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terça-feira, 3 de março de 2015

TVD - 3x17 Break On Through


Empolgante e com reviravoltas, do jeito que a gente gosta.

Depois de dar as caras num flashback, Sage, a vampira boxeadora dá as caras em Mystic Falls. Damon espera usar a colega como arma para se livrar de Klaus.

Enquanto isso, Bonnie dá uma força para Abby e Jeremy, afinal a mãe está em fase de adaptação aos novos poderes e acaba avançando no filho adotivo sem querer.

Gosto que Bonnie ganhou uma trama depois da esculachante participação na trama de Jermey e seus Gasparzinhos. Caroline funciona como ninguém nessas cenas de dar bronca ou incentivar a ter uma atitude, como o roteiro ressalta.












Elena ainda não compreende a relação de Damon e Rebekah, mas o bonitão pretende usar a habilidade de Sage para entrar na mente da loira e captar a localização de Klaus, agora que eles tem a chance de usar uma muda do carvalho branco para acabar com os originais.

O episódio foi importante para o desenvolvimento do distúrbio de Alaric, um traço psicológico depois de tanto morrer e se recuperar.

Depois de caras e bocas na tomografia, Alaric parte para cima de Meredith e a esfaqueia. A médica consegue ser mais rápida e é slava por Stefan e Elena.

Sage, que foi namoradinha de Fin e criada por ele, frustra os planos de Damon entregando-os para Rebekah. Ela avisa que fez isso pois se um dos Originais for morto, todos eles morrem incluindo suas linhagens, no caso os vampiros que eles criaram como Sage.

Rebekah, toda sorrateira queimou o carvalho se achando a rainha do Samba, mas Damon tem o seu plano B na ponte Wickery também feita do mítico carvalho.

Bonnie pode amargar a maré de bons episódios, com vergonha de ser uma ameaça para os filhos, Abby some no mapa. Ah, que bom quando uma série ouve o seu público, Caroline de volta e nada de Matt. Mais um motivo para ter gostado tanto desse episódio.

Mas lá no fundo me incomoda esses planos e mais planos de maneiras de como liquidar os Originais, quando sabemos que é conveniente que eles continuem vivos na série. É algo que movimenta a série, mas a longo prazo, mas não tem resolução alguma. Klaus já é regular e seus irmãos devem ser os novos nomes do elenco fixo, isso sim se espera.

Glee - 5x13 New Directions



O episódio mais emocionante já apresentado em Glee.

É tempo de fechamento de diversos ciclos como o próprio Will aponta. April e Holly até que tentaram, mas os planos das duas não dão certo: é hora do clube Glee dizer adeus.

Rachel e Santana acertam os ponteiros de sua rixa. Demorou, mas nada como ver que as duas construiram por fim uma amizade sincera.

Mesmo por auto-realização, se Santana não priorizasse a amizade de Rachel e que este é o momento da ex de Finn, ela teria insistido em participar de Funny Girl como substituta.

Outro ponto maravilhoso foi o dueto das duas. Aliás, todas as canções foram muito bem selecionadas e não passam a impressão de escolhas aleatórias como diversos momentos a temporada proporcionou.

Brittany pode estar colhendo frutos de sua mente prodígio, mas isso não está a completando. Como imaginei o adeus para Demi Lovato fica fora da tela e esta já pode ir tarde. Britanna de volta ao jogo.

Outro momento de celebração foi a fofa resolução de Quinn e Puck. A felicidade dos dois é a felicidade dos demais que estão ali. 'Just Give Me A Reason' teve execução perfeita.

















Muito bom ver Mike Chang quase como um figurante, mas fazer o que sabe e se destaca que é dançar. Dançar pra caramba. Nesse fator, a troca de passos com Jake o melhor dançarino dos novatos foi notada, além de Matthew Morrison que é cria de Broadway e se destaca nos pés leves.

A despedida a Tina é um aperto a ser sentido. Uma das originais do Glee Club, Tina Cohen-Chang foi um acessório por três anos e nas últimas duas temporadas ganhou voz, plot e personalidade. A não-ida da personagem para Nova York coube dentro do roteiro, mas será sentida.

