.

Tipos de cães que não devem usar um enforcador:

  • Raças pequenas, como poodle toys ou chihuahuas.
  • Raças com pescoço magro, como greyhounds.
  • Cães que costumam puxar a coleira com frequência, pois com o tempo isso causará dano ao seu pescoço, além de enforcamento.
  • Cães com menos de um ano de idade, pois o pescoço ainda não é forte o suficiente.
  • Raças com muito pelo no pescoço, como border collies.
Outra coisa que você precisa saber é como posicionar corretamente a coleira. Um enforcador mal colocado pode causar danos ao cão ou ser completamente inútil. A posição correta é na parte de cima do pescoço, bem atrás das orelhas e a coleira precisa ter no mínimo dois dedos sobrando no pescoço do cão.
Levando em consideração todas estas informações, cabe ao dono decidir qual é a melhor opção para seu cão.
Extraído do Portal Pets

terça-feira, 22 de março de 2016

Pet Place: Como defender seu cão da cinomose





O Pet Place de hoje tem um assunto muito sério: a cinomose. Essa é a virose que anda tirando a vida de muitos cães atualmente inclusive no Brasil.

Confira abaixo a reportagem que desvenda os segredos dessa infecção perigosa:

A cinomose é uma doença canina, que tem cada vez mais atingido o melhor amigo do homem. Essa doença não tem cura, porém dependendo da resposta imunológica do animal e o tratamento feito pelo médico veterinário, o cão pode sobreviver.

A cinomose é uma doença viral que contamina os animais facilmente, e causa sintomas característicos e muito agressivos. Porém há prevenção, existem métodos profiláticos que não deixam que o cachorro se contamine com o vírus, embora muitos proprietários não tenham conhecimento da doença e sua prevenção.

Animais abandonados nas ruas são os mais sucetíveis  a infecção pelo o vírus da cinomose, e como não são diagnosticados com a doença pois não há quem os ampare, estes sofrem muito com os sintomas da doença e  a transmitem para outros animais  não vacinados, porém os cães que vivem no ambiente doméstico também podem ter a doença, basta não ser vacinado e entrarem em contato com animais enfermos, isso pode ocorrer através dos portões de casa, durante banho na pet shop e em passeios nas ruas.

Como a cinomose é muito agressiva e rápida, se o dono do cão não notar os primeiros sintomas e deixar a doença avançar, pode chegar a um estágio onde é necessário sacrificar o cachorro. No Brasil ocorrem constantemente campanhas de vacinação que previnem contra a doença viral, mas ainda não alcançou níveis consideráveis comparados a campanha de vacinação de raiva.

Existem alguns cães que demoram a manifestar a doença, mas essa situação não impede que eles transmitam a cinomose, isso ocorre frequentemente em abrigos que recolhem cães abandonados, pois um animal assintomático, mas infectado pode ser colocado junto com animais saudáveis, contaminandos os mesmos.

Sintomas de Cinomose

A cinomose por definição é uma doença instável, mas alguns sintomas são característicos como: alterações neurológicas, o animal anda incordenadamente e chega até a se machucar; ocorre corrimento, tanto pelo nariz quanto pelos olhos; o animal fica febril; com vômito e diarreia; fica apático; tem convulsões; alterações respiratórias e pneumonia; quanto mais o tempo passa e a doença evolui os músculos dos animais ficam paralisados e isso impede do cão fazer movimentos básicos.

Os sintomas variam de cão para cão, pois a resposta contra a cinomose depende do estado imunológico individual animais jovens tem mais propensão a vir a óbito depois de infectado, pois seu sistema imune ainda está em formação, e cachorros mais velhos também, pois seu organismo já está deteriorado. O único lado positivo desta doença, é que uma vez que o animal tem cinomose e consegue se curar, nunca mais ele terá a doença.

Transmissão

A contaminação é feita por contato direto entre animais sadios e animais doentes, na maioria das vezes por gotículas expelidas pelas vias aéreas. O vírus também pode ser carregado por animais de outras espécies e pessoas que entraram em contato com cães com cinomose.

Como Tratar Cinomose

Após a doença ser diagnosticada pela sorologia e avaliação do DNA, o tratamento visa apenas os sintomas apresentados pelo animal, logo o animal é comumente tratado com remédios para o sistema nervoso e sistema respiratório, pois ainda não existem medicamentos específicos para a cinomose.






Extraído do Portal dos Pets.

sábado, 12 de março de 2016

Pet Place: Conheça mais sobre a raça labrador



O labrador é um cachorro afetuoso que adora estar próximo da família e ajudar o próximo.
Família: Gundog, retriever
Função original:
cão de caça e cão da água

Tamanho médio do macho:
56 a 62 cm | 30 a 36 kg

Tamanho médio da fêmea:
54 a 60 cm | 25 a 32 kg

Outros nomes: Labrador Retriever
  • Energia
    5
  • Gosto por Brincadeiras
    6
  • Amizade com Outro Cães
    5
  • Amizade com Estranhos
    6
  • Amizade com Outro Animais
    6
  • Necessidade de Exercício
    4
  • Apego ao Dono
    6
  • Facilidade de Treinamento
    6

quarta-feira, 2 de março de 2016

Pet Place: Conheça mais sobre a raça pastor-alemão



Corajosos, dóceis e com instinto de luta, o cachorro de raça Pastor Alemão é o preferido de filmes policiais.

O país de origem do pastor alemão não é difícil de adivinhar, é a Alemanha. A história desta raça começa no século X, quando monges escoceses fundaram uma abadia no Vale de Münter, na Alemanha. Ele se misturou a lobos existentes na região, e é desse cruzamento que ele chegou à forma de hoje. Era usado pelos camponeses para pastoreio.

Considerada uma das raças mais numerosas e estudadas ao redor do mundo. Uma curiosidade sobre a raça é que por serem conhecidos como mensageiros, batedores e carregadores, serviram ao exército alemão durante a Primeira Guerra Mundial. Chamou atenção dos inimigos, que levaram alguns deles consigo no fim da guerra.

Quanto às características do Pastor Alemão, pode-se dizer que é um animal de porte médio, mais alongando que alto, com ossatura rústica.

Seus pelos são retos e duros. Outras características estão em suas cores, que variam do castanho de capa preta, preto, marta e branco. A pelagem branca não é comum, e já foi reconhecida como uma nova raça. Quem pensa em adotar um Pastor alemão deve abrigá-lo em um local com bastante espaço para que possa se exercitar, apartamentos não são recomendados a eles.

Na hora de escolher um cachorro como animal de estimação, é importante conhecer um pouco sobre o seu comportamento. Ele é conhecido como cão de guarda, cão farejador, de salvamento e cão de companhia, o que não é a toa.

O temperamento do Pastor Alemão é manso, fiel, autoconfiante, equilibrado, possui grande desenvoltura, atitude vigilante, incorruptibilidade, fidelidade e muita coragem na defesa. Um cão que apenas ataca ou se defende quando é atacado, no mais é dócil e vigilante. Ou seja, um cachorro excelente para se ter em casa, é fiel e convive bem com seus donos, além de protegê-los.

A doença mais comum nesta raça é a displasia coxo-femural, caracterizada por uma má formação nas articulações entre os ossos da bacia e dos membros posteriores.

Entre os sinais clínicos, o cachorro começa a mancar e em alguns casos até pára de andar. Os diagnósticos de todas estas doenças devem ser feitos por um profissional, por ser um cão de raça, os futuros donos podem pedir um laudo médico dos país para saber quais doenças eles tinham.



Os tratamentos das doenças no Pastor Alemão devem ser levadas a sério, e sempre que feita no inicio as chances de cura são maiores. As visitas regulares ao veterinário não devem ser deixadas de lado, assim como a vacinação.

Se prevenir contra doenças como a raiva é importante para que o animal de estimação tenha uma boa qualidade de vida e chegue até a velhice. Eles vivem em média até os 14 anos.