Aqui ela entra em alucinação com uma imitação de Friends em que é a protagonista e Rachel se incomoda em usar o cabelo de Courteney Cox e o maior sonho de Tina é reatar com Mike. Gosto quando o roteiro dá espaço para Tina, um frescor que a personagem teve merecidamente após tantas temporadas sendo sub-utilizada.

Por Tina também vem a frase dos roteiristas para o público, ela queria ir para Nova York com um propósito. Isso mostra o cuidado com a transição da série para Nova York. Irão personagens que podem render ainda histórias como Rachel. Mesmo assim fiquei obtuso com o espaço que Tina deixará.

A formatura vem e é para aplaudir de pé, Becky estar se formando, um momento super emocionante para Sue e para todos os gleeks. Brittany pega o seu diploma depois de um empurrãozinho de Santana e se prepara para acompanhá-la em New York. 

Agradecimentos não seriam os mesmos deixando 'Don't Stop Believin' de fora. A canção já foi cantada outras três vezes, mas é um hino simbólico e marcante para os gleeks de dentro da tela e para os de fora. Se Glee acabasse nesse episódio teria valido a pena. Mas não é o fim. Foi o episódio onde a faxina tomou caminhos definidos.

A série tem mais sete episódios na quinta temporada e um fechamento de 13 episódios na próxima. Pelos últimos episódios, esse término de ciclo, mostra que a série precisa se reinventar. 

Se isso for feito e eles tem tal capacidade disso ser obtido, pode-se ainda sair deste ano confuso com saldo bem positivo. Afinal, The Quarterback e 100 foram épicos, mas New Directions também está nessa elite de bons episódios apresentados.

Músicas no episódio:
“I Am Changing” – Dreamgirls: Kurt Hummel and Mercedes Jones
“Party All the Time” - Eddie Murphy: Holly Holliday with current and former McKinley High students and Will Schuester
“Loser like Me (Acoustic)” - Original composition: Blaine Anderson, Sam Evans, Tina Cohen-Chang and Artie Abrams
“Be Okay” - Oh Honey: Rachel Berry and Santana Lopez
“Just Give Me a Reason” - Pink feat. Nate Ruess: Quinn Fabray and Noah Puckerman
“Don’t Stop Believin” – Journey: New Directions and Will Schuester

segunda-feira, 2 de março de 2015

Grey's - 10x01/02 Seal Our Fate/I Want You With Me(Season Premiere)



10 anos de Grey's Anatomy e um começo de temporada cambaleante.

"Quando você se torna um interno, há uma cerimônia onde você ganha o seu jaleco. Como mágica, você é um médico Meus pais vieram para a minha cerimônia do jaleco branco. Ainda posso imaginá-los tão felizes, tão orgulhosos Eles dizem que sua vida passa diante de seus olhos logo antes de morrer. Os momentos importantes. Os momentos que você é testado. Os momentos que fizeram você ser quem é. Eu não sei sobre a minha vida passar diante de mim. Eu estava pensando sobre o meu jaleco e como eu estou feliz por tê-lo em mim agora. É o momento em que minha vida começou. Parece apropriado que deve estar em mim quando ela termina ".

"Nós todos vamos morrer. Nós não temos muito a dizer sobre como ou quando, mas nós podemos decidir como vamos viver. Então faça isso. Decida. Essa é a vida que você quer viver? Esta é a pessoa que você quer amar? Este é o melhor que você pode ser? Você pode ser mais forte? Mais amável? Mais compassivo? Decida. Inspire. Expire e decida."

É premiere da décima temporada de Grey's e mesmo com ganchos até interessantes da madura e equilibrada temporada anterior, verdade seja dita, esta estreia da temporada com cara de final querendo chocar, teve vários excessos.

Os principais ganchos tiveram sua continuidade com Richard a mercê da morte depois de receber uma carga elétrica. Arizona lidando com a fúria massiva de Callie. April oferecendo abrir mão do anel de noivado que ganhou ontem para ficar com Jackson.