Por ser um cachorro de raça, o preço do Pastor Alemão pode ser um pouco alto. Os preços dos filhotes de Pastor Alemão vão de R$ 400 a R$ 1,5 mil, o valor varia com o pedigree, tipo de raça do Pastor Alemão, local onde é vendido, entre outros. É importante ir a um local de confiança, e sempre denunciar locais onde há abuso de cachorros.

Seja de raça ou não, todo cachorro precisa de cuidados com a sua higiene e saúde, para que tenham uma vida saudável e cheguem até a vida adulta. Algumas doenças podem ser mais freqüentes em algumas raças, por isso é importante estar sempre atento.

As principais doenças que acometem o Pastor Alemão são a displasia coxo-femural, mielopatia degenerativa, insuficiência pancreática exócrina, dermatofibrose nodular, a ceratite superficial crônica, a panosteitis e a fístula perianal. Muitas dessas doenças são genéticas, por isso alguns podem ter mais propensão do que outros.


Família: Livestock, herding
Função original:
Pastoreio, cão de guarda policial
  • Energia
    4
  • Gosto por Brincadeiras
    3
  • Amizade com Outro Cães
    2
  • Amizade com Estranhos
    3
  • Amizade com Outro Animais
    4
  • Necessidade de Exercício
    4
  • Apego ao Dono
    5
  • Facilidade de Treinamento
    6
  • Guarda
    6
  • Cuidados com a Higiene do Cão
    3

sábado, 27 de fevereiro de 2016

Pet Place: Alimentos que o gato pode comer




 Como os demais felinos, os gatos também são carnívoros, quando vivem vida selvagem, costumam devorar sua presa inteira, para obter o balanceamento ideal para seu organismo, prevenindo o envelhecimento precoce, e outros males de ingestão inadequada. 

Em um gato doméstico acontece algo parecido, e qualquer mudança brusca, seja somente na marca da ração, ou quantidade, deve ser feita gradativamente para que não haja quadros de diarreias.
Os gatos se alimentam de 10 a 20 vezes durante o dia, e sua dieta requer alto nível de gordura e proteína.


Assim como nós, eles possuem gostos diferentes, por isso procure saber qual o alimento que seu animal mais aprecia. 
Suas preferências dependem do odor e texturas, assim também como alguns fatores influenciam na escolha, como a luz, barulho, ou presença de alguém ou algum animal, tipo de limpeza do comedouro, tudo isso e mais um pouco, é levado em consideração na hora da escolha de sua refeição.

O que o gato não pode comer

O chocolate, contém ácido oxálico, que impede a absorção do cálcio, além de outros fatores que determina que esse alimento não deve ser oferecido ao seu gatinho, pois pode causar até uma certa intoxicação.
Não é recomendado que se alimente um gato em excesso, alguns donos acham que alimentar bem é alimentar demais, pois não é verdade, porque uma alimentação ideal, deve conter a quantidade suficiente de alimentos que contenham os elementos nutricionais necessários para o organismo e o corpo de seu animal.

Cuidados especiais


Manter a higiene dos comedouros e bebedouros, são alguns dos inúmeros cuidados que se deve ter com a alimentação de seu gato. Assim também como é recomendado o uso de jornais embaixo dos pratos, para evitar que o local fique úmido e além disso facilita na hora da limpeza.
Existe uma certa deficiência de certas enzimas nos felinos, que impossibilitam a sintetização de determinados nutrientes no organismo, por isso eles precisam ser fornecidos pré formados em sua dieta.
Além disso, eles precisam de água fresca sempre disponível, principalmente para os que se alimentam de ração seca, se for oferecer comida caseira, os melhores alimentos mais indicados são, carnes, peixe, aves, vegetais e soja.
Na vida selvagem, o gato se alimenta de grama, que é muito importante para o funcionamento do aparelho digestivo. A ingestão de Taurina também tem sua importância, pois ajuda no funcionamento da retina, e os gatos não conseguem sintetizar este nutriente, por isso as rações veem com um suplemento de taurina.

Tipos de alimentos para gatos

Entre os melhores produtos industrializados podemos citar a ração em lata, que é a mais cara pela vantagem de melhor sabor e umidade, e temos também a ração seca, que fazem com que os gatos sintam mais sede, porém previnem tártaro nos dentes, entre outros benefícios.
gato se alimentando
O leite, deve ser administrado em pequenas quantidades, mas é preciso cuidado, pois existem gatos que apresentam intolerância a lactose e podem ter diarreia.
Sobras de comida, não é recomendado que ofereça sobras de comida para seu gato, pois além poder provocar reações ruins em seu animal, não fornecem a nutrição adequada. E se for optar por ossos, procure oferecer os grandes que não soltam lascas como os de boi, nunca dê os de galinha ou de porco.
A carne pode ser oferecida de modo que não substitua a ração, e o fígado é muito nutritivo, mas não deve ser dado em excesso, já os peixes são ideais se forem cozidos.
Texto extraído do Portal Pets

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

Pet Place: Conheça as melhores raças de cães de guarda

Quando você adquire um cão precisa ter em mente qual a finalidade específica para a qual deseja o animal. Seja para companhia, guarda, esportes, proteção ou companhia para crianças. Cada objetivo tem uma família de cães que atendem melhor a ele, conheça as melhores raças de cães de guarda:

Pastor Alemão

pastor alemão

Um animal de tradição muito leal à família. Ele atua na polícia realizando atividades como farejamento de entorpecentes e captura de criminosos. Fora isso, também auxilia como cão guia para deficientes visuais. É um cachorro forte e que reage bem a qualquer possível agressão ao seu dono ou invasão de propriedade. Ele encara a propriedade como território seu e da sua família e qualquer invasor será surpreendido por ele com latidos insistentes e agressão caso haja persistência.

Dogue Alemão

É um cachorro de grande porte que assusta a primeira vista, ou seja, impressão ideal para um cachorro de guarda. Porém ele é um cachorro de fácil de ser adestradoe bem obediente aos seus donos. Outro ponto que conta a favor do dogue alemão é o fato de ele ser um cachorro bem “sociável”, que convive bem com outros animais e outros cachorros da casa. Ele se adapta bem a locais maiores, pois é um cachorro muito grande que pode chegar ate 1,80 apoiado nas patas traseiras.

Dobermann

Apesar da sua aparência intimidadora, ele é um cão muito amoroso, que se apega muito fácil à família. Suas longas pernas e musculatura bem desenvolvida o torna um animal ágil,forte e um ótimo cão de guarda. Ele é amigável com visitas também, desde que essas estejam acompanhadas de seu dono. Caso contrário esse é identificado como um intruso.

cão de guarda

AkitaInu

Esse cachorro é de origem japonesa com fortes instintos caçadores. É incrível como ele parece seguir a cultura samurai, pois é um cachorro extremamente silencioso, calmo e observador. Ele ataca seus oponentes com extrema rapidez, destreza e pouco alarde, ou seja, se o seu Akita está latindo é melhor ir ver o que está acontecendo, pois ele não estará fazendo isso a toa. Um ponto porém que deve ser levado em conta é a falta de amabilidade com outros cachorros e animais da casa, portanto é um animal que deve ser criado como cachorro único.

American StaffordshireTerrier

Esse cachorro do grupo dos Terrier e está bem longe de parecer com um Yorkshire. Ele se parece mais com o famoso Pit Bull, pois também possui a mesma raiz. Como se pode ver pela foto, o “forte” desse cão para a guarda é sua força. Sua musculatura é extremamente desenvolvida e assusta qualquer intruso no primeiro rosnado. Esse desenvolvimento muscular também permite que ele atinja velocidades extremas, ideais para perseguições, deixando qualquer ladrão sem saída, pois “se correr o bicho pega, se ficar o bicho come”.
Sabemos que musculatura pesa mais que gordura, então esse animal é muito pesado o que acaba o tornando um pouco bruto nas brincadeiras, mas é sem querer, ele é um bom cachorro.

Fila Brasileiro

É um animal de grande porte de raízes brasileiras e por conta disso um pouco mais barato para aquisição. Criado para caça, pastoreio e proteção do rebanho, o Fila Brasileiro nasceu para ser um cão de guarda. Considerado como um animal muito autoconfiante ele late alto e abrange largo território de proteção. Respeita muito bem as pessoas conhecidas, inclusive os amigos de seus donos; mas não se da muito bem com outros animais e outros cachorros. Ele não aceita dividir seu território.