Tem gente nova no elenco fixo e isso é bom e ruim ao mesmo tempo. Jo alcançou um lugar bom ao lado de Karev, foi uma história bem desenvolvida na temporada passada e a interna que criou maior identificação junto ao público.

Ross e Stephenie ficam na base do aceitável chato e Murphy nem fede nem cheira. Agora como internos no elenco principal eles ganham uma clara presença maior dentro da série, mas o público não vai comprar fácil esse destaque.

Ross como regular, comete uma gafe imperdoável apesar de não ser premeditada no fim que teve, manda Brooks atrás de Richard quando ele foi o designado para fazer isso. Resultado: Brooks também é eletrocutada e começa uma batalha para salvar a vida dela e de Richard.

OK, Tina Majorino não quis entrar no elenco fixo da série. Mas precisava optar por uma saída trágica assim da personagem? Os roteiristas parecem não ter entendido ainda que Grey's pode se desenvolver sem escolher o drama extremo.

Em parte, mesmo não sendo ruim, a premiere soou cansativa, longa demais. Efeito de uma desnecessária premiere dupla. Uma sensação parecida com Flight que detonou o fim da oitava temporada. Assim como no cujo episódio foi difícil se envolver com os casos e outras tramas, na premiere esse efeito foi repetido. Mesmo sabendo que Richard não ia morrer no fim das contas.

Seattle ainda sofre os efeitos da tempestade e essa provocou um deslizamento dos brabos. Um dos pacientes, um bombeiro tem uma rápida deteriozação do intestino provocando rajadas e rajadas de fezes.

Cristina salva a vida de Richard num primeiro momento, mas ele volta a ficar assistólico. Meredith acaba decidindo que podem operá-lo novamente ciente dos riscos que ele empacote.

Derek se empenha para salvar Brooks, diante de um Ross perplexo pela culpa e Murphy venenosa desdenhando da preocupação de Jo e Stephenie. Sério, a personagem não é muito boa e ainda querem transformá-la numa Alex das primeiras temporadas só que mulher. Não colou. Esse recurso de morte e recriar personagens não dá mais.

Lembrando que esta é a derradeira temporada para Sandra Oh, a última de Cristina Yang, o que Grey's Anatomy reserva depois dessa saída? Isso é o que descobriremos daqui a 22 episódios.













"A espera pode matá-lo. Você toma uma decisão, e então o mundo tem que girar. As conseqüências se desdobram fora de suas mãos. Há apenas uma coisa que parece clara, e aqueles momentos de silêncio enquanto espera -qualquer coisa que você escolheu foi errado".
"Nós só queremos sobreviver à tempestade. Nós oramos, Deus se quiser, apenas me leve para o outro lado. Nós nunca imaginamos como vai ser até chegarmos lá. E se quando a tempestade passar, nada restar? Eu sempre disse que eu poderia lidar com qualquer coisa. Eu estava errado, mas eu estava certo sobre uma coisa. Eu estava certo sobre isso." 

Nesse ponto de desabafo massacrante, temos que pontuar os lados positivos dos episódios, a trilha sonora da série que foi se apagando nas últimas temporadas foi bem colocada. Ter Bailey para segurar momentos cômicos também continua funcionando.

Brooks falece e os internos são liberados para prantear o luto pela amiga. Derek é um dos mais abalados com a situação que vai ser um peso para Ross daqui pra frente.

Murphy é outra que se culpa pelo desdém que sentiu pela vida da colega, pela falsidade que a tratou quanto viva. Por ter sido podre. É uma pena essa saída pois Brooks era outra interna promissora dentro da série e para estar fixa no elenco.

Arizona chega em casa e vê que Callie e Sofia não estão ali. A esposa perdeu a perna, Callie sofreu com ela. Seu melhor amigo morreu, ela sofreu. Agora ser traída? Obviamente elas seguem em direções opostas nesse momento.