Dogue Brasileiro

É o cruzamento entre o Bull Terrier e o Boxer.

Extraído do Portal dos Pets

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

Pet Place: Como lidar com um cão ciumento


O ciúme de um cão pode surgir por vários fatores, seja por carência afetiva, ou pela chegada de um novo membro na família, seja ele um bebê, ou um novo pet. Tudo isso é muito normal, porém em alguns casos é preciso ficar atento, para que a saúde do animal não seja afetada.

Ciúmes do dono

Às vezes seu cão tem tanto ciúmes de você, que acaba atacando outras pessoas quando se aproximam, e isso é muito comum que acontece, e geralmente nós mesmos somos os principais responsáveis por esse comportamento.
Geralmente quando um cão rosna ou late, as pessoas costumam não repreender suas atitudes, que pode até chegar a morder protegendo seu dono de qualquer ser que se aproxime. O que normalmente acontece, é que achamos bonitinho, porém o que resulta em uma dominância do cão sobre o dono, uma atitude que pode piorar a cada dia.



Nesses casos, é preciso ser passado ao seu cão, certos ensinamentos, como o fato de que ele não é seu dono, e que é normal você interagir com outras pessoas e animais, sendo que isso não significa que você o esquecerá ou o deixará de lado.
Uma pequena bronca nas horas de maior fúria de ciúmes de seu cão, pode trazer bons resultados. Mostre a ele que isso é inaceitável, sempre que ele agir de tal forma. E lembre-se, de que, você que deve dar a bronca, e não a pessoa que está sendo atacada. É importante também que tanto você, como a pessoa que chega, tornem esse momento divertido e agradável para o cão. Com sua supervisão, peça para a visita brincar com ele, e que lhe dê petiscos ou brinquedos, assim ele associa a visita com algo divertido.

Problemas com outro pet

Pode ser a chegada de um novo filhote, ou apenas a visita de um animal diferente, nunca alimente a fúria de seu bichinho, nunca aceite, sempre dê broncas também.
Nunca deixe de fazer carinho em seu cão quando outro animal se aproximar, procure fazer bastante festa, carinhos e brincadeiras, assim ele associa a interação como algo positivo.

A chegada de um bebê

É muito comum o ciúmes de um cão por um bebê, pois para ele significa que dividirá o seu espaço com um estranho, o que pode ocorrer um certo problema, que pode ser evitado, é quando o casal trata dele mesmo antes do nascimento de seu filho, durante a gestação, vale a pena planejar sua rotina com o bebê, incluindo o seu cão em sua futura rotina.
As consultas ao médicos e preparativos para a chegada do bebê, podem deixar seu amigo de lado, então podem surgir certas cenas de ciúmes, que podem ser de várias maneiras, como alguns uivos, miados, e falta de apetite, fazem xixi fora do lugar, alguns chegam até a ficar depressivos. O ideal é que o casal saiba dividir a atenção entre o bebê e o animal, e não o deixando de lado.
E lembre-se que em casos mais graves de ciúmes, seu cão poderá estar até desenvolvendo algum tipo de complicação, como no caso de depressões, falta de apetites, que podem levar a anemias sérias.
Texto extraído do Portal Pets

sábado, 6 de fevereiro de 2016

Pet Place: O ronrom

Gente hoje o Pet Place fala do somzinho característico dos gatos: o famoso ronronar.

Acompanhe abaixo um texto muito interessante do Portal Medicina Felina!

Todo mundo que tem um gato sabe que uma das coisas que eles mais fazem é ronronar e que isso é uma das características mais marcantes da espécie felina, mas o que poucos sabem é que alguns animais da família Viverridae, como o civeta e o mangusto também ronronam.

Pesquisadores acreditam que todos os felinos possam ronronar, com exceção dos leões, leopardos e tigres, do gênero Panthera. Alguns argumentam que eles não conseguem ronronar porque sua laringe não é dura o suficiente para produzir esse tipo de som, mas são poucos os estudos e nada pode ser afirmado com certeza.