Matthew que viu parte da declaração de April para Jakson percebe que tem sentimentos mal-resolvidos entre a noiva e o rival. Enquanto isso, Mama Avery chega fazendo escândalo e pedindo para que fechem Richard. Em termos, a segunda parte consegue fluir mais do que a primeira e isso é em parte pelo trabalho fenomenal de Sara Ramirez e de Sandra Oh.

Os gritos de Catherine eram entendíveis mas e a parte de conflitos de interesses? Ela não pode ser a médica do namorado, nem que ela fosse a única responsável pelo hospital.


















Os internos esperam pela mãe de Brooks. Callie e Sofia são abrigadas por Derek e Meredith. Owen critica Cristina por não terem tido uma última noite e Cristina diz mentalmente 'é pra já'.

Ela e Meredith discordam sobre avisar Arizona. Meredith vai contra Yang e avisa onde Callie está e ela vai. Meredith instrui os internos a falar algo sincero sobre Brooks que não envolva cirurgias. Enquanto isso, o casal apaixonado pacientes de April e Avery decide se casar antes que um dos dois empacote.

Cristina e Owen vão no carrossel de novo. É o começo para o recomeço da vida dos dois. Sozinhos. Jo e Karev continuam começando seu relacionamento, vale a citação de Alex sobre ter Meredith e Cristina como amigas leais.

O time dos internos contam segredos próprios. Murphy conta que a mãe dela namorou Sloan, o que facilitou sua entrada no hospital. Jo fala que foi trombadinha e a estrábica Stephenie conta que entrou no programa por uma bolsa de torcida. Oi? Claro que a cena seguinte mostra a peguete de Jackson relembrando coreografias.

Derek, Zola e Sofia tentam não se meter na discussão acalorada de Callie e Arizona. A mãe de Heather chega quando o grupo desata a rir e Ross assume o pranteio. Derek dá uma força para os meninos.

Avery diz a April que ela o dispensou e agora quer ele de volta. Bailey encontra o tecido queimado em Richard e o opera com sucesso.

Com uma primeira parte eclipsada pelo choque óbvio que a iminente morte de Brooks provoca, um texto e atuações mais sólidas vieram com I Want You With Me. Otimistas para uma temporada a altura da saída(esperamos que viva) de Cristina Yang da série? A resposta é: assista aos próximos capítulos.

Confira o novo trailer da terceira temporada de Orphan Black



No final da segunda temporada, o público descobriu que não existem somente clones femininos com o mesmo rosto de Sarah(Tatiana Maslany).

Mark que foi apresentado como parte da seita maluca que tentou procriar Helena(Tatiana Maslany) tem diversos irmãos. Esse é o mote central da nova temporada que estreia em abril.

A BBC America liberou o primeiro promo que foca em mostrar que as clones 'meninas' estão em perigo mais do que nunca. O sequestro de Helena, coloca rapidamente Sarah de novo na ação para salvar a irmã.

O embate entre os clones do Projeto Leda(femininos) e do Projeto Castor(masculinos) será o principal mote da temporada. Resta saber se o ator Ari Miller será bom na intepretação múltipla dos clones tal qual Tatiana. Rache/(Tatiana Maslany)por sua vez está viva, lutando contra sua deficiência.

Cosima(Tatiana Maslany) ainda está doente, Alison(Tatiana Maslany) enfrenta problemas conjugais no casamento com Donnie. Como principal ameaça, os clones masculinos criados por militares, cresceram juntos e com a real consciência do que são, o que pode ser o que as irmãs precisam para escapar do seu controle.

Assista ao trailer atualizado abaixo:

Once - 4x12 Heroes and Villains


Em busca do autor.

Sim, não foi um encerramento perfeito em termos de narrativa e roteiro, mas bom para a metade da quarta temporada. Mas o começamos da mesma maneira que todo episódio onde Bela tem declarado destaque, na dúvida.

Com Sorveteira virando flocos de neve e etc., um antigo recurso da cidade volta a funcionar. Quem deixa a fronteira de Storybrooke está banido de retornar e esquece o caminho.