Como os gatos ronronam?

O ronrom é um dos sons mais baixos produzidos pelo gato, com uma frequência média de 27 Hz, enquanto que o miado atinge frequências bem mais altas. O gato produz o ronrom através da contração da musculatura da laringe e dos músculos intercostais (que ficam entre as costelas) durante a respiração e enquanto a boca está fechada e esse pode ser ouvido tanto na inspiração quanto na expiração com um ritmo que pode ser sustentado por longos períodos de tempo. Os gatos podem ronronar até mesmo enquanto estão miando.

A frequência do ronrom é relativamente estável e não costuma mudar com a idade, porém os gatos podem alterar o volume do ronrom dependendo do estado emocional em que se encontram. 

O que costuma variar bastante é o volume do ronrom entre os gatos, sendo que alguns mal podem ser ouvidos, enquanto que outros são tão altos que os donos relatam não conseguirem dormir no mesmo quarto que o gato.
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Quando e por que os gatos ronronam?

O ronrom pode ocorrer em diferentes contextos na vida do gato. Apesar de compreendermos como ele é produzido, as pesquisas ainda estão engatinhando para descobrir porque os gatos ronronam e se ronronar em diferentes situações significa diferentes coisas.

Apenas poucos dias após o nascimento os gatinhos já consegue ronronar e fazem isso durante a amamentação. Não se sabe exatamente porque eles fazem isso nesse momento, mas acredita-se que seja para solicitar atenção e carinho da mãe, estimular produção de leite, manter contato e se comunicar com ela. As mamães felinas também costumam ronronar, provavelmente para manter contato com seus filhotes.

Na vida adulta os gatos também ronronam quando estão em contato físico com outros gatos da família que eles possuem relacionamento amigável. Tal contato inclui dormirem juntos, se lamberem e se esfregarem uns nos outros.



A interação com pessoas que o gato mantém relacionamento amigável também estimula o ronronar, seja durante um carinho, uma conversa ou até quando dormem no nosso colo. 

Durante o contato com os humanos os gatos podem movimentar suas patas como se estivem nos massageando. Esse movimento é o mesmo que fazem nas mães durante a amamentação e sugere um comportamento neonatal que se perpetuou na fase adulta. Esses comportamentos podem ter a mesma função que tinham na infância, como solicitar carinho ou demonstrar contentamento. 

Podemos interpretar nesses casos, portanto, que as “massagens” e o ronronar são demonstrações de felicidade do gato.

Outra situação em que os gatos ronronam é quando eles querem alguma coisa. Quem nunca acordou durante a noite com um gato cara a cara conosco ronronando para pedir atenção ou comida? Esse tipo de ronronar (chamado de ronronar de urgência) é diferente daquele emitido em situações de relaxamento (chamado de ronronar de não urgência). 

Cientistas gravaram ronrons quando os gatos estavam relaxados e quando queriam comida. Os ronrons de urgência eram emitidos numa taxa mais rápida e continham muito mais picos de frequência similares com o choro de um bebê. 

Os humanos são particularmente sensíveis a esse tipo de frequência e, consequentemente atendem a essas solicitações com mais urgência. Os autores concluíram que esse tipo de ronronar era mais difícil de ser ignorado, assim nossos queridos e inteligentes gatinhos adaptaram seu ronronar para maximizar suas chances de solicitar carinho e ganhar comida e atenção.



Apesar de tudo isso, nem todo ronronar está relacionado com coisas agradáveis ou situações positivas. Existem alguns gatos que ronronam em situações em que não estão contentes. Fazer a leitura corporal do gato e compreender o contexto ou a situação em que o ronronar é produzido é muito importante para esclarecer exatamente o que o gato está sentindo.

Veterinários e cientistas relataram ronrons de gatos extremamente doentes, aparentemente com dores severas e quando estão morrendo. Embora não haja nenhuma pesquisa que relate a prevalência desses ronrons. Algumas sugestões são de que os ronrons nessas ocasiões tenham funções autocurativas e outras de que os gatos estejam solicitando ajuda ou tentando se acalmarem em situações negativas. Infelizmente essas teorias ainda não foram comprovadas e mais pesquisas na área precisam ser feitas para compreender melhor o ronrom do gato em momentos de dor ou estresse.