Isso atrasa o retorno de Elsa e companhia para Arendelle, Anna avisa a irmã que Hans e seus 12 irmãos assumiram o reino. Sem poder usar a fronteira, a solução é procurar um portal que os transporte magicamente.

Os flashes mostram Bela sendo capturada e usada como barganha por Malévola, Úrsula e Cruella. Destaque para a interpretação das vilãs, Cruella e seu sotaque londrino. Mesmo a contragosto, Rumple entrega a elas um artefato poderoso, mas depois revela que mentiu para as três.

O merecido destaque veio para Regina que viu com dignidade, sua chance de ser feliz com Robin transmutada em um final agridoce para os dois. Marian desperta, mas como resíduos da magia de Ingrid em seu coração. A única forma de conter o encanto é deixando Storybrooke.















Robin convence Regina que a ama e cogita ficar com ela, mas sem alternativa ele deixa a cidade. Emma percebe que Hook está estranho e não consegue tirar nada dele, afinal Gold está controlando todos os passos do ganchudo.

Emma descobre o portal e o pessoal de Arendelle se despede. Anna revela o blefe de Gold que afirmou não a conhecer, mas foi reconhecido assim que foi mencionado como Rumple.

E assim meio devagar, mas dinâmico em algumas partes o clímax veio com Bela sambar na cara do público e de Gold ao usar a adaga para libertar Gancho e para banir o lorde de dentes podres e planos ditador-maníacos para fora da cidade.

Não tem porque sentir pena de alguém sempre disposto a não perceber que é quem sabota a própria felicidade na ânsia de poder e mais poder.

Emma se alia a busca de Henry e Regina pelo autor que pode escrever o final feliz que a ex-prefeita tanto deseja. Só que Gold também está nessa busca e terá ajuda das três tribufunas, Cruella, Úrsula e Malévola.

Sinceramente acho que a trama toda de Frozen foi um pouco fraca, mas ganhou força com a utilização de Elizabeth Mitchell no arco. Tanto que ela fez falta nesse que encerrou a trama de forma talvez corrida.

Achei também ruim a escolha em manter Gold vivo depois de todo histórico de vilania do malvado e tantas oportunidades de se redimir que ele teve. Já que vimos que ele vai continuar aprontando com ou sem Bela.

Por outro lado, gostei da liberdade que Bela ganhou ao banir o feioso da cidade. Agora a personagem pode deixar de ser um acessório e ser mais bem aproveitada que nas histórias que só rondam ela e Rumple.

Eyshila lança clipe 'Simplesmente Te Adorar'



Lançado há poucos dias o clipe 'Simplesmente Te Adorar' de Eyshila já está disponível para visualizações, a cantora também assina a autoria da canção.

É o quarto clipe do álbum Deus no Controle, segundo CD de Eyshila pela Central Gospel Music e produzido por Paulo César Baruk.

Para o novo clipe também gravado nos EUA como os anteriores e mostra um belo piano vermelho em meio á neve.

Assista ao clipe abaixo:

Empire - 1x02 The Outspoken King


Empire aumenta suas expectativas.

Depois de um explosivo piloto, a nova aposta musical da FOX continua abrir o mundo escuso do hip hop para o público que correspondeu aos chamativos da série aumentando a audiência.

Lucious tem um legado a deixar para um dos filhos, ele sabe o que é ter sucesso e também sabe o que é comandar uma emrpesa. Por diversas razões, ele matou o primo de Cookie, mas samba na cara do público derramando lágrimas para o ocorrido.

Cookie continua fenomenal e acaba se envolvendo numa rixa com Anika, a noiva de Lucious tenta provocá-la mostrando que é a mulher da casa, mas Anika não pode lutar contra a história que Lucious tem com Cookie. 

Cookie se ofende por não ser defendida por Lucious, mas continua na sua luta para promover Jamal ao mesmo tempo que Hakeen. 







Ao contrário do episódio anterior que optou logicamente por mostrar mais do filho do meio e preterido. Este mostra traços da bipolaridade de Andre e da rebeldia infinita de Hakeen.

Manipulado por uma esposa ambiciosa, Andre falta algumas consultas e não toma seu remédio da forma que deveria. O resultado é um estado de euforia fora do normal e que precisa ser contido para que seu nome não seja riscado do páreo. Acredito que haverá um cuidado maior com o rapaz para que não fique no limite do caricato suas crises.

A bola murcha da vez é Hakeen e nem tanto pelo discurso de que Obama é um traidor e etc., que demanda inclusive que Lucious se desculpe com o marido de Michelle, mas pela atuação do rapaz que precisa encontrar um equilíbrio para que de alguma forma Hakeen soe menos insosso.

Rebelde por ser mimado pelo pai, nervoso por não ter tido contato com a mãe presa. A cena onde Lucious confronta o filho mostrou que ele precisa comer um bom feijão com arroz para cenas fortes com atores como Terrence Howard e Taraji P.Henson. 

Lucious mantém o lado assassino guardadinho na gaveta enquanto que decide ser mais manso com Cookie, mesmo repelindo que Jamal se apresente na boate como Hakeen.

Falando em Cookie, ela arruma uma assistente, Porsha, e rouba a cena de novo jogando seu sapato em Lucious e pedindo a Porsha para pegar. Porsha também teve as melhores ideias.

Jamal desiste de revelar sua opção sexual e fura o plano de Cookie. O rapaz tem o papel mais desafiador dos três filhos, o mais complexo e a maior emoção em cena. Mas deve dar uma pausa na surdina e seguir mais o que a mamãe diz. Esse é o clacanhar de Aquiles do personagem, sem necessidade de tantas cenas de cama.

Tiana, alvo de Hakeen e uma das estrelas da Empire acaba cedendo ao caçula depois da apresentação esmagadora ao lado de Jamal que acaba acontecendo para desgosto de Lucious.

Figura ambígue, Lucious inspirado por Cookie coloca um astro de boca suja e poucos modos para correr da gravadora. Enquanto isso, Cookie é interceptada pela detetive responsável pelo caso do dinheiro sujo que começou a Empire.

TVD - 3x16 1912



Mais um passeio ao passado da série.

Stefan está perdendo a sua identidade sem estar se alimentando após o incidente com Elena na ponte Wickery. Damon sabe disso e conta com o apoio de Rebekah para açular Stefan.

Foi mais um episódio com diversos desaparecidos. Somam-se a Tyler, Caroline, Klaus e Bonnie. Matt poderia arrumar um desaparecimento desses, só que para sempre. A dupla entre ele e Elena não empolga e seria bem frustrante que os dois voltassem a ter algo.

Alaric é preso pela xerife Forbes, ele insiste que Meredith tem culpa no cartório, mas a mãe de Caroline muito boa em ler expressões de criminosos não se comove. Depois da cena final do episódio anterior, com Meredith baleando Alaric. Não sei não.

Flashbacks levam Stefan e Damon de volta ao ano de 1912. Tentando se livrar do estigma de estripador, o caminho de Stefan cruza o do irmão.













Damon também conhece Sage, uma enigmática vampira boxeadora. Como a prévia informou, Rebekah e os irmãos podem ser mortos por uma muda de carvalho branco que se enraizou.

Elena confronta Meredith, enquanto que Damon e Rebekah forçam Stefan a se alimentar. Elena vê o ex com a boca vermelha como se tivesse tomado um galão de Ki Suco de Uva e se entristece. Ela quer que ele tome o que, vitaminas?

Meredith, uma personagem muito importante nos livros que na série foi inserida de forma meia-boca, revela a trama de serial killer com uma criatividade. É Alaric quem está provocando as mortes, os anéis de imortalidade estão ao que parece vencidos. Depois de morrer tantas vezes, a pessoa pode virar uma espécide de zumbi assassino.

O episódio não foi ruim, mas se enquadra no hall dos menos emocionantes da temporada. Somente regular. Vale pela fotografia dos flashbacks e pela construção de época bacana.