Mensagens complicadas

O ronrom do gato não é meramente uma simples mensagem como pensávamos. Não podemos assumir simplesmente que somente porque um gato está ronronando é porque está feliz. Ele pode estar com algum tipo de dor ou estresse. 
Compreender esse contexto, associar comportamentos e reconhecer o potencial das diferentes acústicas que cada ronrom tem irá auxiliar imensamente os cuidados e manejos com os nossos queridos e amados gatinhos.

Texto traduzido e adaptado da revista International Cat Care, volume 2, ano 2013, “Purrfect sound”.

Pet Place: Tempo em média de cio em gatas

se lambendo medicina felina

Pet Place é a mais nova coluna do blog, um cantinho especial onde você vai encontrar informações importantes sobre cuidados e curiosidades sobre os pets[animais domésticos] que todos amamos: gatos e cães.

Para a estreia do novo quadro, a escolha foi o tempo em méda do cio das gatas.

Não deixe de ler!

O ciclo estral das gatas (cio)

O gato é descrito como sendo um reprodutor poliéstrico sazonal de dias longos. Isso quer dizer que o gato tem mais de um ciclo reprodutivo por ano (poliéstrico) e nos períodos de dias mais longos (sazonais de dias longos).

Gatos que moram em regiões perto do equador, ou seja, que os dias permanecem praticamente com a mesma duração ao longo do ano, não apresentam sazonalidade e acabam ciclando o ano todo.

PUBERDADE:

As gatas costumam ter o primeiro cio entre 5 e 9 meses de vida, mas alguns fatores podem interferir, como raça (pelo curto entra no cio mais cedo do que pelo longo), estação do ano (dias mais longos) e condição corporal (pelo menos 2,3 kg). Além disso, quando duas ou mais gatas moram juntas, e não são castradas, elas entrarão no cio no mesmo período.

CICLO ESTRAL:

O ciclo da gata é divido em 5 fases, sendo elas:

1) proestro: geralmente essa fase não é detectada e costuma durar apenas um dia. As gatas podem esfregar a cabeça contra objetos e uma secreção mucosa pode sair da vulva. Nessa fase os machos tentam uma aproximação, mas as fêmeas ainda não permitem a monta;

2) estro (cio): em média o cio tem uma duração de 5 dias, mas pode variar de 2 a 19 dias. Nessa fase o hormônio predominante é o estradiol (estrogênio) e as gatas mostram-se receptivas aos machos, através de sinais como: cauda elevada para um dos lados, patas da frente presas ao chão e quadril elevado. Alem disso, é muito comum as gatas vocalizarem um som característico para chamar os machos. Elas costumas demonstrar mais afeto aos donos e geralmente perdem o apetite;

3) interestro: quando não ocorre ovulação o período entre um estro e outro é chamado de interestro e costuma durar em média 7 dias (podendo variar entre 2 e 19 dias). Nenhum sinal de reprodução é visto nessa fase e os níveis do hormônio estradiol estão bem baixos;

4) anestro: esse é a ausência de ciclo e costuma ocorrer nos meses de dias curtos, geralmente no inverno. Como dito anteriormente, nos locais perto do equador (dias longos por todo ano) essa fase pode não ocorrer;

5) diestro: também conhecida por fase luteal essa é a fase que ocorre após a ovulação e o hormônio predominante é a progesterona. Nas gatas a ovulação ocorre quase sempre após penetração pelo macho. Isso significa que as gatas possuem, na maioria das vezes, ovulação induzida. 

Após a ovulação ocorre a fecundação e os embriões aderem na parede do útero 4 a 5 dias após a ovulação. O período de gestação nas gatas é em média de 62 a 67 dias. Caso não ocorra a fecundação após a ovulação então ocorre uma pseudo-gravidez, mas ao contrário das cadelas, as gatas não apresentam sintomas.

Extraído do Portal Medicina Felina